E.M.E.B.O.L.F.

.: Esc. Mun. de Educ. Bás. Osvaldo Ludovico Fuckner :.

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUABIRUBA
SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAAi??A?O E CULTURA
ESCOLA DE EDUCAAi??A?O BA?SICA OSVALDO LUDOVICO FUCKNER

PROJETO POLA?TICO ai??i?? PEDAGAi??GICO E
PROPOSTA PEDAGAi??GICA

2016

ApresentaAi??A?o

Os inA?meros problemas sociais e educacionais em que nos deparamos na atualidade e o verdadeiro papel da educaAi??A?o sA?o motivos de ampla discussA?o na sociedade contemporA?nea. A escola, enquanto instituiAi??A?o formativa deve decidir-se por seus rumos e questionar constantemente sua funAi??A?o. Uma escola que nA?o consegue se decidir por um projeto educacional, caminha sem direAi??A?o e tem poucas chances de contribuir para a formaAi??A?o cidadA?, atendendo aos anseios contemporA?neos e ao desenvolvimento pleno das atuais e futuras geraAi??Ai??es.
Por isso, a educaAi??A?o preconizada no Projeto PolAi??tico-PedagA?gico de nossa escola, fundamenta-se no princAi??pio de ofertar um modelo de educaAi??A?o que dA? conta de contribuir para a formaAi??A?o de cidadA?os conscientes do seu papel na sociedade, atravAi??s da construAi??A?o, disseminaAi??A?o do conhecimento e (re)leitura de mundo, num processo contAi??nuo de aprendizado envolvendo professores, alunos, funcionA?rios e toda a comunidade.
A Proposta que ora Ai?? apresentada, prioriza a oferta de um modelo de educaAi??A?o que contribua para a reflexA?o, aAi??A?o e construAi??A?o de uma nova realidade social. Enfatiza tambAi??m a intencionalidade da realizaAi??A?o de um desafio: ai???promover aAi??Ai??es educativas, no sentido de desvelar as causas da exclusA?o, de possibilitar a vivA?ncia de prA?ticas inclusivas, tanto no que se refere ao conhecimento que Ai?? trabalhado, quanto nas formas de participaAi??A?o no espaAi??o escolarai???.
Portanto, sentimos a necessidade de empreender uma proposta de trabalho coletivo, a qual possa ofertar subsAi??dios para vencer as barreiras e entraves que inviabilizam a construAi??A?o de uma escola pA?blica que eduque de fato para o exercAi??cio pleno da cidadania e seja instrumento real de transformaAi??A?o social. EspaAi??o em que se aprenda a aprender, a conviver e a ser com e para os outros.
ai???O Plano Global estabelece todas as aAi??Ai??es a serem desenvolvidas pela Escola. A vigA?ncia Ai?? anual (2016), mas pode ser modificada a qualquer tempo se a realidade escolar assim o exigir.ai???

 

1. IntroduAi??A?o

O Projeto PolAi??tico-PedagA?gico de toda escola deve ser inicialmente entendido como um processo de mudanAi??a e de antecipaAi??A?o do futuro, que estabelece princAi??pios, diretrizes e propostas de aAi??A?o para melhor organizar, sistematizar, significar e ressignificar as atividades desenvolvidas pela escola como um todo.
Sua dimensA?o polAi??tico-pedagA?gica pressupAi??e uma construAi??A?o participativa que envolve ativamente os diversos segmentos escolares e da sociedade. DimensA?o esta que se caracteriza como um dos eixos de trabalho proposto pela nossa escola.
ai???Ao desenvolver o Projeto Politico-PedagA?gico, as pessoas ressignificam suas experiA?ncias, refletem suas prA?ticas, resgatam, reafirmam e atualizam valores, explicitam seus sonhos e utopias, demonstram seus saberes, dA?o sentido aos seus projetos individuais e coletivos, reafirmam suas identidades, estabelecem novas relaAi??Ai??es de convivA?ncia e indicam um horizonte de novos caminhos, possibilidades e propostas de aAi??A?oai???. (in Paulo Roberto Padilha).
Muitos problemas sociais, com os quais convivemos, sA?o objetos de estudos na sociedade atual e a escola, como instituiAi??A?o formadora, nA?o tem como desvincular-se dessas questAi??es.
Assim, reafirmamos a importA?ncia e finalidades do Projeto PolAi??tico-PedagA?gico, o qual se constitui como a alma da escola, simbolizando a vida e o trabalho de todas as pessoas que fazem a educaAi??A?o no dia a dia (direAi??A?o, equipe pedagA?gica, professores, alunos, pais, funcionA?rios da escola e a comunidade em que ela estA? inserida).
Um dos desafios a ser enfrentado pela escola contemporA?nea diz respeito Ai??s mudanAi??as proporcionadas na sociedade pelos A?ltimos avanAi??os tecnolA?gicos, as quais tornaram instantA?nea a comunicaAi??A?o no planeta e globalizaram a economia em um grande mercado, onde o diferencial das naAi??Ai??es depende da educaAi??A?o e a capacidade de iniciativa de suas populaAi??Ai??es.
Alguns aspectos sA?o tidos como comuns no mundo atual, como o pluralismo polAi??tico, a multiculturalidade, a intolerA?ncia nas relaAi??Ai??es inter e intrapessoais, as diferenAi??as de classe e de oportunidades, o combate a toda forma de exclusA?o e a necessidade de inclusA?o social sA?o dominantes, o que exige maior autonomia, novas formas de participaAi??A?o social e um novo tipo de formaAi??A?o educacional.
Por tudo isso, o Projeto PolAi??tico-PedagA?gico proposto pela nossa instituiAi??A?o, pretende possibilitar e introduzir mudanAi??as planejadas e compartilhadas coletivamente, pressupondo um compromisso com a aprendizagem do aluno e com uma educaAi??A?o para a cidadania. Apresenta tambAi??m como referA?ncia, envolver todos os atores desse processo numa construAi??A?o coletiva, em busca da excelA?ncia da educaAi??A?o, partindo de valores, concepAi??Ai??es, princAi??pios e crenAi??as presentes em todo o grupo e que dizem respeito ao futuro do homem e da sociedade, sua melhor maneira de adquirir, transmitir e produzir conhecimentos capazes de orientar a sua caminhada no dia a dia.
O Projeto PolAi??tico-PedagA?gico aqui proposto estA? fundamentado numa metodologia participativa, de uma responsabilidade assumida coletivamente e embasado nos pressupostos teA?ricos da pedagogia histA?rico-crAi??tica, na qual se enfatiza os seguintes aspectos: a aprendizagem significativa, onde todo conhecimento deve ser questionado; o interesse pelas mA?ltiplas dimensAi??es do saber, a importA?ncia da aprendizagem para a vida e sua possAi??vel aplicabilidade para a soluAi??A?o dos problemas sociais.
Assim, a visA?o a ser trabalhada em nossa escola em relaAi??A?o ao conhecimento Ai?? a de que este deve responder aos desafios presentes na sociedade contemporA?nea, fazendo com que o aluno possa integrar o que foi aprendido na construAi??A?o de uma nova realidade social, retornando Ai?? prA?tica cotidiana com novas propostas de aAi??A?o e mudanAi??as, estabelecendo a relaAi??A?o prA?tica-teoria-prA?tica.

2. Justificativa
No contexto pA?s-moderno em que vivemos, surge a necessidade de uma visA?o geral e total, de um saber global a respeito da sociedade, sua teia de relaAi??Ai??es, instituiAi??Ai??es e suas funAi??Ai??es. Exige-se a superaAi??A?o do linear, do fragmento, do unilateral. Nestes novos tempos Ai?? preciso reconhecer a necessidade da busca da reconceitualizaAi??A?o da Escola, de sua funAi??A?o e de seu fazer especAi??fico. Mas, a construAi??A?o de um novo conceito na relaAi??A?o com o jA? existente, sA? Ai?? possAi??vel num ambiente livre da inibiAi??A?o de colocar-se e do falar em igualdade de condiAi??Ai??es. Ocorre em ambiente democrA?tico, lugar do divergente, da diversidade, da explicaAi??A?o interativa das vontades e vozes coletivas.
Entendemos a proposta polAi??tico-pedagA?gica como um situar-se num horizonte de possibilidades na caminhada, no cotidiano, imprimindo uma direAi??A?o que deriva de respostas a um feixe de indagaAi??Ai??es, tais como: que educaAi??A?o queremos e que tipo de cidadA?o desejamos para a sociedade? A direAi??A?o far-se-A? ao se entender e propor uma organizaAi??A?o que se funda no entendimento compartilhado dos professores, dos alunos e demais profissionais da Escola. Surge aAi??, a necessidade de se ter no Projeto PolAi??tico PedagA?gico um permanente processo de discussA?o das prA?ticas, das preocupaAi??Ai??es (individuais e coletivas), dos obstA?culos aos propA?sitos da escola, da educaAi??A?o e de seus pressupostos de atuaAi??A?o.
Ai?? necessA?rio que os educadores conheAi??am os anseios dos pais para com seus filhos, do aluno para com seu presente e futuro, e da escola para com a comunidade e sociedade de hoje e vindoura. A descoberta desses anseios e a sua documentaAi??A?o possibilitarA?o uma caminhada uniforme, mesmo entre as diferenAi??as, e farA?o com que objetivos possam ser alcanAi??ados com maior eficiA?ncia.
Consideramos, portanto, a existA?ncia do Projeto PolAi??tico-PedagA?gico imprescindAi??vel a fim de que haja uma continuidade coerente de trabalho no universo escolar.

3. IdentificaAi??A?o da Unidade Escolar
ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAAi??A?O BA?SICA OSVALDO LUDOVICO FUCKNER
Rua SA?o Vendelino, 1302 ai??i?? 88360-000 – Guabiruba – SC
Decreto Municipal ai??i?? 020/2003 de 1o. de agosto de 2003
Registro no MEC – 42080347
Telefone / Fax: (47) 3354-4182
E-mail: escolaolf@guabiruba.sc.gov.br
Site: www.emebolf.com

CURSOS OFERTADOS:
EducaAi??A?o Infantil ai??i?? PrAi?? II e PrAi?? III
Ensino Fundamental ai??i?? 1A?. ao 9A?. ano
EducaAi??A?o Integral ai??i?? Mais EducaAi??A?o
4. DimensAi??es

4.1. DimensA?o Legal
A Lei Maior do Brasil projeta uma nova sociedade, um novo homem brasileiro, capaz de pensar e de refletir como sujeito independente. Nessa sociedade serA? fundamental respeitar o pensamento do outro, a bem de ter o seu respeitado.
No capAi??tulo destinado Ai?? educaAi??A?o, a ConstituiAi??A?o Federal invoca o ai???pluralismo de ideias e concepAi??Ai??es pedagA?gicasai??? (art. 206, III) e estabelece como objetivo da EducaAi??A?o o ai???desenvolvimento da pessoa para o exercAi??cio da cidadaniaai??? (art. 205).
A Lei de Diretrizes e Bases da EducaAi??A?o Nacional (Lei 9394 de 20/12/96) em seu artigo 1A?. assim se expressa ai???A educaAi??A?o abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivA?ncia humana, no trabalho, nas instituiAi??Ai??es de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizaAi??Ai??es da sociedade civil e nas manifestaAi??Ai??es culturaisai???. Logo a seguir, em consonA?ncia com os princAi??pios constitucionais, o legislador reitera como finalidade precAi??pua da educaAi??A?o ai???o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercAi??cio da cidadania e sua qualificaAi??A?o para o trabalho.ai???
As finalidades especAi??ficas da EducaAi??A?o BA?sica encontram-se expressas na LDB nos artigos 29 e 32:
Art. 29: ai???A educaAi??A?o infantil, primeira etapa da educaAi??A?o bA?sica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da crianAi??a atAi?? seis anos de idade, em seus aspectos fAi??sico, psicolA?gico, intelectual e social, complementando a aAi??A?o da famAi??lia e da comunidade.ai???
Art. 32: ai???O ensino fundamental, com duraAi??A?o mAi??nima de nove anos, obrigatA?rio e gratuito na escola pA?blica, terA? por objetivo a formaAi??A?o bA?sica do cidadA?o…ai???

4.2. DimensA?o Administrativa
A Prefeitura Municipal, por intermAi??dio de seus dirigentes, tem o domAi??nio administrativo da escola, sendo que, para tanto, indica e nomeia um professor para dirigir a escola e outro para realizar os trabalhos de secretaria. Ambos os cargos sA?o considerados de confianAi??a do Poder PA?blico Municipal e podem ser revistos a qualquer tempo.
Todo o trabalho administrativo estA? vinculado Ai?? Secretaria Municipal e ao Conselho Municipal de EducaAi??A?o, que coordenam, em maior instA?ncia, o processo educativo.

4.3. DimensA?o Financeira
O Poder PA?blico Municipal tem por incumbA?ncia arcar com todas as despesas decorrentes de compra e manutenAi??A?o de mA?veis, pagamento de professores e demais funcionA?rios, energia elAi??trica, transporte escolar, alimentaAi??A?o, material de consumo, limpeza, educaAi??A?o fAi??sica etc.
A APP (AssociaAi??A?o de Pais e Professores), por sua vez, responsabiliza-se pelas outras despesas decorrentes do processo escolar (material de escritA?rio, manutenAi??A?o de equipamentos eletro-eletrA?nicos, gA?s, despesas com viagens, complemento da merenda, telefone, A?gua, copiadora, impressora etc). Para isso, possui um caixa prA?prio que Ai?? constituAi??do pela cobranAi??a de mensalidades dos pais integrantes da comunidade escolar, por promoAi??Ai??es elaboradas pela instituiAi??A?o e por subvenAi??Ai??es recebidas, tais como o PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola) realizado pelo Governo Federal.

4.4. DimensA?o FAi??sica
A escola situa-se numa A?rea de 2.574 mA? e sua A?rea fAi??sica Ai?? constituAi??da da seguinte forma:

EspaAi??o FAi??sicoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? Quantidade
DiretoriaAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1
Sala de ProfessoresAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1
LaboratA?rio de InformA?ticaAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1
Quadra de EsportesAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 2
CozinhaAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1
BibliotecaAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1
Parque InfantilAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1
SanitA?rioAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 4
SanitA?rio adequado a alunos com deficiA?ncia Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? 2
Salas de AulaAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 11
Sala de EducaAi??A?o FAi??sicaAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1
DispensaAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 2
Sala para Aulas de ReforAi??oAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1
Sala para EducaAi??A?o IntegralAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1

5. VisA?o

5.1. VisA?o de EducaAi??A?o
EducaAi??A?o Ai?? um dos processos de formaAi??A?o da pessoa humana. Processo atravAi??s do qual as pessoas se inserem na sociedade, transformando a sua realidade e a dos outros.

5.2. VisA?o de escola
Ambiente que leva em conta o conjunto das dimensAi??es da formaAi??A?o humana, onde o conhecimento Ai?? compartilhado e sistematizado, tendo a tarefa de formar seres humanos com consciA?ncia de seus direitos e deveres.

5.3. VisA?o de Sociedade
Ambiente no qual o indivAi??duo estA? integrado, produzindo e reproduzindo relaAi??Ai??es sociais, problemas e propondo valores, alterando comportamentos, desconstruindo e construindo concepAi??Ai??es, costumes e ideias, onde o natural seja pensar no bem comum.

6. PrincAi??pios metodolA?gicos
– Criar condiAi??Ai??es para que o sujeito se construa como cidadA?o, enquanto constrA?i o conhecimento;
– criar oportunidades para que o sujeito estabeleAi??a relaAi??Ai??es causa-efeito, conhecido-desconhecido, particular-geral e outras;
– capacitar o sujeito para a aAi??A?o consciente na construAi??A?o de uma personalidade madura e bem integrada;
– promover a autonomia;
– estimular a pesquisa, o raciocAi??nio lA?gico, a reflexA?o e a criatividade;
– proporcionar atividades significativas e contextualizadas;
– promover relaAi??Ai??es interpessoais positivas.

7. HistA?rico da Escola
Henri Roberto Fuckner, nascido em 27 de fevereiro de 1852, em Schilesen, Alemanha, filho de Augusto Fuckner, veio para o Brasil em 1868.
Marie Schirmer, nascida em 30 de agosto de 1859, em Sacksen, Alemanha, veio para o Brasil em 1875.
Conheceram-se e casaram na cidade de Brusque no dia 30 de agosto de 1876, formando, assim, o casal Fuckner.
Marie Fuckner formou-se professora na Alemanha. Decidiu, entA?o, em 1908, ensinar o que sabia Ai??s crianAi??as da regiA?o juntamente com sua nora Cristina Fuckner. Desenvolveu essa missA?o por 20 anos.
Em 1927, seu ideal parecia ter dado um grande passo, pois havia sido consagrado um terreno para a construAi??A?o de uma sala de aula prA?ximo ao entA?o prAi??dio da Igreja Adventista.
Infelizmente, um ano depois, seu sonho teve que ser deixado de lado devido Ai?? abertura de uma escola estadual na localidade de Lageado Alto, distante 4 km. dali e, ainda, pela repressA?o aos descendentes do povo alemA?o em virtude da I Guerra Mundial.
PorAi??m, o sonho de ter uma escola organizada nA?o terminou. ApA?s muita luta de vA?rias pessoas da comunidade, a esperanAi??a renasce 29 anos mais tarde.
Foi 1957 o ano em que a Comunidade Adventista de Lageado Baixo teve sua igreja e escola funcionando no prAi??dio recAi??m-inaugurado. Era o mA?s de marAi??o e o professor que daria as aulas na entA?o Escola PrimA?ria Adventista de Lageado Baixo estava a postos.
Era o professor Waldemar Fuckner que, reunindo seus primeiros alunos de 1a. a 4a. sAi??ries na A?nica sala construAi??da para tal, desenvolveu seu magistAi??rio durante trA?s meses. Ainda no 1o. semestre a escola teve outro professor, JosAi?? Paulo de Souza, que por sua vez tambAi??m deu lugar Ai?? Professora Maierly Schmidt, que assumiu no 2o. semestre deste mesmo ano.
A primeira turma de formando de 4a. sAi??rie foi deste mesmo ano. SA?o eles: Adelina Hoefelmann, Juraci Fuckner, Erico Pollheim, Lourival Zabel, Haroldo Pollheim e Heriberto Pollheim.
A festa de formatura foi realizada no pA?tio da escola, com a apresentaAi??A?o dos formandos e entrega dos certificados.
As senhoras Dorcas fizeram um lanche, presenteado aos formandos e vendido para os convidados, revertendo o lucro Ai??s despesas da escola. Completando a festa houve uma animada social com todos os professores.
Em 1978 a Escola implantou a 5a. sAi??rie do ensino de 1o. grau e, progressivamente, a cada ano uma sAi??rie subseqA?ente, atAi?? 1981, quando apresentou a sua primeira turma de formandos de 8a. sAi??rie, num esforAi??o de igreja, escola e pais para conseguirem, com recursos prA?prios, a sua manutenAi??A?o.
A escola se orgulha, igualmente, em apresentar aqui os nomes destes alunos: Marlete Pollheim, Levi Pollheim, Jackson Pollheim, Gilson Schirmer, Altair Schirmer, Joel Fuckner, TA?nia Fuckner, Neusa Fuckner, Gisela Fuckner, Itamar Fuckner, Marise Fuckner e Gerson Zabel.
Mas foi em 1982 que a uniA?o de esforAi??os novamente levou essa comunidade ao A?nimo de construir um novo prAi??dio escolar para abrigar um maior nA?mero de crianAi??as e juvenis, tendo sido lanAi??ada a sua pedra fundamental. O terreno ainda nA?o era suficiente e, por isso, o senhor Osmar DemAi??trio doou mais um pedaAi??o, onde se encontra parte desta construAi??A?o.
Com a colaboraAi??A?o de autoridades e, especificamente, da Prefeitura Municipal de Guabiruba foi feita a terraplanagem e iniciada a construAi??A?o que, mesmo com muita luta e suor, teve que ser interrompida algumas vezes. Mas, com persistA?ncia e muita colaboraAi??A?o foi inaugurada a primeira etapa deste monumento educacional neste lugar.
Destaca-se aqui o esforAi??o e colaboraAi??A?o da Comunidade Adventista de Lageado Baixo, bem como dos amigos e autoridades que muito fizeram em prol da EducaAi??A?o Adventista. Os anos se passaram, muitas mudanAi??as foram efetuadas e, em 1984, a escola, num gesto de carinho e consideraAi??A?o pela dedicaAi??A?o e esforAi??o dos pioneiros na edificaAi??A?o da, entA?o, casa de cultos e prAi??dio escolar, quis prestar uma homenagem elegendo como seu patrono e dando-lhe o seu nome de ai???Escola Adventista Osvaldo Ludovico Fucknerai???, a quem a Comunidade Adventista de Lageado Baixo e de toda Santa Catarina tributa o seu reconhecimento. Seus filhos, hoje espalhados pelo Brasil, refletem a educaAi??A?o que aqui receberam.
Em 1988, por motivos financeiros, a escola voltou a oferecer apenas o curso primA?rio Ai?? comunidade. Deixou de ser uma escola particular, para ser escola municipal mantida pela Prefeitura Municipal de Guabiruba, porAi??m com o tAi??tulo de Escola Adventista e professores da mesma.
Em 1991, foi implantada na escola a EducaAi??A?o Infantil, sendo registrado como Jardim de InfA?ncia Adventista, onde se comeAi??ou a oferecer a prAi??-escola. A primeira professora foi a Sra. Juliana Hang Felisbino. Mais tarde, em 1998, a escola comeAi??ou a oferecer tambAi??m o Jardim, com alunos de 4 e 5 anos.
Em 2002, somando esforAi??os entre a prA?pria escola e Prefeitura Municipal de Guabiruba, a InstituiAi??A?o de Ensino passou a oferecer a 5a. sAi??rie, sendo que nos anos subseqA?entes, progressivamente, ofereceria as demais sAi??ries do Ensino Fundamental.
No mesmo ano, devido ao crescimento populacional da escola, jA? havia a necessidade de ampliaAi??A?o do prAi??dio escolar. Num esforAi??o conjunto entre o diretor da escola, Professor Jailson Pollheim, e SecretA?ria da EducaAi??A?o, Professora Vanete Comper, convenceu-se o Poder PA?blico Municipal da urgA?ncia em se construir um novo prAi??dio. No final do ano, em dezembro de 2002, iniciou-se a obra que levou 8 meses para ficar pronta. No dia 27 de julho de 2003 foi inaugurado e entregue Ai?? comunidade de Lageado Baixo o prAi??dio escolar que hoje nos abriga.
Atualmente, a escola conta com 493 alunos distribuAi??dos em 3 turmas de EducaAi??A?o Infantil e 18 de Ensino Fundamental.
No dia 09 de outubro de 2007, a escola teve inaugurada mais uma conquista: a Sala de InformA?tica. Foram inaugurados 10 computadores, sendo que 5 foram adquiridos pela APP e 5 doados pela prefeitura em convA?nio com o Estado, atravAi??s do Projeto Beija-Flor. A partir deste momento, os estudantes e a comunidade passaram a ter aulas de InformA?tica inteiramente gratuitas. AlAi??m disso, a escola passou a possuir mais uma ferramenta para fomentar a pesquisa.
Nos anos de 2009 e 2010 foram construAi??das as duas quadras de esporte da escola, oportunizando, desta forma, melhores condiAi??Ai??es de prA?tica desportivas aos estudantes da escola.
No ano de 2012, a escola, atravAi??s de iniciativa e financiamento da APP, passou a contar com um sistema de vigilA?ncia, sendo instaladas 16 cA?meras em vA?rios pontos estratAi??gicos da escola e nas salas de aula.
Em 2013, a equipe gestora do educandA?rio passou a contar com o apoio de mais um funcionA?rio. A Secretaria Municipal de EducaAi??A?o contemplou as escolas de educaAi??A?o bA?sica com orientadores pedagA?gicos. A primeira orientadora pedagA?gica da Escola Osvaldo Ludovico Fuckner foi a professora Joice Hoefelmann.
Em 2014, a escola foi completamente revitalizada. A obra contou com recursos da Secretaria Municipal de EducaAi??A?o e APP. Foram realizadas as seguintes obras no educandA?rio: pintura de todo a escola, melhorias no sistema de esgoto, reforma do telhado, colocaAi??A?o de piso nos corredores, construAi??A?o de uma despensa, reforma e pintura do parque infantil. AlAi??m disso, a APP ainda contribuiu com seis aparelhos de ar condicionado, concluindo o projeto iniciado em 2012. Desta forma, todas as dependA?ncias da escola estavam contempladas com este equipamento.
A escola foi, em 2015, pioneira na questA?o da gestA?o democrA?tica. Neste ano, foi empossada a diretoria do GrA?mio Estudantil Osvaldo Ludovico Fuckner, o primeiro grA?mio da rede de ensino municipal. Sua presidenta: Damilys LetAi??cia Storki Machado.
Em 2016, a Escola Osvaldo Ludovico Fuckner mais uma vez inovou na educaAi??A?o guabirubense. Neste ano, atravAi??s de uma parceria MEC ai??i?? SEME ai??i?? Escola foi instituAi??da a EducaAi??A?o Integral no educandA?rio. O Programa Mais EducaAi??A?o atendeu, inicialmente, a cerca de cem estudantes atravAi??s de oficinas de Apoio PedagA?gico, Horta e Pomar Escolar, Jornal Escolar e Esportes. A professora Marlete Pollheim Hoefelmann foi designada para ser a coordenadora do programa na escola. As oficinas, pagas com verbas do MEC repassadas Ai?? AssociaAi??A?o de Pais e Professores, tiveram por monitores a professora aposentada Claudete Pollheim Porto no Apoio PedagA?gico; Priscila Devai Martins Fuckner, na Horta e no Jornal Escolar; Andres Mateus Nagel, nos Esportes e na Horta; e Lucas Pereira, auxiliando durante o almoAi??o.
Seu atual diretor, Professor Alfred Nagel Neto, juntamente com os professores e demais funcionA?rios, nA?o mede esforAi??os para continuar oferecendo Ai?? comunidade um ensino de qualidade. Para tanto, conta com o apoio da Prefeitura Municipal e Secretaria da EducaAi??A?o do municAi??pio de Guabiruba, que mantAi??m a entidade; alAi??m dos esforAi??os da AssociaAi??A?o de Pais e Professores e do Conselho Escolar, oferecendo, assim, estudo gratuito para todos os alunos.
Para constar, seguem os nomes dos respectivos professores para cada ano de ensino da referida instituiAi??A?o:

1957
Waldemar Fuckner
JosAi?? Paulo de Souza
Maierly Schmidt

1958-1961
Agostinho Martinez

1962
Agostinho Martinez
Vilma GonAi??alves

1963
Vilma GonAi??alves
Querino Zabel
Waldemar Fuckner

1964 e 1965
Hirman K. Melo

1966 e 1967
Adenir de Oliveira

1968 a 1971
Juraci da Maia Zabel

1972
Juraci da Maia Zabel
Roseli dos Santos

1973
Roseli dos Santos

1974
Teresa Fuckner

1975
Teresa Fuckner
Ursula Knocker
1976
Teresa Fuckner

1977
Teresa Fuckner
Pedro Rosa dos Santos

1978
Pedro Rosa dos Santos
Suzzi Silva dos Santos
Ursula Knocker
Claudete Pollheim

1979
Josias Borges Vargas
Eurico Muniz
Ursula Knocker
Claudete Pollheim

1980
PetronAi??lio dos Santos
Rita dos Santos
Erica dos Santos
Ursula Knocker

1981
Juraci Zabel
Erica Fuckner
Marli V. Martins
Ursula Knocker
Iria Schirmer

1982
Juraci Zabel
Erica Fuckner
Claudete Pollheim
Ursula Knocker

1983
Valdori Locatelli
Erica Fuckner
Claudete Pollheim
Ursula Knocker

1984
Valdori Locatelli
Erica Fuckner
Claudete Pollheim
Ursula Knocker
Eliseu Calson

1985
Valdori Locatelli
Solange do Prado Zabel
Claudete P. Porto
Eliseu Calson
JuAi??ara Denise Pollheim
Solange P. LAi??schner

1986
Eliseu Calson
JuAi??ara Denise Pollheim
Claudete P. Porto
Janir Marileia Pollheim
Ursula Knocker
Iria Calson
Marlete Pollheim
Joel Fuckner

1987
Eliseu Calson
Marlete Pollheim
JuAi??ara D. Pollheim
Claudete P. Pollheim
Janir Marileia Pollheim
Rosa Ana Pollheim
Maria Nita Paim
Ursula Knocker

1988
Claudete Pollheim Porto
Marlete P. Hoefelmann
JuAi??ara D. Pollheim

1989
Claudete Pollheim Porto
Marlete P. Hoefelmann
JuAi??ara D. Pollheim

1990
Claudete Pollheim Porto
Marlete P. Hoefelmann
JuAi??ara D. Pollheim
Sonia Zabel

1991
Claudete Pollheim Porto
Marlete P. Hoefelmann
JuAi??ara D. Pollheim
Juliana Felisbino

1992
Claudete Pollheim Porto
Marlete P. Hoefelmann
Sonia Zabel
Rosa Ana Pollheim Heffelmann
JuAi??ara D. Pollheim

1993 – 1997
Claudete Pollheim Porto
Marlete P. Hoefelmann
Sonia Zabel
Rosa Ana Pollheim Heffelmann
Janir Marileia Pollheim
Juraci da Maia Zabel
TA?nia Pollheim – servente

1998
Jailson Pollheim – Diretor
Claudete Pollheim Porto ai??i?? 1a. SAi??rie
Marlete P. Hoefelmann ai??i?? 3a. SAi??rie
Sonia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi??-escola
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? 4a. SAi??rie
Janir Marileia Pollheim ai??i?? 2a. SAi??rie
Wellington Fuckner ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Adriana L. L. Fuckner ai??i?? PrAi??-escola
Daniela de O. F. Pollheim ai??i?? Jardim III
Zenaide Prange – servente
1999
Jailson Pollheim – Diretor
Claudete Pollheim Porto ai??i?? 1a. SAi??rie
Marlete P. Hoefelmann ai??i?? 3a. SAi??rie
Sonia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi??-escola
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? 4a. SAi??rie
Janir Marileia Pollheim ai??i?? 2a. SAi??rie
Wellington Fuckner ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Adriana L. L. Fuckner ai??i?? PrAi??-escola
Daniela de O. F. Pollheim ai??i?? Jardim III
Jean do Prado Fuckner ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Zenaide Prange – servente

2000
Jailson Pollheim – Diretor
Claudete Pollheim Porto ai??i?? 1a. SAi??rie / Jardim II
Marlete P. Hoefelmann ai??i?? 3a. SAi??rie
Sonia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi??-escola
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? 4a. SAi??rie
Janir Marileia Pollheim ai??i?? 2a. SAi??rie
Daniela de O. F. Pollheim –
Jean do Prado Fuckner ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Charlene Samara Soares ai??i?? 1a. SAi??rie
Zenaide Prange ai??i?? servente

2001
Jailson Pollheim – diretor
Claudete Pollheim Porto ai??i?? 1a. SAi??rie e Jardim III
Marlete P. Hoefelmann ai??i?? 3a. SAi??rie
Sonia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi??-escola
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? 4a. SAi??rie
Janir Marileia Pollheim ai??i?? 2a. SAi??rie e Jardim II
Juraci da Maia Zabel ai??i?? 4a. SAi??rie
Sandra Mara Garcia Vieira – Servente

2002
Jailson Pollheim – Diretor
Claudete Pollheim Porto ai??i?? Jardim III e 4a. SAi??rie
Marlete P. Hoefelmann ai??i?? 1a. SAi??rie
Sonia Zabel Hoefelmann ai??i?? Jardim II e PrAi??-escola
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? 2a. SAi??rie
Janir Marileia Pollheim ai??i?? 1a. e 3a. SAi??rie
Daniela de O. F. Pollheim – CiA?ncias
Claiton Pollheim ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Simoni Cristina Wanat – HistA?ria
Rosana Comper Pollheim – SecretA?ria
Neusa Fuckner Pollheim – Artes
Malton de Oliveira Fuckner – PortuguA?s
Leandro Alfarth – InglA?s
Rosangela M. Schaefer ai??i?? ReligiA?o e Artes
AndrAi??a Mariley Moser – CiA?ncias
Joice Hoefelamann – MatemA?tica
Cristiano Pollheim ai??i?? CiA?ncias e HistA?ria
Marilete Silveira Condori ai??i?? 4a. SAi??rie
Sandra Mara Garcia Vieira – Servente
Silveney V. Schirmer – Servente

2003
Jailson Pollheim – Diretor
Claudete Pollheim Porto ai??i?? Jardim III e 2a. SAi??rie
Marlete P. Hoefelmann ai??i?? 1a. SAi??rie
Sonia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi??-escola e 2a. SAi??rie
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? Jardim II
Janir Marileia Pollheim ai??i?? 3a. e 4a. SAi??rie
Sandra Mara Garcia Vieira ai??i?? ReligiA?o e CiA?ncias
Cristiano Pollheim – HistA?ria
Rosana Comper Pollheim – SecretA?ria
DinA? Maria Vicentini ai??i?? InglA?s e Geografia
Eunice F. Schirmer ai??i?? 1a. SAi??rie
Lisete Paschoal ai??i?? PortuguA?s e CiA?ncias
Neusa Fuckner Pollheim – Artes
Joice Hoefelmann ai??i?? MatemA?tica e Artes
LetAi??cia do Prado Zabel ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Silveney Vieira Schirmer – Servente
Sonia Silva Santos – Servente
Salvelina Rezini – Servente
Niclanda H. Pollheim – Servente
Isolete LAi??schner
LAi??lian Dalva Z. Zimermann

2004
Jailson Pollheim – Diretor
Marlete P. Hoefelmann ai??i?? 1a. SAi??rie, Geografia e ReligiA?o
Sonia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi??-escola e 3a. SAi??rie
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? Jardim II e 4a. SAi??rie
Janir Marileia Pollheim ai??i?? BibliotecA?ria e Coordenadora
Sandra Mara Garcia Vieira ai??i?? PrAi??-escola
Cristiano Pollheim ai??i?? MatemA?tica
Rosana Comper Pollheim – SecretA?ria
Carina Aparecida Benvenutti ai??i?? HistA?ria e Artes
Eunice F. Schirmer ai??i?? 1a. SAi??rie
Lisete Paschoal – PortuguA?s
Neusa Fuckner Pollheim – MA?sica
Carla Westarb – InglA?s
LetAi??cia do Prado Zabel ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica, InglA?s e Jardim III
Marilene Pollheim Fuckner – Servente
Sonia Silva Santos – Monitora
LAi??lian Dalva Z. Zimermann – Servente
Isolete LAi??schner – Servente
Thomaz Nagel – CiA?ncias
Francieli Comper ai??i?? 3a. SAi??rie
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim ai??i?? 2a. SAi??rie
Vagner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Ivone MarcAi??lio – Servente

2005
Alfred Nagel Neto – Diretor
Marlete P. Hoefelmann – SecretA?ria
Niclanda H. Pollheim – Servente
Janir Marileia Pollheim ai??i?? 1a. e 4a. SAi??rie
Rosa Ana Polheim Heffelmann ai??i?? PrAi??-escola e 3a. SAi??rie
Sonia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi??-escola e 3a. SAi??rie
Jailson Pollheim ai??i?? EducaAi??A?o Religiosa e LAi??ngua Portuguesa
Cristiano Pollheim ai??i?? MatemA?tica e CiA?ncias
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim ai??i?? 2a. SAi??rie
Eunice F. Schirmer ai??i?? Jardim III
Francieli Comper ai??i?? 2a. e 4a. SAi??rie
LetAi??cia do Prado Fuckner Zabel ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Carina Aparecida Benvenutti Sgrott – HistA?ria
TA?nia Comper – Servente
Vagner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Thomaz Nagel – CiA?ncias
Ivone R. MarcAi??lio – Servente
Isolete L. Pollheim – Servente
Veluma Westarb ai??i?? InglA?s
Hamurabi da Silva – Artes
Lucimara Schlindwein ai??i?? CiA?ncias e Geografia
Danusa Vilena dos Santos ai??i?? Jardim II
Joice Hoefelmann ai??i?? 1a. SAi??rie
MA?nica Riffel
Sonia Silva Santos
LAi??lian Dalva Z. Zimermann

2006
Alfred Nagel Neto ai??i?? Diretor
Marlete Pollheim Hoefelmann ai??i?? SecretA?ria
Ivone Roling MarcAi??lio ai??i?? Servente
Niclanda Hein Pollheim ai??i?? Servente
Isolete LAi??schner Polheim ai??i?? Servente
TA?nia Aparecida Comper ai??i?? Servente
Alvina Ebel – Servente
Veluma Westarb ai??i?? InglA?s
MA?rcia C. Nogueira ai??i?? Artes (5a. a 8a.)
Claudete Pollheim Porto ai??i?? Aulas de ReforAi??o
Janir Marileia Pollheim ai??i?? 1a. e 4a. sAi??ries
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? 3a. sAi??rie
Francieli Comper ai??i?? 2a. e 4a. sAi??ries
Eunice F. Schirmer ai??i?? Jardim III e 2a. SAi??rie
SA?nia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi??-Escolar e 3a. SAi??rie
VA?gner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (5a. a 8a.)
JaAi??lson Pollheim ai??i?? LAi??ngua Portuguesa
Danusa Vilena dos Santos ai??i?? PrAi??-Escolar
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim ai??i?? 1a. sAi??rie
LetAi??cia do Prado Fuckner Zabel ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (1a. a 4a.)
Carina Aparecida Benvenutti Sgrott ai??i?? HistA?ria
Maria Simone Fischer ai??i?? Geografia e CiA?ncias
Jaqueline Olinda dos Santos ai??i?? Artes (1a. a 4a.)
Marcelo do Nascimento ai??i?? MatemA?tica
Daiane Nara Vicentini ai??i?? Jardim II
Lucimara Schlindwein ai??i?? CiA?ncias
Alexandre Becker ai??i?? MatemA?tica
Sandra Garcia Vieira ai??i?? Artes
ClAi??ber Pollheim ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (1a. e 4a.)

2007
Alfred Nagel Neto ai??i?? Diretor
Marlete Pollheim Hoefelmann ai??i?? SecretA?ria
Ivone Roling MarcAi??lio ai??i?? Servente
Isolete LAi??schner Pollheim ai??i?? Servente
Niclanda Hein Pollheim ai??i?? Servente
Maria das Dores Romani ai??i?? Servente
Alvina Ebele ai??i?? Servente
Claudete Pollheim Porto ai??i?? Aulas de reforAi??o
Carline Schlindwein Batschauer ai??i?? InformA?tica
Mara Cristina LAi??schner Dalbosco ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (1a. a 4a.)
Regiane Debatin ai??i?? Artes (1a. a 4a.)
SA?nia Zabel Hoefelmann ai??i?? PrAi?? II e PrAi?? III
Francieli Comper Dalbosco ai??i?? 1a. SAi??rie
JaAi??lson Pollheim ai??i?? 2a. e 4a. sAi??ries
DinA? Maria Vicentini Siegel ai??i?? 2a. SAi??rie
Janir MarilAi??ia Pollheim ai??i?? 3a. SAi??ries
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim ai??i?? 4a. SAi??rie
MarAi??lia Haag ai??i?? LAi??ngua Portuguesa
Sandra Mara Garcia Vieira ai??i?? LAi??ngua Portuguesa e Geografia
Marcelo do Nascimento ai??i?? MatemA?tica
Cristiano Pollheim ai??i?? HistA?ria e Artes
Maria Simone Fischer ai??i?? Geografia
Thomaz Nagel ai??i?? CiA?ncias
VA?gner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
ThaAi??se Pollheim ai??i?? Artes
Jaqueline Baron ai??i?? ReligiA?o
Joice Hoefelmann ai??i?? MatemA?tica
Veluma Westarb ai??i?? InglA?s
Lucimara Schlindwein ai??i?? CiA?ncias
Carina Aparecida Benvenutti Sgrott ai??i?? HistA?ria

2008
Alfred Nagel Neto ai??i?? Diretor
Marlete Pollheim Hoefelmann ai??i?? SecretA?ria
Ivone Roling MarcAi??lio ai??i?? Servente
Isolete LAi??schner Pollheim ai??i?? Servente
Niclanda Hein Pollheim ai??i?? Servente
Maria das Dores Romani ai??i?? Servente
Ivanir Rodrigues – Servente
Claudete Pollheim Porto ai??i?? Aulas de reforAi??o
Camila Hoefelmann – InformA?tica
Francieli Comper Dalbosco ai??i?? 1a. SAi??rie
Janir MarilAi??ia Pollheim ai??i?? 2A?. SAi??rie
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim ai??i?? 3A?. e 4A?. SAi??ries A
JaAi??lson Pollheim ai??i?? 3A?. e 4A?. SAi??ries B
MarAi??lia Haag ai??i?? LAi??ngua Portuguesa
Sandra Mara Garcia Vieira ai??i?? LAi??ngua Portuguesa, HistA?ria e ReligiA?o
Marcelo do Nascimento ai??i?? MatemA?tica
Ai??dson Osvaldo Fuckner ai??i?? MatemA?tica
Carina Aparecida Benvenutti Sgrott ai??i?? HistA?ria
Lucimara Schlindwein ai??i?? Geografia
Vagner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
LetAi??cia do Prado Fuckner Zabel ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
RA?bson Erthal ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Veluma Westarb ai??i?? InglA?s
ThaAi??se Alexandra Pollheim ai??i?? Artes
Jaqueline Baron ai??i?? Artes
Carlene Dalbosco ai??i?? CiA?ncias
Jair Soares de Oliveira ai??i?? CiA?ncias
Carine Schumacher ai??i?? EducaAi??A?o Infantil
Joice Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o Infantil

2009
Alfred Nagel Neto ai??i?? Diretor
Marlete Pollheim Hoefelmann ai??i?? SecretA?ria
Ivone Roling MarcAi??lio ai??i?? Servente
Isolete LAi??schner Pollheim ai??i?? Servente
Niclanda Hein Pollheim ai??i?? Servente
Maria das Dores Romani ai??i?? Servente
Jocelina Santos ai??i?? Servente
Claudete Pollheim Porto ai??i?? Secretaria
Camila Hoefelmann ai??i?? InformA?tica
Marina Schlindwein Baron ai??i?? 1A?. ano
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim ai??i?? 2A?. Ano B e 4A?. SAi??rie A
JaAi??lson Pollheim ai??i?? 2A?. Ano A e 4A?. SAi??rie B
Janir MarilAi??ia Pollheim ai??i?? 3A?. ano
Ana Maria de Souza Wippel ai??i?? Artes (SAi??ries Iniciais)
LetAi??cia do Prado Fuckner Zabel ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (SAi??ries Iniciais)
Lisiane Rossato Moro ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (SAi??ries Iniciais)
MaraAi??za LeA?o ai??i?? LAi??ngua Portuguesa
Priscila Fuckner ai??i?? LAi??ngua Portuguesa
Marcelo do Nascimento ai??i?? MatemA?tica
Ai??dson Osvaldo Fuckner ai??i?? MatemA?tica
Carina Aparecida Benvenutti Sgrott ai??i?? HistA?ria
Lucimara Schlindwein ai??i?? Geografia e HistA?ria
Vagner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Veluma Westarb ai??i?? InglA?s
ThaAi??se Alexandra Pollheim ai??i?? Artes
Carlene Dalbosco ai??i?? CiA?ncias
Thomaz Nagel ai??i?? CiA?ncias
Jair Soares de Oliveira ai??i?? Geografia
Rute Fuckner – ReligiA?o
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? EducaAi??A?o Infantil
Joice Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o Infantil
SA?nia Zabel Hoefelmann ai??i?? ReforAi??o

2010
Alfred Nagel Neto ai??i?? Diretor
Marlete Pollheim Hoefelmann ai??i?? SecretA?ria
Ivone Roling MarcAi??lio ai??i?? Servente
Isolete LAi??schner Pollheim ai??i?? Servente
Niclanda Hein Pollheim ai??i?? Servente
Zenaide Ermelino Pollheim ai??i?? Servente
Roseli Aparecida GonAi??alves ai??i?? Servente
RosA?ngela Moretti ai??i?? Servente
Claudete Pollheim Porto ai??i?? Secretaria
SA?nia Zabel Hoefelmann ai??i?? ReforAi??o
WA?gner Fischer Westarb ai??i?? Monitor InformA?tica
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? EducaAi??A?o Infantil
Joice Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o Infantil
Marina Schlindwein Baron ai??i?? 1A?. ano
Daniela de Oliviera Fuckner Pollheim ai??i?? 2A?. ano A
Valdete do Vale Santos ai??i?? 2A?. ano B
JaAi??lson Pollheim ai??i?? 3A?. ano A
Isabel Voss Teixeira ai??i?? 3A?. ano B
Janir MarilAi??ia Pollheim ai??i?? 4A?. anos A e B
MA?rcia Hochsprung Watanabe ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (E.I. e S.I.)
Mara LAi??schner Dalbosco ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (E.I.)
Silmara S. Schlindwein ai??i?? Artes (SAi??ries Iniciais)
Gustavo Couto de Carvalho ai??i?? HistA?ria
Carlene Dalbosco ai??i?? CiA?ncias
Felipe Couto de Carvalho ai??i?? MatemA?tica
Marcelo do Nascimento ai??i?? MatemA?tica
Veluma Westarb ai??i?? InglA?s
Luciana Schlindwein ai??i?? InglA?s
MarAi??lia Haag ai??i?? PortuguA?s
Gabriela Schlindwein ai??i?? PortuguA?s
Jaqueline Baron ai??i?? Geografia
CAi??nthia FA?rbringer ai??i?? Geografia
Jair Soares de Oliveira ai??i?? Artes e ReligiA?o
Aledusa Seibert ai??i?? Artes
Sheila Fuckner ai??i?? ReligiA?o
VA?gner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica

2011
Rosa Ana Pollheim Heffelmann – PrAi?? II-A e PrAi?? III-A
Joice Hoefelmann – PrAi?? II-B e PrAi?? III-B
Altair Farias JA?nior – EducaAi??A?o FAi??sica (PrAi?? II-B)
MA?rcia Watanabe – EducaAi??A?o FAi??sica (PrAi?? II-A ao 5A?.)
Janir Marileia Pollheim – 1A?. Anos A e B
Juliana Tridapalli – 2A?. Ano
Daniela O. F. Pollheim – 3A?. Ano A
Valdete do Vale Santos – 3A?. Ano B
Marina Schlindwein Baron – 4A?. Anos A e B
JaAi??lson Pollheim – 5A?. Ano A
Susan Heffelmann – 5A?. Ano B
WA?gner Westarb – InformA?tica
SA?nia Zabel Hoefelmann – ReforAi??o (1A?. ao 5A?. Ano)
Leide L. E. Moreira – Artes (1A?. ao 5A?.)
MarAi??lia Haag – LAi??ngua Portuguesa (5A?., 6A?. A, 7A?. e 8A?.)
Gabriela Schlindwein – LAi??ngua Portuguesa (6A?. B e C)
Marcelo do Nascimento – MatemA?tica (7A?. A e B, 8A?. A e B)
Felipe de Carvalho – MatemA?tica (5A?., 6A?. e AceleraAi??A?o)
Lucimara Schlindwein – HistA?ria
CAi??nthia FA?rbringer – Geografia
Vagner Hoefelmann – EducaAi??A?o FAi??sica
Veluma Westarb – InglA?s (5A?. a 8A?.)
Luciana Schlindwein – InglA?s (4A?., 5A?. e AceleraAi??A?o)
Aledusa Seibert – Artes
Carlene Dalbosco – CiA?ncias
Ivone MarcAi??lio, Roseli GonAi??alves, Isolete Pollheim, Niclanda Pollheim e Helena Voss Zimermann – Serventes
Claudete Pollheim Porto – Biblioteca / Projetos
Luciano Fuckner – Fanfarra
Marlete Pollheim Hoefelmann – SecretA?ria
Alfred Nagel Neto – Diretor

2012
Rosa Ana Pollheim Heffelmann – PrAi?? II-A e PrAi?? III-A
Maria de FA?tima Pereira – PrAi?? III-B
Susiane P. Hodecker ai??i?? ContaAi??A?o de HistA?rias
Elaine Cecato ai??i?? Artes (EducaAi??A?o Infantil)
KA?tia Schmitt ai??i?? InformA?tica
LetAi??cia do Prado Fuckner Zabel ai??i?? Hora de Brincar
MA?rcia Watanabe – EducaAi??A?o FAi??sica (PrAi?? II-A ao 5A?.)
Janir Marileia Pollheim – 1A?. Anos A e C
Joice Hoefelmann ai??i?? 1A?. Ano B e 5A?. Ano B
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim – 2A?. Ano A
JAi??ssica Pollheim – 2A?. Ano B
Susan Heffelmann – 3A?. Anos
Marina Schlindwein Baron – 4A?. Anos
JaAi??lson Pollheim – 5A?. Ano A
WA?gner Westarb ai??i?? Monitor de InformA?tica
SA?nia Zabel Hoefelmann – ReforAi??o (1A?. ao 5A?. Ano)
Ariana Aparecida de Liz – Artes (1A?. ao 5A?.)
MarAi??lia Haag – LAi??ngua Portuguesa
Marcelo do Nascimento – MatemA?tica (6A?. Anos e 7A?. SAi??ries)
Freddy VinAi??cius da Costa ai??i?? MatemA?tica (6A?. SAi??rie e 8A?. SAi??ries)
Lucimara Schlindwein – HistA?ria e ReligiA?o (6A?. a 8A?. SAi??ries)
CAi??nthia FA?rbringer – Geografia
Vagner Hoefelmann – EducaAi??A?o FAi??sica
Veluma Westarb – InglA?s (6A?. Anos, 7A?. e 8A?. SAi??ries)
Luciana Schlindwein – InglA?s (4A?., 5A?. e 6A?. SAi??rie)
Gustavo Couto de Carvalho – Artes
Carlene Dalbosco – CiA?ncias
Avanilda A. de Carvalho ai??i?? ReligiA?o (6A?. Anos)
Ivone MarcAi??lio, Roseli GonAi??alves, Isolete Pollheim, Niclanda Pollheim e Donizete Gums – Serventes
Claudete Pollheim Porto – Biblioteca / Projetos
Marlete Pollheim Hoefelmann – SecretA?ria
Alfred Nagel Neto – Diretor

2013
Rosa Ana Pollheim Heffelmann – PrAi?? II e PrAi?? III
MA?nica Riffel ai??i?? ContaAi??A?o de HistA?rias
Altair Farias JA?nior – EducaAi??A?o FAi??sica (PrAi?? II ao 5A?.)
Huened Katlin Coelho – 1A?. anos A e B
Priscila DemAi??trio ai??i?? 2A?. ano A
Adriana do Nascimento ai??i?? 2A?. ano B
Fernanda Rocha ai??i?? 2A?. ano C
Jair Soares de Oliveira ai??i?? 3A?. ano A
JAi??ssica Pollheim ai??i?? 3A?. ano B
Susan do Amaral Heffelmann ai??i?? 4A?. ano
Araci Helena Soares Wilbert ai??i?? 5A?. anos A e B
MA?rcia Maria DemAi??trio ai??i?? Artes (PrAi?? ao 5A?. ano)
Thuany Susan Pollheim ai??i?? InglA?s (1A?. ao 5A?. ano)
Camila Hoefelmann de Lima ai??i?? Monitora de InformA?tica
Janir Marileia Pollheim – ReforAi??o (1A?. ao 5A?. Ano)
JaAi??lson Pollheim – LAi??ngua Portuguesa (7A?. e 8A?. sAi??ries)
Elisabeth Bueno Backes ai??i?? LAi??ngua Portuguesa (6A?. e 7A?. anos)
Freddy VinAi??cius da Costa ai??i?? MatemA?tica (6A?. e 7A?. anos e 8A?. SAi??ries)
Leandro Felipi da Silva ai??i?? MatemA?tica (7A?. sAi??ries)
Dioney Sartor – HistA?ria
CAi??nthia FA?rbringer – Geografia
Vagner Hoefelmann – EducaAi??A?o FAi??sica
Veluma Westarb – InglA?s (7A?. Anos e 8A?. SAi??ries)
Odair JosAi?? DemAi??trio – InglA?s (6A?. anos e 7A?. sAi??ries) e ReligiA?o
Michelle Pollheim Schirmer – Artes
Carlene Dalbosco – CiA?ncias
Sueli A. Kolodi ai??i?? Servente
Roseli GonAi??alves ai??i?? Servente
Isolete Pollheim ai??i?? Servente
Niclanda Pollheim ai??i?? Servente
Donizete Gums ai??i?? Servente
Diomara A. S Moraes ai??i?? Cuidadora
Rafaela dos Santos ai??i?? Professora de InclusA?o
Joice Hoefelmann ai??i?? Orientadora Educacional
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim – SecretA?ria
Alfred Nagel Neto – Diretor

2014
Rosa Ana Pollheim Heffelmann – PrAi?? II e PrAi?? III – A
Priscila DemAi??trio ai??i?? PrAi?? III – B
MA?nica Riffel ai??i?? ContaAi??A?o de HistA?rias
Altair Farias JA?nior – EducaAi??A?o FAi??sica (PrAi?? II ao 4A?.)
Huened Katlin Coelho ai??i?? Professora de InclusA?o
Araci Helena Soares Wilbert ai??i?? 1A?. e 5A?. ano
Susan do Amaral Heffelmann ai??i?? 2A?. ano A e 3A?. ano B
Michelle Pollheim Schirmer ai??i?? 2A?. ano B
Jair Soares de Oliveira ai??i?? 3A?. ano A
Adriana do Nascimento ai??i?? 3A?. ano C
Marlete Pollheim Hoefelmann ai??i?? 4A?. anos A e B
MA?rcia Maria DemAi??trio ai??i?? Artes (PrAi?? ao 5A?. ano)
Thuany Susan Pollheim ai??i?? InglA?s (Anos Iniciais e 6A?. e 7A?. anos e 8A?. sAi??rie))
Camila Hoefelmann de Lima ai??i?? Monitora de InformA?tica
Janir Marileia Pollheim – ReforAi??o (1A?. ao 5A?. Ano)
JaAi??lson Pollheim – LAi??ngua Portuguesa (7A?. ano e 8A?. sAi??rie)
Tainara Coelho ai??i?? LAi??ngua Portuguesa (6A?. e 8A?. anos)
Freddy VinAi??cius da Costa ai??i?? MatemA?tica
Cristiano Pollheim – HistA?ria
CAi??nthia FA?rbringer – Geografia
Vagner Hoefelmann – EducaAi??A?o FAi??sica (5A?. ano e anos finais)
Veluma Westarb – InglA?s (7A?. e 8A?. Anos)
Carlene Dalbosco – CiA?ncias
Rosineia Soares de Souza ai??i?? Servente
Roseli GonAi??alves ai??i?? Servente
Isolete Pollheim ai??i?? Servente
Niclanda Pollheim ai??i?? Servente
Donizete Gums ai??i?? Servente
Joice Hoefelmann ai??i?? Orientadora Educacional
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim – SecretA?ria
Alfred Nagel Neto – Diretor

2015
Araci Helena Soares Wilbert ai??i?? PrAi?? I e II
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? PrAi?? III
Adriana Kohler ai??i?? ContaAi??A?o de histA?ria
Eliza Stedile Ebel ai??i?? ContaAi??A?o de histA?ria
DinA? Maria Vicentini Siegel ai??i?? 1A? anos
Adriana Soares Oexsler do Nascimento ai??i?? 2A? ano
Jair Soares de Oliveira ai??i?? 3A? ano A
Catiane Buss Dalcegio ai??i?? 3A? ano B
Raquel Regina Rothermel ai??i?? 3A? ano C
Alex Lennon de Souza ai??i?? 4A? ano A
Susan do Amaral Heffelmann ai??i?? 4A? ano B e C
Marlete Pollheim Hoefelmann ai??i?? 5A? anos
Tainara Coelho ai??i?? LAi??ngua Portuguesa (6A? ano A e B, 7A? ano C e 8A? anos)
JaAi??lson Pollheim ai??i?? LAi??ngua Portuguesa (7A? ano A e B e 9A? anos)
Carlene Dalbosco ai??i?? CiA?ncias (7A? ano A, 8A? ano A e B e 9A? anos)
Diana Ebele Horst ai??i?? CiA?ncias (6A? anos)
Ai??derson Carlos de Camargo JA?nior ai??i?? CiA?ncias (7A? ano B e C)
Cristiano Pollheim ai??i?? HistA?ria e ReligiA?o
VA?gner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (5A? anos e anos finais)
CAi??nthia FA?rbringer ai??i?? Geografia (6A? anos, 7A? ano A, 8A? ano A e 9A? anos)
Rosane Golynski Nogueira ai??i?? Geografia (7A? ano B e C e 8A? ano A)
Freddy VinAi??cius da Costa ai??i?? MatemA?tica (6A? anos e 9A? anos)
Pedro AndrAi?? Gastaldi ai??i?? MatemA?tica (7A? anos e 8A? anos)
Thuany Susan Pollheim ai??i?? InglA?s
Gilberto Debatin JA?nior ai??i?? Artes (Anos Finais)
Vanderlei Hoefelmann ai??i?? Artes (EducaAi??A?o Infantil e Anos Iniciais)
Altair Farias JA?nior ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica (EducaAi??A?o Infantil a 4A? anos)
Camila Hoefelmann de Lima ai??i?? InformA?tica
Janir Marileia Pollheim ai??i?? Apoio PedagA?gico
Ane LuAi??se Nagel ai??i?? Cuidadora
Niclanda Hein Pollheim ai??i?? Cozinheira
Isolete LAi??schner Pollheim ai??i?? Cozinheira
Donizeti C. M. Gums ai??i?? Servente
Roseli Aparecida GonAi??alves ai??i?? Servente
Sueli Aparecida Kolodi ai??i?? Servente
Joice Hoefelmann ai??i?? Orientadora PedagA?gica
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim ai??i?? SecretA?ria
Alfred Nagel Neto ai??i?? diretor

2016
Rosa Ana Pollheim Heffelmann ai??i?? PrAi?? II A e PrAi?? III
MA?rcia Maria DemAi??trio da Silva ai??i?? PrAi?? II B
Naiara Cristina de Lima Andrade ai??i?? ContaAi??A?o de histA?rias
ThaAi??se Alexandra Pollheim ai??i?? ContaAi??A?o de histA?ria e 5A? ano B
Susan do Amaral Heffelmann ai??i?? 1A? ano e 4A? ano B
Alex Lennon de Souza ai??i?? 2A? ano
Michele Pollheim Schirmer ai??i?? 3A? anos A e B
DinA? Maria Vicentini Siegel ai??i?? 4A? anos A e C
Jair Soares de Oliveira ai??i?? 5A? ano A
Tatiane Coelho ai??i?? LAi??ngua Inglesa (Anos Finais)
JaAi??lson Pollheim ai??i?? LAi??ngua Portuguesa
Carlene Dalbosco ai??i?? CiA?ncias
Thiago Disner Dal Sasso ai??i?? CiA?ncias
Cristiano Pollheim ai??i?? HistA?ria
Lucimara Schlindwein ai??i?? HistA?ria
VA?gner Hoefelmann ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
Altair Farias JA?nior ai??i?? EducaAi??A?o FAi??sica
CAi??nthia FA?rbringer ai??i?? Geografia
Rosane Golynski Nogueira ai??i?? Geografia
Freddy VinAi??cius da Costa ai??i?? MatemA?tica
Pedro AndrAi?? Gastaldi ai??i?? MatemA?tica
Thuany Susan Pollheim ai??i?? LAi??ngua Portuguesa e LAi??ngua Inglesa (Anos Inciais)
Gilberto Debatin JA?nior ai??i?? Artes (Anos Finais)
Vanderlei Hoefelmann ai??i?? Artes (EducaAi??A?o Infantil e Anos Iniciais)
Alan Rodrigo Rocha ai??i?? ReligiA?o
Camila Hoefelmann de Lima ai??i?? InformA?tica
Janir Marileia Pollheim ai??i?? Apoio PedagA?gico
Ane LuAi??se Nagel ai??i?? Cuidadora
Niclanda Hein Pollheim ai??i?? Cozinheira
Isolete LAi??schner Pollheim ai??i?? Cozinheira
Donizeti C. M. Gums ai??i?? Servente
Roseli Aparecida GonAi??alves ai??i?? Servente
Sueli Aparecida Kolodi ai??i?? Servente
Marlete Pollheim Hoefelmann ai??i?? Coordenadora Mais EducaAi??A?o
Joice Hoefelmann ai??i?? Orientadora PedagA?gica
Daniela de Oliveira Fuckner Pollheim ai??i?? SecretA?ria
Alfred Nagel Neto ai??i?? diretor

8. Oferta de Cursos e Turmas

Sala Ai?? Ai?? Ai??Ai?? PerAi??odoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? TurmaAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? NA?mero de alunos
4Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? Matutino Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai??Ai?? 9A?. AAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? Ai?? Ai?? 31
4Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 6A?. AAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 25
5Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 9A?. BAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 22
5Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 6A?. BAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 28
6Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 7A?. AAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 20
6Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 8A?. AAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 18
7Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 7A?. BAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 22
7Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 8A?. BAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 21
9Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 2A?. Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai??Ai?? 22
9Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 8A?. CAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 20
11Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 3A?. AAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 14
11Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 3A?. BAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 18
12Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 5A?. A Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? 26
12Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 5A?. BAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 27
13Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 4A?. AAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 17
13Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 4A?. CAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 24
14Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 4A?. BAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 18
14Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 1A?.Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 24
15Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? Mais EducaAi??A?oAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? Ai??Ai?? Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 50
15 Ai?? Ai?? Ai?? Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? Mais EducaAi??A?oAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 50
16Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MatutinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? PrAi?? IIIAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 17
16Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? PrAi?? II AAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 15
18Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? VespertinoAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? PrAi?? II BAi??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? 15

8.1. Modalidades
– EducaAi??A?o Infantil
– Ensino Fundamental
– EducaAi??A?o Integral

9. CaracterizaAi??A?o da PopulaAi??A?o

9.1. Pais e Alunos
Nossa comunidade escolar Ai?? caracterizada, em sua maioria, por famAi??lias advindas das classes mAi??dia e baixa, cuja renda oscila de um a trA?s salA?rios mAi??nimos, residindo grande parte na zona urbana (cerca de 90%).
Boa parte dos alunos atendidos pela nossa escola faz uso do transporte escolar. Nosso municAi??pio Ai?? caracterizado como um dos que apresentam maior Ai??ndice de desenvolvimento humano (IDH). Contudo, esta realidade nA?o se reflete no bairro em que a escola estA? situada.
A participaAi??A?o dos pais na nossa escola Ai?? ainda uma meta a ser aprimorada pela nossa instituiAi??A?o, embora busquem participar das reuniAi??es destinadas a discussAi??es sobre interesse geral ou quando se trata exclusivamente de questAi??es pedagA?gicas, ou seja, sobre o rendimento escolar dos filhos, dentre outros assuntos. A escolaridade dos pais de nossos alunos varia do analfabetismo ao curso superior sendo que, em sua maioria, possui o Ensino Fundamental incompleto.
No ano letivo de 2016 foram matriculados 444 alunos no colAi??gio, sendo que desta totalidade 397 alunos no Ensino Fundamental e 47 na EducaAi??A?o Infantil nos dois perAi??odos em que a escola encontra-se em funcionamento.
A faixa etA?ria dos alunos atendidos por nosso estabelecimento de ensino varia de 4 a 17 anos de idade. Temos alunos adolescentes que sA?o trabalhadores devido Ai?? necessidade de complementaAi??A?o da renda familiar.

9.2. Professores e FuncionA?rios
A Escola Municipal de EducaAi??A?o BA?sica Osvaldo Ludovico Fuckner possui atualmente um quadro de funcionA?rios atuantes em funAi??Ai??es administrativas e docentes. A escola possui em sua demanda a funAi??A?o de Diretor, de SecretA?ria, de Orientadora PedagA?gica, uma Coordenadora do Programa Mais EducaAi??A?o, duas cozinheiras, trA?s serventes, uma professora para Aulas de ReforAi??o, uma cuidadora, um Monitor de InformA?tica e vinte e seis professores nas diversas turmas e disciplinas, distribuAi??dos ao longo dos dois perAi??odos de funcionamento da escola.

10. Objetivos Gerais
– Conquistar maior autonomia para a unidade escolar, abrindo possibilidades para a realizaAi??A?o de experiA?ncias inovadoras, ousadas e desafiadoras;
– Organizar e desenvolver situaAi??Ai??es de ensino: reconhecendo e respeitando diferenAi??as relacionadas a fatores tais como nAi??vel sA?cio-econA?mico, cultura, etnia, gA?nero, religiA?o e outros; formulando objetivos de ensino contextualizados, possAi??veis de serem atingidos e expressos com clareza; selecionando conteA?dos e estratAi??gias de ensino e aprendizagem adequadas Ai??s condiAi??Ai??es dos alunos e aos objetivos pretendidos; planejando instrumentos de avaliaAi??A?o diversificados, que sejam capazes de captar a gama de resultados obtidos com situaAi??Ai??es criadas e experiA?ncias vivenciadas;
– Utilizar os conhecimentos sobre a realidade econA?mica, cultural, polAi??tica e social, para compreender o contexto em que estA? inserida a prA?tica educativa, explicando as relaAi??Ai??es entre o meio social e a educaAi??A?o e comprometendo-se com a transformaAi??A?o dessa realidade.

11. Objetivos EspecAi??ficos
– Colaborar na formulaAi??A?o de propostas de intervenAi??A?o pedagA?gica voltadas para a reorganizaAi??A?o do trabalho escolar, tendo em vista o progresso e sucesso de todos os alunos da escola;
– Possibilitar o uso pedagA?gico das novas tecnologias de informaAi??A?o e de comunicaAi??A?o, na aAi??A?o docente;
– Subsidiar a elaboraAi??A?o e execuAi??A?o de projetos, comprometendo-se com o desenvolvimento profissional, com a ampliaAi??A?o do horizonte cultural e a formaAi??A?o permanente dos docentes;
– Refletir sobre a prA?tica docente, de forma a aprimorA?-la, avaliando os resultados obtidos e sistematizando conclusAi??es a respeito;
– Possibilitar uma formaAi??A?o pedagA?gica e social, de forma que o aluno possa atuar como cidadA?o e como profissional consciente e responsA?vel, pautando-se por princAi??pios da Ai??tica, democracia, dignidade, respeito mA?tuo, justiAi??a, participaAi??A?o, responsabilidade, diA?logo e solidariedade;
– Favorecer a participaAi??A?o da comunidade na gestA?o democrA?tica da escola, integrando as diversas associaAi??Ai??es existentes (APP, Conselho Escolar, dentre outras), buscando caminhos para resoluAi??Ai??es de problemas;
– Contribuir para a construAi??A?o de uma sociedade justa, democrA?tica, fraterna e sustentA?vel;
– Favorecer as reflexAi??es e a busca de informaAi??Ai??es para a compreensA?o do significado e da importA?ncia da qualidade na educaAi??A?o democrA?tica do ensino pA?blico;
– Superar as imposiAi??Ai??es ou disputas de vontades individuais oportunizando a toda a comunidade escolar a vivA?ncia da construAi??A?o e participaAi??A?o de todos na gestA?o democrA?tica.
– Direcionar a educaAi??A?o de modo que o educando desenvolva o respeito para com a pessoa humana, o Estado e a famAi??lia e os diferentes grupos sociais e Ai??tnicos.
– Concorrer para que o aluno desenvolva as relaAi??Ai??es inter e intrapessoais coerentes com os princAi??pios filosA?ficos da unidade escolar.
– Promover atividades pedagA?gicas integradas, contAi??nuas, progressivas e harmA?nicas, que atendam o desenvolvimento integral do educando.
– Contribuir para que o indivAi??duo se integre Ai?? sociedade como um cidadA?o competente e solidA?rio.
– Promover a interaAi??A?o com os recursos cientAi??ficos e tecnolA?gicos que lhe permitam o exercAi??cio da cidadania.
– Valorizar, respeitar, expandir e apropriar-se do patrimA?nio cultural da humanidade.
– Criar condiAi??Ai??es para que o educando se habilite a buscar soluAi??Ai??es para as constantes mudanAi??as da sociedade contemporA?nea.
– assegurar a inclusA?o de alunos com deficiA?ncia, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotaAi??A?o, garantindo: acesso ao ensino regular, com participaAi??A?o, aprendizagem e continuidade.

12. Objetivos dos cursos

12.1. EducaAi??A?o Infantil
– Possibilitar o desenvolvimento integral da crianAi??a, quanto aos aspectos cognitivos, sociais, psicomotores, emocionais e fAi??sicos, complementando a aAi??A?o da famAi??lia.

12.2. Ensino Fundamental
– Oportunizar o convAi??vio com atividades significativas e contextualizadas de modo que a construAi??A?o do conhecimento concorra para que o aluno aprenda a ser, a conviver, a conhecer e a fazer.

12.3. EducaAi??A?o Inclusiva
– Oportunizar o ensino e educaAi??A?o, conforme a LDB, para indivAi??duos com necessidades especiais.

12.3.1. Forma de intervenAi??A?o
Os alunos portadores de necessidades especiais serA?o atendidos regularmente pelos professores da unidade de ensino. Inseridos em salas especAi??ficas Ai?? sua idade escolar e cronolA?gica receberA?o, ainda, acompanhamento de orientadora pedagA?gica, fonoaudiA?loga, psicA?loga e de pessoas especializadas do Atendimento Especializado e da APAE.

12.4. EducaAi??A?o Integral (Mais EducaAi??A?o)
O Projeto Mais EducaAi??A?o visa fomentar, por meio de sensibilizaAi??A?o, incentivo e apoio, projetos ou aAi??Ai??es de articulaAi??A?o de polAi??ticas sociais e implementaAi??A?o de aAi??Ai??es sA?cio-educativas oferecidas gratuitamente a crianAi??as, adolescentes e jovens.

O Programa Mais EducaAi??A?o tem como objetivo:
ai??? Elevar o Ai??ndice de aprendizagem;
ai??? Reduzir os Ai??ndices de violA?ncia escolar;
ai??? Retirar os alunos de situaAi??A?o vulnerabilidade, proporcionando melhor intercA?mbio entre clientela oportunizando-os ampliaAi??A?o de tempos e espaAi??os educativos e culturais, aproximando a escola a sua comunidade;
ai??? Criar um clima favorA?vel pedagA?gico onde toda a escola envolva-se no processo por meio do Projeto PolAi??tico PedagA?gico.

Passos que devem ser seguidos para efetivaAi??A?o da oferta do Programa na Escola:
1. Cadastrar o Plano de Atendimento (atividades) no Simec;
2. O Plano de Atendimento cadastrado no SIMEC pelas escolas serA? avaliado e aprovado pelos analisadores do MEC;
3. Para ter direito a aprovaAi??A?o do Plano para execuAi??A?o das atividades 2016, a escola deverA? estar livre de pendA?ncias com o FNDE e com seus dados cadastrais atualizados no PDDE Web;

O plano de atendimento deverA? ser executado no perAi??odo de 10 meses a partir do depA?sito efetuado pelo FNDE em conta corrente da Unidade Executora, sendo o Diretor da Escola o responsA?vel pela PrestaAi??A?o de Contas.
1. O processo de aquisiAi??A?o de materiais com os recursos do PDDE Integral segue as mesmas normas do PDDE bA?sico;
2. A carga horA?ria diA?ria do programa Ai?? de 3h em efetiva atividade pedagA?gica totalizando 15 horas mensais.
3. Cada turma deve conter 25 alunos;
4. ReuniA?o com pais e a Comunidade Escolar para informar sobre o Programa, ressaltando a importA?ncia da freqA?A?ncia do aluno as oficinas, pois a mesma estarA? atrelada ao Programa Bolsa FamAi??lia.
5. Os pais ou responsA?veis devem assinar um termo de adesA?o e compromisso.

Ai?? indispensA?vel Ai?? elaboraAi??A?o:
ai??? Plano de aAi??A?o pedagA?gico
ai??? Plano de curso bimestral
ai??? RelatA?rio de atividades semestral
ai??? CulminA?ncia por semestre
ai??? RelaAi??A?o de alunos que participam do programa
ai??? FormaAi??A?o e divisA?o de turma
ai??? HorA?rio de funcionamento das oficinas
ai??? RelaAi??A?o dos monitores por turma
ai??? Ficha de identificaAi??A?o dos coordenadores do programa
ai??? Ficha de identificaAi??A?o dos monitores
ai??? Folha de frequA?ncia para coordenadores, alunos e monitores
ai??? Acompanhamento de desempenho dos alunos
ai??? Plano financeiro
ai??? Tomada de preAi??o
ai??? PrestaAi??A?o de contas (anexos especAi??ficos)
ai??? IdentificaAi??A?o de todo material comprado com recursos do programa mais educaAi??A?o
ai??? Confeccionar banner com a logomarca do mais educaAi??A?o
ai??? Planejamento anual do monitor
ai??? RelatA?rio mensal de atividades realizadas por monitor
ai??? Acompanhamento e desempenho dos alunos
ai??? Mapeamento dos espaAi??os/escola

AtribuiAi??Ai??es do diretor da escola:
ai??? Solicitar dedicaAi??A?o Exclusiva para o Coordenador do Programa, devendo o mesmo nA?o ter outro vinculo, estA? disponAi??vel somente para o acompanhamento do programa;
ai??? Reunir os pais para informar sobre a implantaAi??A?o do Programa na Escola;
ai??? Verificar se os recursos jA? estA?o disponAi??veis tomar providA?ncias junto ao banco:
ai??? Fazer tomada de preAi??os, comprar o material de acordo com as orientaAi??Ai??es do manual Programa Mais EducaAi??A?o na Escola;
ai??? Encaminhar ofAi??cio ao Departamento de AlimentaAi??A?o Escolar da Diretoria ou Secretaria Municipal solicitando os alimentos para o almoAi??o e lanche, 15 dias antes do inAi??cio das oficinas;
ai??? Providenciar condiAi??Ai??es de oferta de banho, almoAi??o e lanche para os alunos do Programa.
ai??? Informar ao Coordenador da DRE/Secretaria de EducaAi??A?o atravAi??s de oficio o inAi??cio das oficinas;
ai??? Acompanhar o desenvolvimento das atividades;
ai??? Acompanhar as atividades do coordenador do Programa Mais EducaAi??A?o, podendo o mesmo ser substituAi??do se nA?o estiver desempenhando suas atividades a contento;
ai??? Assinar a Folha de FreqA?A?ncia do Coordenador;
ai??? Receber as Folhas de FreqA?A?ncia do Monitor e alunos do Coordenador do Programa para anexar as Pastas e encaminhar a DRE/Secretaria Municipal;
ai??? Divulgar o Programa Mais EducaAi??A?o com Faixas, cartazes e se possAi??vel na mAi??dia local;
ai??? Zelar pela funcionabilidade do Programa e integridade dos alunos durante a execuAi??A?o do Programa;
ai??? Pagar os monitores de acordo com recebimento de freqA?A?ncia, sempre no 1A? dia A?til do mA?s, com recibo e cheque individual.

AtribuiAi??Ai??es do coordenador do programa mais educaAi??A?o na escola
ai??? Coordenar, Planejar e acompanhar as atividades do Programa;
ai??? Selecionar com o Diretor os Monitores para as oficinas de acordo com as exigA?ncias do Programa;
ai??? Organizar a equipe de monitores ou oficineiros (os mesmos nA?o podem ter vinculo com estado ou municAi??pio. Para as oficinas de Letramento, disciplina crAi??tica, Direitos Humanos e todas do Macrocampo Esporte e Lazer os monitores deverA?o ser universitA?rios cursando o 4A? perAi??odo em diante. Para as demais oficinas poderA?o ser pessoas da comunidade que comprovem com documentos e currAi??culo as habilidades exigidas para desempenhar com competA?ncia a oficina);
ai??? Fazer a relaAi??A?o dos alunos junto ao Diretor;
ai??? Realizar a distribuiAi??A?o das turmas junto ao Diretor;
ai??? Elaborar junto ao Diretor horA?rio das oficinas;
ai??? Elaborar cronograma de atividades para 2012;
ai??? Participar das ReuniAi??es na SEED ou Secretaria de EducaAi??A?o sempre que solicitado (sendo obrigatA?ria sua participaAi??A?o);
ai??? Elaborar Plano de AAi??A?o PedagA?gica junto aos Monitores de acordo com o Projeto PolAi??tico PedagA?gico da Escola para encaminhar a DireAi??A?o da Escola;
ai??? Anexar CalendA?rio de ano letivo.
ai??? Orientar os Monitores na confecAi??A?o dos Planos de Curso os quais devem ser Bimestrais;
ai??? Elaborar RelatA?rio Semestral das atividades realizadas nas oficinas registrando inclusive com fotos;
ai??? Acompanhar a FrequA?ncia dos alunos, informando faltas ou evasA?o a direAi??A?o da Escola e consultar as famAi??lias para se informar da situaAi??A?o e fazer possAi??veis substituiAi??Ai??es;
ai??? Acompanhar o desenvolvimento das atividades dos monitores, inclusive faltas informando a direAi??A?o para as providencias necessA?rias;
ai??? Acompanhar a distribuiAi??A?o do lanche, almoAi??o e banho dos alunos;
ai??? Zelar pela funcionalidade do Programa e integridade dos alunos durante a execuAi??A?o do Programa.

13. EstratAi??gias

13.1. Envolver toda a comunidade escolar no processo educativo
– Dia das mA?es
– Dia dos pais
– Dia do estudante
– Semana da crianAi??a
– Projetos de Solidariedade (Comida para quem tem fome, SOS Escola, Dia de Lazer, Vestir, Leitura Viva, Trilha ecolA?gica ai??i?? Mergulho na Natureza)
– Festival de talentos
– Horta e pomar escolar
– Dia da famAi??lia na escola
– Dia da comunidade
– Jogos escolares internos
– Jogos escolares municipais
– Gincana escolar
– Proerd
– Conhecendo Santa Catarina
– Festa junina
– InclusA?o digital
– Projeto MA?ltiplos Olhares para a InclusA?o
– Escola de Pais
– Mais EducaAi??A?o
– Desfile cAi??vico e alegA?rico

13.2. Incentivar a comunidade escolar na busca do conhecimento e da partilha
– Pesquisa de campo: RegiA?o centro/norte do Estado, turismo urbano.
– Projeto: Campanha de doaAi??A?o de roupas e alimentos para creches, asilo e comunidade carente de Guabiruba.
– ExcursA?o de formandos (Curitiba).
– Formatura.

14. PrincAi??pios FilosA?ficos do Trabalho Escolar
Quando a escola assume a responsabilidade de atuar na transformaAi??A?o e na busca do desenvolvimento social, seus agentes devem empenhar-se na elaboraAi??A?o de uma proposta para a realizaAi??A?o desse objetivo.
Por isso, definimos a postura de nossa escola como a de trabalhar no sentido de formar cidadA?os conscientes, capazes de compreender e criticar a realidade, atuando na busca da superaAi??A?o das desigualdades e do respeito ao ser humano.
Na dimensA?o pedagA?gica, reside a intencionalidade da nossa escola, que Ai?? a de formar cidadA?os participativos, responsA?veis, compromissados, crAi??ticos e criativos.
Visto a realidade em que se insere nossa escola, em que a maior parte de nossos alunos pertence Ai??s classes mAi??dia e baixa e muitos oriundos do processo de migraAi??A?o, constituindo-se assim como uma escola com grandes diversidades, entendemos haver a necessidade de um tipo de formaAi??A?o que possa atender Ai??s expectativas das vivA?ncias diA?rias desses alunos e para haver a construAi??A?o de uma escola que dA? conta de atender essas caracterAi??sticas, passa-se necessariamente pelo entendimento de que se deve possibilitar a reflexA?o a partir do lugar em que ela estA? inserida, na prA?tica social dos sujeitos a fim de se reconhecer a construAi??A?o de uma identidade cultural e de um sentimento de pertencimento, condiAi??A?o fundamental para a formaAi??A?o que se almeja.
O conceito de nossa escola em torno desse tipo de educaAi??A?o, passa pelo princAi??pio de que ela deve funcionar como um local de produAi??A?o e socializaAi??A?o cultural, valorizando os saberes universais e estimulando a criaAi??A?o de novos saberes, visando ao pleno desenvolvimento do aluno.
Assim, a preocupaAi??A?o com a formaAi??A?o cidadA?, humana e abrangente vem de encontro Ai?? realidade que enfrentamos, pois muitos dos problemas sociais e educacionais em que nos deparamos, contrapAi??e-se a problemas vigentes na sociedade, em carA?ter mais amplo.
A nossa populaAi??A?o escolar define a importA?ncia da escola e um projeto de educaAi??A?o, abrangendo os seguintes aspectos:
– A escola Ai?? um local que proporciona a socializaAi??A?o do aluno;
– Ai?? um ambiente que torna possAi??vel a criticidade, desenvolve novas visAi??es de mundo, conscientiza sobre direitos e deveres, favorece a participaAi??A?o ativa e consciente do indivAi??duo em sociedade e estimula a vivA?ncia da cidadania plena;
– Favorece e complementa a formaAi??A?o integral da pessoa.
Entendemos que pensar o papel polAi??tico e pedagA?gico que a escola cumpre no interior de uma sociedade, dividida em classes sociais, dentro de um modo de produAi??A?o capitalista, implica em reconhecer a educaAi??A?o como um ato polAi??tico, que possui uma intencionalidade e, contraditoriamente, vem contribuindo, ou para reforAi??ar o modelo de sociedade, sua ideologia, a cultura e os saberes que sA?o considerados relevantes para os grupos que possuem maior poder, ou para desvelar a prA?pria forma como a escola se articula com a sociedade e seu projeto polAi??tico, constituindo-se num espaAi??o emancipatA?rio, de construAi??A?o de uma contra-ideologia, onde a cultura e os saberes dos grupos sociais que historicamente tA?m sua histA?ria negada, silenciada, distorcida, esteja em diA?logo permanente com os saberes acumulados e sistematizados na histA?ria da humanidade.
Outra questA?o de grande relevA?ncia e que deve permear todo o trabalho escolar Ai?? o de que vivemos em uma sociedade em que as minorias sociais, especificamente determinadas etnias, os deficientes, a classe baixa, padecem por conta da existA?ncia do preconceito. Muitas vezes camuflado, porAi??m, sem deixar de existir, atinge boa parte das pessoas, chegando Ai?? vivA?ncia escolar.
A prA?pria HistA?ria da Humanidade retrata a histA?ria vivida pelas minorias, em que sA?o relatados fatos como a opressA?o, a exploraAi??A?o, a aculturaAi??A?o e a violA?ncia tanto fAi??sica, como tambAi??m moral.
O homem contemporA?neo se vA? obrigado a conviver com um verdadeiro espetA?culo de diferenAi??as e percebemos claramente isso nas escolas, em que se torna complicado o nosso aluno, tanto da EducaAi??A?o Infantil como do Ensino Fundamental, conviver, aceitar e respeitar a diversidade. Por isso, a visA?o de nossa escola Ai?? de que deve haver um empreendimento no sentido de desenvolver um trabalho pedagA?gico no sentido de contribuir para a construAi??A?o de uma visA?o particular de convivA?ncia, em que nossos alunos possam debater, pesquisar e construir uma outra visA?o quanto Ai??s diversidades.
Portanto, entendemos ser necessA?rio partir de situaAi??Ai??es mais amplas, atAi?? abranger a nossa prA?pria realidade, ou seja, a nossa escola, retratando nA?o sA? as amarguras vivenciadas pelas minorias sociais ao longo do desenvolvimento da Humanidade, como tambAi??m as grandes contribuiAi??Ai??es culturais deixadas por essas minorias e que se inserem de maneira significativa nos valores contemporA?neos.
Partimos do princAi??pio de que resgatando valores de tolerA?ncia, convivA?ncia coletiva e respeito Ai??s diferenAi??as, estaremos contribuindo para que o nosso aluno possa viver e construir um tipo de sociedade diferente da que vivemos. Se nA?o for possAi??vel a extinAi??A?o do preconceito e da discriminaAi??A?o, permanece o sonho de uma sociedade mais digna para as futuras geraAi??Ai??es.
A partir da realidade em que se insere nossa escola, partimos do princAi??pio de que ela deve dar conta de formar cidadA?os conscientes de seu papel para com as mudanAi??as sociais, nA?o sendo mero expectador dos desafios enfrentados em sociedade, ser crAi??tico, contribuindo para mudanAi??as, responsA?vel, autA?nomo, solidA?rio, criativo, e capaz de responder aos desafios do mundo contemporA?neo, usando o conhecimento aprendido na escola para entender a sua realidade e contribuindo, consequentemente, para as transformaAi??Ai??es necessA?rias; e estas transformaAi??Ai??es tambAi??m estA?o ligadas Ai?? religiosidade da sociedade neste momento histA?rico, vale a pena destacar que a religiosidade pode funcionar como mecanismo de controle social. E ela passa a ser instrumentalizada dentro das diversas instituiAi??Ai??es como espiritualidade no contexto do mundo. E Ai?? dentro de uma perspectiva mais ampla de compreensA?o de religiosidade (em relaAi??A?o ao conceito de religiA?o), e de psicologizaAi??A?o de religiA?o, que, talvez, se possa entender porque a espiritualidade parece estar sendo considerada, fundamentalmente, como a procura por valores, por conexAi??es, por vivA?ncias, que transcendam a materialidade. Uma postura devida que busca sentido, significado para o ai???estarai??? no mundo (famAi??lia, trabalho) e equilAi??brio entre as diversas esferas da vida (racional, afetiva, social), enfatizando uma postura humanista diante do mundo (amor, respeito ao prA?ximo, fraternidade, ecologia).
Num processo educacional em que se trabalha a formaAi??A?o do cidadA?o de forma interdisciplinar nA?o podemos deixar de lado a visA?o educacional de que o trabalho Ai?? um dos eixos do processo educativo, porque Ai?? atravAi??s dele que o homem se modifica, ao modificar a natureza, tambAi??m se modifica uma perspectiva que incorpora a prA?pria histA?ria da formaAi??A?o humana.
Portanto, o trabalho deve ser o centro da formaAi??A?o humana em todo o ensino. Ter o trabalho como princAi??pio educativo implica em compreender a natureza da relaAi??A?o que os homens estabelecem com o meio natural e social, bem como as relaAi??Ai??es sociais em suas tessituras institucionais, as quais desenham o que chamamos de sociedade.
Assim, a educaAi??A?o Ai?? tambAi??m uma manifestaAi??A?o histA?rica do estar e do fazer humano, o que fundamenta o processo de socializaAi??A?o.

15. PrincAi??pios Norteadores da EducaAi??A?o e da Escola
A escola deve ser uma instituiAi??A?o cuja finalidade seja a de dar ao aluno a formaAi??A?o global, visando ao desenvolvimento harmonioso de sua personalidade, adotando tAi??cnicas modernas de aprendizagem, integrando-o ao meio, objetivando seu crescimento e dando-lhe oportunidade de tornar-se um ser humano basicamente feliz.
Por isso, a nossa instituiAi??A?o buscarA? ministrar seu ensino com base nos princAi??pios estabelecidos no TAi??tulo II, art. 2A? e 3A? da Lei 9.394/96 e CapAi??tulo III, sessA?o I, Art. 206, da ConstituiAi??A?o Federal, RepA?blica Federativa do Brasil, de 1988.
Essa filosofia de EducaAi??A?o Ai?? resultante de uma aAi??A?o educativa a nAi??vel nacional e contempla: ai???A EducaAi??A?o Ai?? dever da famAi??lia e do Estado, inspirada nos princAi??pios de liberdade em ideais de solidariedade humana e tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercAi??cio da cidadania e sua qualificaAi??A?o para o trabalhoai???. E ainda: ai???O ensino serA? ministrado com base nos seguintes princAi??pios:
I ai??i?? Igualdade e condiAi??Ai??es para o acesso e permanA?ncia na escola;
II ai??i?? Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III ai??i?? Pluralismo de idAi??ias e de concepAi??Ai??es pedagA?gicas;
IV ai??i?? Respeito Ai?? liberdade e apreAi??o a tolerA?ncia;
V ai??i?? CoexistA?ncia de instituiAi??Ai??es privadas de ensino;
VI ai??i?? Gratuidade de ensino pA?blico em estabelecimentos oficiais;
VII ai??i?? ValorizaAi??A?o do profissional da educaAi??A?o escola;
VIII ai??i?? GestA?o democrA?tica do ensino pA?blico, na forma desta lei e da legislaAi??A?o dos sistemas de ensino;
IX ai??i?? Garantia de padrA?o de qualidade;
X ai??i?? ValorizaAi??A?o da experiA?ncia extra-escolar;
XI ai??i?? VinculaAi??A?o entre a educaAi??A?o escolar, o trabalho e as prA?ticas sociaisai???.
A idAi??ia-chave do trabalho de nossa instituiAi??A?o respalda-se na relaAi??A?o que se pretende estabelecer com os professores, alunos e os conteA?dos de aprendizagem atravAi??s de atividades planejadas cuidadosamente. Essas deverA?o ser significativas, voltadas para os alunos e os professores deverA?o ter um propA?sito de ensinar e pensar e preparar os alunos para um futuro de resoluAi??A?o de problemas, de tomada de consciA?ncia, de decisAi??es e de aprendizagem.
Apresentamos ainda alguns eixos fundamentais da proposta de nosso trabalho pedagA?gico:
– Desenvolver a criatividade;
– ii??i??Possibilitar a resoluAi??A?o de problemas;
– ii??i??ConstruAi??A?o de competA?ncias;
– ii??i??Relacionar o conhecimento adquirido ao cotidiano dentro de um contexto e em sua globalidade;
– ii??i??Fazer com que os conteA?dos deixem de ser um fim em si mesmos e passem a ser meios para ampliar a formaAi??A?o dos alunos e sua interaAi??A?o com a realidade de forma crAi??tica e dinA?mica.
ConcluAi??mos que o ensino deve ser uma tarefa onde a reflexA?o deve ser a razA?o da escolha da rota definida, corrigindo-se rumos a cada passo dado. Os mecanismos didA?ticos e os recursos pedagA?gicos ajudam, porAi??m, sozinhos, nA?o sA?o o nA?cleo de um ensino autA?ntico.

16. Ato Situacional
Pelo fato de a educaAi??A?o vincular-se a uma visA?o de sociedade, de mulher e homem, de cultura e de conhecimento, temos, no coletivo, as seguintes visAi??es sobre a nossa realidade.

16.1. Sociedade
A sociedade atual nA?o Ai?? organizada de forma justa, devido Ai??s prA?prias condiAi??Ai??es econA?micas a que sA?o submetidas o ser humano, Ai??s nuances do mundo do trabalho, Ai??s diversidades culturais, dentre outros aspectos.
Pelo fato da existA?ncia do modelo capitalista, no qual estamos inseridos, as condiAi??Ai??es acabam gerando a mA? distribuiAi??A?o de renda e, consequentemente, as diferenAi??as exorbitantes de classe.
Todos, enquanto agentes sociais, tA?m o papel de amenizar as situaAi??Ai??es de injustiAi??as as quais nos deparamos, mas nem sempre isso acontece. PoderAi??amos chegar a uma sociedade onde se tivesse a oportunidade de cumprir os direitos e deveres de cada cidadA?o. Para isso, deveriam ser mantidos os seguintes aspectos:
– O respeito ao ser humano;
– A Ai??tica profissional e moral;
– Os bons costumes;
– O direito de sonhar com um futuro melhor;
– O patriotismo;
– A credibilidade nas aAi??Ai??es humanas, principalmente em relaAi??A?o Ai?? classe polAi??tica.
PorAi??m, entendemos tambAi??m que deveriam ser alterados, de acordo com a nossa visA?o os seguintes aspectos:
– O CA?digo Penal;
– A inversA?o de valores, onde o errado parece ser o certo, incutidos pelos meios de comunicaAi??A?o;
– A falta de seriedade das autoridades;
– A injustiAi??a e a corrupAi??A?o;
– A polAi??tica assistencialista, que acaba deseducando a populaAi??A?o.
Percebemos entA?o que, tal como estA? organizada, a sociedade exige, novas posturas do ser humano. Assim, as desigualdades sociais, as dificuldades de acesso a bens necessA?rios Ai?? sobrevivA?ncia humana, os conflitos, a intolerA?ncia, a individualidade e a prevalA?ncia do ter sobre o ser, constituem-se como grandes agravantes da vida humana no mundo contemporA?neo.

16.2. Escola
A escola surgiu da necessidade de transmitir os conhecimentos acumulados pela Humanidade e no decorrer do tempo foi assumindo um papel mais amplo, estendendo-se Ai?? educaAi??A?o de valores e atAi?? ao ai???assistencialismoai???.
Os saberes repassados pela escola, muitas vezes, atendem Ai??s polAi??ticas pA?blicas, uma ideologia de governo e na atualidade, tA?m-se a concepAi??A?o de que a instituiAi??A?o escolar deve informar e formar o aluno, o que acaba interferindo na qualidade de ensino, devido Ai??s suas mA?ltiplas responsabilidades.
Diante da real situaAi??A?o, vemos que nA?o existe escola ideal para todos, pois nA?o consegue atender Ai??s diferenAi??as, trabalhando somente com a igualdade. Assim, a desigualdade Ai?? ignorada, o que acaba gerando a exclusA?o.
Nas questAi??es emergentes da sociedade, muitas vezes a escola responde ora de forma alheia, se omitindo e Ai??s vezes, de forma alienada, nA?o assumindo posiAi??Ai??es, o que acaba dando vazA?o para a nA?o-soluAi??A?o dos problemas.
Para que melhor possa atender a formaAi??A?o dos alunos, a escola deve assumir a funAi??A?o de formar o cidadA?o completo: afetivo, emocional, social e cognitivo. Se for levado em conta somente o conhecimento pelo conhecimento, nA?o estarA? sendo dada a devida importA?ncia Ai??s necessidades contemporA?neas.
Assim, entendemos que o grande desafio da escola Ai?? o de acolher, oferecer e proporcionar todo tipo de condiAi??A?o para que quem nela entre, sinta prazer e possa nela permanecer.

16.3. Aluno
As caracterAi??sticas gerais e reais de nossos alunos nA?o coincidem com as que sA?o apontadas nos livros didA?ticos, pois nestes se abordam temas voltados para uma realidade em que as famAi??lias sA?o bem estruturadas, com pais unidos e bem-sucedidos, crianAi??as bem alimentadas e uma sociedade que se diz justa.
A nossa realidade em relaAi??A?o ao aluno consiste nos seguintes aspectos:
– Muitos vA?m de famAi??lia desestruturada, em que os pais sA?o separados, convivendo apenas com avA?s, tios ou responsA?veis;
– Boa parte das famAi??lias dos nossos alunos Ai?? constituAi??da por pessoas humildes, de poucos conhecimentos e que possuem muitas dificuldades financeiras;
– Os nossos alunos, principalmente adolescentes e jovens, possuem pouca perspectiva de vida;
– NA?o tem acesso ao saber universalizado, convivendo com estruturas mAi??nimas de acesso ao conhecimento fora da escola;
– A maior parte pertence Ai?? classe mAi??dia baixa;
– NA?o tA?m acesso ao lazer;
– NA?o possuem acompanhamento familiar constante nas tarefas escolares.
Assim, entendemos que visto Ai?? nossa realidade, reafirma-se a necessidade de uma postura de conhecer, acolher, entender e empreender aAi??Ai??es para que o aluno real, o que temos, possa se tornar o aluno ideal, o qual queremos.

16.4. Professor
NA?o hA? dA?vida de que deve haver um trabalho constante no sentido da construAi??A?o da identidade do professor, pois este tem um papel relevante na prA?tica social.
O professor, em relaAi??A?o Ai?? sua formaAi??A?o, acreditamos estar a maior parte atendendo aos princAi??pios da legislaAi??A?o, pois possuem habilitaAi??A?o e formaAi??A?o para a atuaAi??A?o em sua A?rea. Muitos possuem formaAi??A?o alAi??m da graduaAi??A?o e se preocupam com a atualizaAi??A?o constante dos conhecimentos, participando de encontros, seminA?rios, fA?runs, cursos, grupos de estudos, entre outros.
Embora haja a necessidade e preocupaAi??A?o com a formaAi??A?o continuada, percebemos que ainda hA? a fragmentaAi??A?o do trabalho pedagA?gico, no qual muitos se restringem apenas ao trabalho em sua A?rea de conhecimento.
Visto Ai??s mudanAi??as e exigA?ncias constantes da sociedade, muitos dos profissionais da educaAi??A?o enfrentam algumas dificuldades em sua prA?tica, tais como:
– ii??i??O professor nA?o se sente preparado o suficiente para trabalhar com a inclusA?o do aluno com necessidades especiais em salas do ensino regular;
– NA?o domina as teorias pedagA?gicas recentes, o que acaba ocasionando uma prA?tica tipicamente tradicional;
– Sente dificuldades de trabalhar atendendo Ai?? diversidade, principalmente em relaAi??A?o ao aluno com dificuldades de aprendizagem;
– ii??i??Muitos nA?o desenvolvem uma postura pedagA?gica interdisciplinar, o que acaba fragmentando cada vez mais o conhecimento;
– ii??i??NA?o dominam as tecnologias recentes, usando-as como apoio ao trabalho escolar.
Portanto, visto Ai?? importA?ncia do trabalho do professor, entendemos que hA? de se ter a preocupaAi??A?o de oferecer condiAi??Ai??es de trabalho que deem conta de formar o aluno apto para a vida em sociedade.

16.5. FuncionA?rio
Os funcionA?rios tA?m grande relevA?ncia na participaAi??A?o do projeto educativo idealizado pela escola. Assim, em nossa realidade, percebemos que ainda nA?o se efetivou uma participaAi??A?o sistemA?tica e contAi??nua desta categoria nos ideais propostos pela nossa instituiAi??A?o, principalmente em relaAi??A?o ao trabalho pedagA?gico.
De acordo com a nossa realidade, chegamos Ai??s seguintes conclusAi??es:
– Ai?? importante que todos os agentes educativos, inclusive o funcionA?rio, estejam inseridos na proposta de trabalho educativo da escola;
– A categoria deve se sentir valorizada pelo fato de poder conhecer ai???mais de pertoai??? o trabalho proposto e a ser realizado na escola.
TambAi??m se faz necessA?rio contemplar que:
– Todos os trabalhos realizados na escola, desde os de limpeza, secretaria, cozinha, biblioteca, passando pelo processo ensino-aprendizagem, sA?o formas de educar, portanto, todos somos educadores.
– Percebe-se que os funcionA?rios estA?o construindo uma participaAi??A?o sistemA?tica e contAi??nua nos ideais propostos pela nossa instituiAi??A?o.
– Os agentes educativos e funcionA?rios estA?o inseridos na proposta de trabalho educativo da escola.
– Necessita-se uma maior colaboraAi??A?o e integraAi??A?o de professores, alunos, direAi??A?o, equipe pedagA?gica, pais, funcionA?rios e comunidade no processo de aquisiAi??A?o do saber.
– Percebe-se a necessidade de capacitaAi??Ai??es mais frequentes para os funcionA?rios como estAi??mulo para seu crescimento, tanto pessoal quanto profissionalmente.
Assim, como educar e formar o aluno sA?o um processo contAi??nuo e de responsabilidade coletiva, hA? a necessidade de reafirmar a ideia da participaAi??A?o de todos: direAi??A?o, corpo docente, equipe pedagA?gica, corpo discente, funcionA?rios, pais e comunidade em geral, para que essa formaAi??A?o possa atingir os objetivos a que se propAi??e.

17. A AnA?lise das ContradiAi??Ai??es e Conflitos Presentes na PrA?tica Docente: ReflexA?o TeA?rico-PrA?tica
Desde o inAi??cio da efetivaAi??A?o da educaAi??A?o sistematizada no Brasil, faz-se discussAi??es no intuito de melhorar a sua qualidade. A DeclaraAi??A?o de Jomtien de EducaAi??A?o para Todos (1990), da qual o Brasil Ai?? signatA?rio, Ai?? um marco internacional e se constitui numa referA?ncia ao colocar a polAi??tica educacional, a polAi??tica social e o desenvolvimento como elementos fundamentais na construAi??A?o de uma sociedade democrA?tica e justa.
A educaAi??A?o Ai?? um direito social e nA?o uma questA?o de mercado. A educaAi??A?o enquanto organizadora e produtora da cultura se produz por meio de relaAi??Ai??es mediadas pelo trabalho, entendendo trabalho como produAi??A?o material e cultural de existA?ncia humana. Para isso, a escola precisa investir em uma interpretaAi??A?o da realidade que possibilite a construAi??A?o de conhecimentos que garantam a melhoria da qualidade de vida dos que dela participam.
A educaAi??A?o deve pensar o desenvolvimento levando em conta os aspectos da diversidade, da situaAi??A?o histA?rica particular de cada comunidade, os recursos disponAi??veis, as expectativas, os anseios e necessidades da comunidade.
O currAi??culo precisa ser estruturado a partir de uma lA?gica de desenvolvimento que privilegie o ser humano na sua integralidade, possibilitando a construAi??A?o de sua cidadania e inclusA?o social, bem-estar social e econA?mico.
A educaAi??A?o para o desenvolvimento leva em conta a sustentabilidade ambiental, econA?mica, social, polAi??tica, cultural e a equidade de gA?nero e etnia. Portanto, nA?o sA?o apenas os saberes construAi??dos na sala de aula, mas tambAi??m aqueles construAi??dos na produAi??A?o, na famAi??lia, na convivA?ncia social, na cultura, no lazer e nos movimentos sociais. A sala de aula Ai?? um espaAi??o especAi??fico de sistematizaAi??A?o, anA?lise e de sAi??ntese das aprendizagens, constituindo-se, assim, num local de encontro das diferenAi??as, pois Ai?? nele que se produzem novas formas de ver, estar e se relacionar com o mundo.
A educaAi??A?o, isoladamente, pode nA?o resolver os problemas da sociedade, mas Ai?? um dos caminhos para a promoAi??A?o da inclusA?o social, educacional e do desenvolvimento sustentA?vel.
Dentro desta realidade e com a mudanAi??a de concepAi??A?o sinalizada na Lei de Diretrizes e Base da EducaAi??A?o Nacional nA?. 9.394/96, reflexo dos movimentos internacionais pela inclusA?o social, aponta-se uma ressignificaAi??A?o da inclusA?o educacional ampliando-se nA?o apenas a sua abrangA?ncia – desde a EducaAi??A?o Infantil atAi?? o Ensino Superior – bem como o pA?blico alvo a que se destina: alunos com necessidades educacionais especiais.
As necessidades especiais dos educandos sA?o definidas pelos problemas de desenvolvimento da aprendizagem apresentados pelos mesmos, em carA?ter temporA?rio ou permanente, bem como pelos recursos e apoios que a escola deverA? proporcionar, objetivando a remoAi??A?o das barreiras para a aprendizagem, e compreendem:
– deficiA?ncia intelectual leve;
– distA?rbios de aprendizagem;
– dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitaAi??Ai??es no processo de desenvolvimento;
– dificuldades de comunicaAi??A?o e sinalizaAi??A?o;
– condutas tAi??picas;
– superdotaAi??A?o / altas habilidades.
A escola deve ser um espaAi??o democrA?tico, significativo e singular para trabalhar com a diversidade humana, respeitando as limitaAi??Ai??es, percebendo as potencialidades para a aprendizagem e considerando as especificidades de cada educando, a favor da inclusA?o de todos. A inclusA?o, antes de ser educacional Ai?? social, portanto, Ai?? uma conquista de toda a sociedade.
Diante dessa realidade, pretendemos fazer com que todas as pessoas que integram nossa comunidade escolar se mobilizem para a mudanAi??a da concepAi??A?o de educaAi??A?o especial tendo como pressuposto os direitos humanos.
Nesse contexto, nosso colAi??gio jA? conta com uma parte do espaAi??o fAi??sico adequado a receber alunos portadores de necessidades especiais, mas, ainda precisamos adequar alguns ambientes para melhorar a qualidade educacional. TambAi??m sentimos necessidade de formaAi??A?o continuada dos professores, equipe pedagA?gica e funcionA?rios, salas de apoio pedagA?gico especializado, entre outros.
Em nosso colAi??gio atendemos alunos limAi??trofes, condutas tAi??picas como transtorno do dAi??ficit de atenAi??A?o e hiperatividade e outros distA?rbios de aprendizagem e comportamentais. PorAi??m, as adaptaAi??Ai??es curriculares e de conteA?dos, ainda nA?o sA?o suficientemente adequadas, mas estamos buscando atender estas peculiaridades, atravAi??s de projetos como o Projeto MA?ltiplos Olhares para a InclusA?o.
A escola estA? se organizando para atender a todos, sejam educandos com ou sem necessidades educacionais especiais, visando um trabalho mais humano, dentro da diversidade. Para isso, todos os profissionais que nela estA?o inseridos, devem adequar-se Ai??s necessidades de seus alunos. A diversidade deve ser respeitada, tendo em vista que todas as pessoas sA?o diferentes e aprendem em ritmos, formas e maneiras diferentes.
O primeiro passo para que a escola se torne inclusiva Ai?? a mudanAi??a de mentalidade de toda a equipe nela inserida, o segundo passo Ai?? a remoAi??A?o das barreiras arquitetA?nicas, e o A?ltimo passo sA?o as adaptaAi??Ai??es de objetivos, conteA?dos, mAi??todos de ensino, avaliaAi??A?o e temporalidade, para que o educando adquira, dentro de suas limitaAi??Ai??es, sucesso na aprendizagem e a turma toda se beneficie dessa adversidade, criando um ambiente acolhedor, participativo e solidA?rio. As salas de aula jamais serA?o homogA?neas, por isso cabe ao professor diversificar sua metodologia e prA?ticas pedagA?gicas, para que todos tenham oportunidade de adquirir e aprimorar seus conhecimentos, obtendo progressA?o nas diversas A?reas, sejam elas acadA?micas, culturais, sociais, afetivas, entre outras.

18. Ato Conceitual
As concepAi??Ai??es de homem, sociedade e mundo, cultura, cidadania, educaAi??A?o, conhecimento, escola, ensino-aprendizagem, avaliaAi??A?o, tecnologia, ciA?ncias, educaAi??A?o fiscal, inclusA?o, cultura-afro e demais, norteiam os rumos que nossa instituiAi??A?o quer seguir para um ai???projeto em educaAi??A?oai???.
Essas visAi??es em torno desses eixos acima apresentados constituem a essA?ncia de nosso trabalho pedagA?gico e polAi??tico. Num encadeamento natural e abrangente, envolve a concepAi??A?o que temos em relaAi??A?o ao ai???O QUE QUEREMOSai???.

18.1. ConcepAi??A?o de Homem
O homem Ai?? um ser natural e social, ele age na natureza transformando-a segundo suas necessidades e para alAi??m delas. Nesse processo de transformaAi??A?o, ele envolve mA?ltiplas relaAi??Ai??es em determinado momento histA?rico, assim acumula experiA?ncias e em decorrA?ncia destas, ele produz conhecimentos. Sua aAi??A?o Ai?? intencional e planejada, mediada pelo trabalho, produzindo bens materiais e nA?o-materiais que sA?o apropriados de diferentes formas pelo homem, conforme Saviani (1992): ai???O homem necessita produzir continuamente sua prA?pria existA?ncia. Para tanto, em lugar de se adaptar Ai?? natureza, ele tem que adaptar a natureza a si, isto Ai??, transformA?-la pelo trabalhoai???.
Considerando o homem como ser social, ele atua e interfere na sociedade, se encontra com o outro nas relaAi??Ai??es familiares, comunitA?rias, produtivas e tambAi??m na organizaAi??A?o polAi??tica, garantindo assim sua participaAi??A?o ativa e criativa nas diversas esferas da sociedade. O homem, como sujeito de sua histA?ria, Ai?? aquele que na sua convivA?ncia coletiva compreende suas condiAi??Ai??es existenciais, transcende-as e organiza-as, superando a condiAi??A?o de objeto, caminhando na direAi??A?o de sua emancipaAi??A?o participante da histA?ria coletiva.
Partindo do pressuposto que o homem constitui-se em um ser histA?rico, faz-se necessA?rio compreendA?-lo em suas relaAi??Ai??es inerentes Ai?? natureza humana. O homem Ai??, antes de tudo, um ser de vontade, um ser que pronuncia sobre a realidade.

18.2. ConcepAi??A?o de Sociedade e de Mundo
Quando se questiona o prA?prio sentido da escola, a sua funAi??A?o social e a natureza do trabalho educativo, enquanto docentes, aparecemos sem iniciativa, ai???arredados ou deslocados pela forAi??a arroladora dos fatos, pela vertiginosa sucessA?o de acontecimentos que tornaram obsoletos os conteA?dos e as prA?ticas educativasai??? (Peres Gomes, 1998). E para que isso nA?o aconteAi??a Ai?? que precisamos entender em que tipo de sociedade estamos inseridos.
A sociedade Ai?? um agrupamento tecido por uma sAi??rie de relaAi??Ai??es diferenciadas e diferenciadoras. Ai?? configurada pelas experiA?ncias individuais do homem, havendo uma interdependA?ncia em todas as formas da atividade humana, desenvolvendo relaAi??Ai??es, instaurando estruturas sociais, instituiAi??Ai??es sociais e produzindo bens, garantindo a base econA?mica e Ai?? o jeito especAi??fico de o homem realizar sua humildade, sendo que: ai???A sociedade configura todas as experiA?ncias individuais do homem, transmite-lhe resumidamente todos os conhecimentos adquiridos no passado do grupo e recolhe as contribuiAi??Ai??es que o poder de cada indivAi??duo engendra e que oferece a sua comunidade. Nesse sentido a sociedade cria o homem para siai???. (Pinto, 1994).
A sociedade Ai?? mediadora do saber e da educaAi??A?o presente no trabalho concreto dos homens, que criam novas possibilidades de cultura e de agir social a partir das contradiAi??Ai??es geridas pelo processo de transformaAi??A?o da base econA?mica.
Segundo Demerval Saviani, o entendimento do modo como funciona a sociedade nA?o pode se limitar Ai??s aparA?ncias. Ai?? necessA?rio compreender as leis que regem o desenvolvimento da sociedade. NA?o se trata aqui de leis naturais, mas sim de leis histA?ricas, ou seja, de leis que se constituem historicamente.
AtAi??lio Boron (1986) questiona que tipo de sociedade deixa como legado estes anos de hegemonia ideolA?gica do neoliberalismo. Uma sociedade heterogA?nea e fragmentada, marcada por profundas desigualdades de todo o tipo ai??i?? classe, etnia, gA?nero, religiA?o, etc. ai??i?? que foram exarcebadas com a aplicaAi??A?o das polAi??ticas neoliberais. Uma sociedade ai???com duas velocidadesai???, como costuma ser denominada na Europa, porque hA? um amplo setor social, um terAi??o excluAi??do e fatalmente condenado Ai?? marginalidade e que nA?o pode ser ai???reconvertidoai??? em termos laborais, nem inserir-se no mercado de trabalho formal dos capitais desenvolvidos. Essa crescente fragmentaAi??A?o do social que potencializarA? as polAi??ticas conservadoras foi, por sua vez, reforAi??ada pelo excepcional avanAi??o tecnolA?gico e cientifico e seu impacto sobre o paradigma produtivo contemporA?neo.

18.3. ConcepAi??A?o de Cultura
A cultura Ai?? resultado de toda a produAi??A?o humana e segundo Saviani, ai???para sobreviver o homem necessita extrair da natureza, ativa e intencionalmente, os meios de sua subsistA?ncia. Ao fazer isso ele inicia o processo de transformaAi??A?o da natureza, criando um mundo da culturaai??? (1992, p, 19).
Podemos considerar que, ai???de um ponto de vista antropolA?gico, cultura Ai?? tudo o que elabora, e elaborou o ser humano, desde a mais sublime mA?sica ou obra literA?ria atAi?? as formas de destruir a si mesmo e as tAi??cnicas de tortura, a arte, a ciA?ncia, a linguagem, os costumes, os hA?bitos de vida, os sistemas morais, as instituiAi??Ai??es sociais, as crenAi??as, as religiAi??es, as formas de trabalhoai???. (Sacristan, 2001, p.105)
Ao mesmo tempo em que se tornam visAi??veis manifestaAi??Ai??es e expressAi??es culturais de grupos dominados, observa-se o predomAi??nio de formas culturais produzidas e vinculadas pelos meios de comunicaAi??A?o de massa, nas quais aparecem de forma destacada as produAi??Ai??es culturais em sua dimensA?o material e nA?o-material.
Toda a organizaAi??A?o curricular, por sua natureza e especificidade precisa completar vA?rias dimensAi??es da aAi??A?o humana, entre elas a concepAi??A?o de cultura. Na escola, em sua prA?tica hA? a necessidade da consciA?ncia de tais diversidades culturais, especialmente da sua funAi??A?o de trabalhar as culturas populares de forma a levA?-los Ai?? produAi??A?o de uma cultura erudita, como afirma Saviani: ai???a mediaAi??A?o da escola, instituiAi??A?o especializada para operar a passagem do saber espontA?neo ao saber sistematizado, da cultura popular Ai??
cultura erudita; assume um papel polAi??tico fundamental ai???.
Respeitando a diversidade cultural e valorizando a cultura popular e erudita cabe a escola aproveitar essa diversidade, existente, para fazer dela um espaAi??o motivador, aberto e democrA?tico.

18.4. ConcepAi??A?o de Cidadania
Historicamente, o Brasil foi construAi??do de cima para baixo e de fora para dentro ai??i?? poderes coloniais, elites proprietA?rias, Estado realimentando as desigualdades e agravando as inclusAi??es. Neste momento, requer construir outra base social, constituAi??da por aqueles excluAi??dos da histA?ria brasileira que, organizando-se na sociedade civil e nos diferentes movimentos sociais, acumularam forAi??a e conseguem expressar-se, tomando as rAi??deas do seu destino, criando uma naAi??A?o soberana e aberta ao diA?logo e a participaAi??A?o.
De acordo com Boff (2000, p. 51) ai???cidadania Ai?? um processo histA?rico-social que capacita a massa humana a forjar condiAi??Ai??es de consciA?ncia, de organizaAi??A?o e de elaboraAi??A?o de um projeto e de prA?ticas no sentido de deixar de ser massa e de passar a ser povo, como sujeito histA?rico, plasmador de seu prA?prio destino.ai???
O grande desafio histA?rico Ai?? dar condiAi??Ai??es ao povo brasileiro de se tornar cidadA?o consciente, sujeito de direitos, organizado e participativo do processo de construAi??A?o polAi??tico, social e cultural. Portanto, a educaAi??A?o, como um dos principais instrumentos de formaAi??A?o da cidadania, deve ser entendida como a concretizaAi??A?o dos direitos que permitem ao indivAi??duo sua inserAi??A?o na sociedade.
A realidade social e educacional atual de nosso paAi??s requer o enfrentamento e a superaAi??A?o da contradiAi??A?o da estrutura que existe entre a declaraAi??A?o constitucional dos direitos; da ideologia que associa a pobreza material Ai?? cultural; de recolocar-se o problema da escola pA?blica em termos de direito de todos, de acesso ao conhecimento elaborado; recolocar a questA?o do trabalho como atividade de produAi??A?o/apropriaAi??A?o de conhecimento nA?o apenas como mera operaAi??A?o mecA?nica, em repensar a relaAi??A?o escola/trabalho.

18.5. ConcepAi??A?o de EducaAi??A?o
A educaAi??A?o Ai?? uma prA?tica social, uma atividade especAi??fica dos homens situando-os dentro da histA?ria ai??i?? ela nA?o muda o mundo, mas o mundo pode ser mudado pela sua aAi??A?o na sociedade e nas suas relaAi??Ai??es de trabalho.
ai???EducaAi??A?o Ai?? fenA?meno prA?prio dos seres humanos, significa afirmar que ela Ai??, ao mesmo tempo, uma exigA?ncia do e para o processo de trabalho, bem como Ai?? ela prA?pria, um processo de trabalhoai??? (Saviani, 1992, p. 19).
A educaAi??A?o Ai?? um processo histA?rico de criaAi??A?o do homem para a sociedade e simultaneamente de modificaAi??A?o da sociedade para benefAi??cio do homem.
Ai?? o processo pela dimensA?o histA?rica por representar a prA?pria histA?ria individual do ser humano e da sociedade em sua evoluAi??A?o.
Ai?? um fato existencial porque o homem se faz ser homem ai??i?? processo constitutivo do ser humano.
Ai?? um fato social pelas relaAi??Ai??es de interesses e valores que movem a sociedade, num movimento contraditA?rio de reproduAi??A?o do presente e da expectativa de transformaAi??A?o futura.
Ai?? intencional ao pretender formar um homem com um conceito prAi??vio de homem.
Ai?? libertadora porque segundo Boff (2000, p. 77) ai???se faz necessA?rio desenvolver uma educaAi??A?o que nos abra para uma democracia integral, capaz de produzir um tipo de desenvolvimento socialmente justo e ecologicamente sustentadoai???.
Nesse sentido, a educaAi??A?o visa atingir trA?s objetivos que formam o ser humano para gestar uma democracia aberta. SA?o eles:
– A apropriaAi??A?o pelo cidadA?o e pela comunidade dos instrumentos adequados para pensar a sua prA?tica individual e social e para ganhar uma visA?o globalizante da realidade que o possa orientar em sua vida.
– A apropriaAi??A?o pelo cidadA?o e pela comunidade do conhecimento cientifico, polAi??tico, cultural acumulado pela humanidade ao longo da histA?ria para garantir-lhe a satisfaAi??A?o de suas necessidades e realizar suas aspiraAi??Ai??es;
– A apropriaAi??A?o por parte dos cidadA?os e da comunidade, dos instrumentos de avaliaAi??A?o crAi??tica do conhecimento acumulado, reciclA?-lo e acrescentar-lhe novos conhecimentos atravAi??s de todas as faculdades cognitivas humanas.
Vista como processo de desenvolvimento da natureza humana, a educaAi??A?o tem suas finalidades voltadas para o aperfeiAi??oamento do homem e sua formaAi??A?o para a cidadania participativa e construtiva.

18.6. ConcepAi??A?o de Conhecimento
Conhecimento Ai?? uma atividade humana que busca explicitar as relaAi??Ai??es entre os homens e a natureza. Desta forma, o conhecimento Ai?? produzido nas relaAi??Ai??es sociais mediadas pelo trabalho.
Na sociedade capitalista, o homem nA?o se apropria da produAi??A?o material de seu trabalho e nem dos conhecimentos produzidos nestas relaAi??Ai??es, porque o trabalhador nA?o domina as formas de produAi??A?o e sistematizaAi??A?o do conhecimento. Segundo Marx e Engels ai???a classe que tem Ai?? disposiAi??A?o os modos de produAi??A?o material controla concomitante os meios de produAi??A?o intelectual, de sorte que, por essa razA?o geralmente as ideias daqueles que carecem desses meios ficam subordinadas a elaai???.
O conhecimento pressupAi??e as concepAi??Ai??es de homem, de mundo e das condiAi??Ai??es sociais que o geram configurando as dinA?micas histA?ricas que representam as necessidades do homem a cada momento, implicando necessariamente nova forma de ver a realidade, novo modo de atuaAi??A?o para obtenAi??A?o do conhecimento, mudando, portanto, a forma de interferir na realidade. Essa interferA?ncia traz consequA?ncias para a escola, cabendo a ela garantir a socializaAi??A?o do conhecimento que foi expropriado do trabalho nas suas relaAi??Ai??es.
Para Boff (2000, p. 82), ai???conhecer implica, pois, fazer uma experiA?ncia e a partir dela ganhar consciA?ncia e capacidade de conceptualizaAi??A?o. O ato de conhecer, portanto, representa um caminho privilegiado para compreensA?o da realidade, o conhecimento sozinho nA?o transforma a realidade; transforma a realidade somente a conversA?o do conhecimento em aAi??A?oai???.
O conhecimento nA?o ocorre individualmente. Ele acontece no social gerando mudanAi??a interna no cidadA?o e nas relaAi??Ai??es sociais, tendo sempre uma intencionalidade.

18.7. ConcepAi??A?o de Escola
Caracteriza-se como uma InstituiAi??A?o de origem governamental ou privada, com espaAi??o fAi??sico determinado, composta por uma hierarquia funcional, onde a sociedade participa direta e indiretamente, sendo o ensino-aprendizagem sua principal funAi??A?o.
Assim, a escola atual deve estar voltada para atender a diversidade na educaAi??A?o, visto que seu pA?blico Ai?? oriundo de uma sociedade heterogA?nea.

18.8. ConcepAi??A?o de Ensino-Aprendizagem
Quando pronunciamos esta expressA?o, criamos a imagem de que estes dois termos constituem uma unidade indissociA?vel, dividida apenas por questAi??es gramaticais, mas na realidade vemos que nA?o existe esta unidade inseparA?vel, pois pode haver ensino sem aprendizagem como tambAi??m pode haver aprendizagem sem ensino.
Por assumir a ideia de que ensinar equivale a aprender, a educaAi??A?o tem se centrado tradicionalmente no ponto de vista do ensino, tirando a partir daAi?? conclusAi??es sobre a aprendizagem. A pedagogia tem girado fundamentalmente em torno dos mAi??todos de ensino, e nA?o de aprendizagem, crendo que os mAi??todos de ensino coincidem com os de aprendizagem, o que nem sempre acontece. Hoje, percebemos que a atenAi??A?o estA? mais fixada na aprendizagem do que propriamente no ensino.
Em vista ao exposto, entendemos que uma escola de qualidade sA? serA? efetivada no ambiente escolar se TODOS assumirem o compromisso de lutar pelos anseios e sonhos idealizados pela educaAi??A?o. Um paAi??s que se diz democrA?tico tem que fornecer oportunidades de acesso e permanA?ncia do aluno na escola e, sobretudo, que aqueles responsA?veis diretamente pelo processo educativo possam ter condiAi??Ai??es de efetivar um trabalho significativo e de qualidade, contribuindo para o melhoramento social e consequentemente para as transformaAi??Ai??es sociais que se deseja.

18.9. ConcepAi??A?o de AvaliaAi??A?o
AvaliaAi??A?o consiste em atribuir aspectos relevantes de conhecimento e da aprendizagem do aluno, visando uma tomada de decisA?o.
A avaliaAi??A?o da aprendizagem orienta a situaAi??A?o didA?tica que envolve o educando e professor, com a pretensA?o de servir de base para a reflexA?o e tomada de consciA?ncia sobre a prA?tica educativa.
A avaliaAi??A?o da aprendizagem na escola tem dois objetivos: auxiliar o educando no seu desenvolvimento pessoal, a partir do processo de ensino-aprendizagem, e responder Ai?? sociedade pela qualidade do trabalho educativo realizado.
O processo de avaliaAi??A?o envolve trA?s momentos: a descriAi??A?o e a problematizaAi??A?o da realidade escolar, a compreensA?o crAi??tica da realidade descrita e problematizada e a proposiAi??A?o de alternativas de aAi??A?o, momento de criaAi??A?o coletiva.
A avaliaAi??A?o, do ponto de vista crAi??tico, nA?o pode ser instrumento de exclusA?o dos alunos menos favorecidos, quando nA?o se leva em consideraAi??A?o as particularidades dos educandos.
Portanto, a avaliaAi??A?o deve ser democrA?tica, favorecendo o desenvolvimento da capacidade do educando em aprimorar-se de conhecimentos cientAi??ficos, sociais e tecnolA?gicos produzidos historicamente.

18.10. ConcepAi??A?o de Tecnologia
A tecnologia tem um impacto significativo nA?o sA? na produAi??A?o de bens e serviAi??os, mas tambAi??m no conjunto das relaAi??Ai??es sociais e nos padrAi??es culturais vigentes.
A tecnologia deve ser entendida como uma ferramenta sofisticada e alternativa no contexto educacional, pois a mesma pode contribuir para o aumento das desigualdades ou para inserAi??A?o social se vista como uma forma de estabelecer mediaAi??Ai??es entre o aluno e o conhecimento em todas as A?reas.
Assim, fica claro, que ter no currAi??culo, uma concepAi??A?o de educaAi??A?o tecnolA?gica nA?o serA? suficiente para o acesso de todos, da Escola PA?blica, sem que haja uma vontade e aAi??A?o polAi??tica que possibilite investimento para que esses recursos tecnolA?gicos (elementares e sofisticados) existam e possam ser ferramenta que contribua para o desenvolvimento do pensar, sendo um meio de estabelecer relaAi??Ai??es entre o conhecimento cientAi??fico, tecnolA?gico e sA?cio-histA?rico, possibilitando articular aAi??A?o, teoria e prA?tica.

18.11. ConcepAi??A?o de CiA?ncia
A ciA?ncia nasce da necessidade de explicar os fatos observados de forma sistematizada utilizando mAi??todos.
Dependendo de como se concebe o mundo, o homem e o conhecimento serA? a concepAi??A?o da ciA?ncia.
No decorrer da histA?ria, a ciA?ncia estA? sempre presente para reproduzir ou transformar. Na sociedade capitalista, o conhecimento cientAi??fico Ai?? produzido de forma desigual, estando a serviAi??o de interesses polAi??ticos, econA?micos e sociais do processo histA?rico, nA?o atingindo a totalidade da populaAi??A?o.
A escola tem a funAi??A?o social de garantir o acesso de todos aos saberes cientAi??ficos produzidos pela humanidade.

18.12. ConcepAi??A?o de InclusA?o
A educaAi??A?o inclusiva Ai?? um processo em que se amplia a participaAi??A?o de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturaAi??A?o da cultura, da prA?tica e das polAi??ticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam Ai?? diversidade de alunos. Ai?? uma abordagem humanAi??stica, democrA?tica, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfaAi??A?o pessoal e a inserAi??A?o social de todos.
A EducaAi??A?o Inclusiva atenta a diversidade inerente Ai?? espAi??cie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os alunos, em salas de aulas comuns, em um sistema regular de ensino, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos.
PrA?tica pedagA?gica coletiva, multifacetada, dinA?mica e flexAi??vel requer mudanAi??as significativas na estrutura e no funcionamento das escolas, na formaAi??A?o humana dos professores e nas relaAi??Ai??es famAi??lia-escola. Com forAi??a transformadora, a educaAi??A?o inclusiva aponta para uma sociedade inclusiva.
O ensino inclusivo nA?o deve ser confundido com educaAi??A?o especial, a qual se apresenta numa grande variedade de formas incluindo escolas especiais, unidades pequenas e a integraAi??A?o das crianAi??as com apoio especializado. O ensino especial Ai?? desde sua origem um sistema separado de educaAi??A?o das crianAi??as com deficiA?ncia, fora do ensino regular, baseado na crenAi??a de que as necessidades das crianAi??as com deficiA?ncia nA?o podem ser supridas nas escolas regulares. Existe ensino especial em todo o mundo em escolas de frequA?ncia diA?ria, internatos ou pequenas unidades ligadas Ai?? escola de ensino regular.

18.13. ConcepAi??A?o de Trabalho
O trabalho Ai?? uma atividade que estA? na base de todas as relaAi??Ai??es humanas, condicionando e determinando a vida. A? uma atividade humana intencional que envolve forma de organizaAi??A?o, objetivando a produAi??A?o dos bens necessA?rios Ai?? vida.
Nesta perspectiva Ai?? preciso entender o trabalho como aAi??A?o intencional do homem em suas relaAi??Ai??es sociais, dentro da sociedade capitalista, na produAi??A?o de bens. PorAi??m, Ai?? preciso compreender que o trabalho nA?o acontece de forma tranquila, estando sobrecarregado pelas relaAi??Ai??es de poder.
Quando produz bens, estes sA?o classificados em materiais ou nA?o materiais. Os bens materiais sA?o produzidos para posterior consumo, gerando o comAi??rcio. JA? nos bens nA?o-materiais produAi??A?o e consumo acontecem simultaneamente.
No trabalho educativo o fazer e o pensar entrelaAi??am-se dialeticamente e Ai?? nesta dimensA?o que estA? posta a formaAi??A?o do homem.
Ao consideramos o trabalho uma prA?xis humana, Ai?? importante o entendimento de que o processo educativo Ai?? um trabalho nA?o material, uma atividade intencional que envolve formas de organizaAi??A?o necessA?ria para a formaAi??A?o do ser humano.
O conhecimento como construAi??A?o histA?rica Ai?? matAi??ria-prima (objeto de estudo) do professor e do aluno, que indagando sobre o mesmo irA? produzir novos conhecimentos, dando-lhes condiAi??Ai??es de entender o viver, propondo modificaAi??Ai??es para a sociedade em que vive.

18.14. ConcepAi??A?o de Cultura Afro
Combater o racismo, o preconceito e outras posturas xenofA?bicas Ai?? responsabilidade da sociedade como um todo e nA?o deve ser compreendida como tarefa exclusiva da escola. Trabalhar pelo fim da desigualdade racial e social, as quais permeiam todos os setores da sociedade, permitindo o nascer de uma realidade social humanizada, compete a todos, inclusive Ai?? escola. Por ela passaram os equAi??vocos sobre as civilizaAi??Ai??es africanas, o silA?ncio a respeito das produAi??Ai??es e elaboraAi??Ai??es teA?ricas filosA?ficas e cientAi??ficas, artAi??sticas, polAi??ticas realizadas pelo povo negro. A complexidade existente na formaAi??A?o da identidade negra no Brasil nA?o pode desconsiderar o processo de desvalorizaAi??A?o da cultura de matriz africana, da imposiAi??A?o dos padrAi??es estAi??ticos europeus, da ideologia do branqueamento ditando as normas de superioridade do branco sobre o negro. A reversA?o desse processo estA? vinculada ao reconhecimento da diversidade, a valorizaAi??A?o das pessoas negras e sua visA?o de mundo, a crenAi??a na importA?ncia de uma educaAi??A?o que nA?o negue sua participaAi??A?o histA?rica para o renascer de uma outra sociedade.

18.15. ConcepAi??A?o de Impacto Ambiental
Tendo-se tambAi??m em vista um trabalho pedagA?gico que dA? conta de atender Ai??s necessidades reais de nossos alunos, propomos uma metodologia a ser trabalhada coletivamente a fim de atender as questAi??es contemporA?neas.
Assim, a inserAi??A?o no CurrAi??culo de questAi??es que envolvem o meio ambiente e, em especial, a questA?o do Impacto Ambiental, tA?o presente nas discussAi??es atuais, se faz extremamente necessA?ria.
Entendemos que no decorrer da HistA?ria, a transformaAi??A?o da natureza pelas atividades humanas aumentou paralelamente ao desenvolvimento crescente das tAi??cnicas ou instrumentos de trabalho. A partir dos sAi??culos XVIII e XIX, ocorreu o aumento dos impactos ambientais em consequA?ncia do processo de industrializaAi??A?o, que adquiriu uma dimensA?o a nAi??vel mundial.
Esse Ai?? um fato recente na histA?ria da humanidade e para compreendA?-lo Ai?? preciso considerar trA?s fatores principais:
– O desenvolvimento das tAi??cnicas;
– O crescimento populacional;
– O padrA?o de consumo da sociedade capitalista globalizada.
Esses fatores levaram o nosso planeta a uma devastaAi??A?o intensa, provocando impactos ao meio ambiente em grandes proporAi??Ai??es. Diante das catA?strofes que nos deparamos e iremos nos deparar, Ai?? necessA?rio que a escola e todos os meios de comunicaAi??A?o se organizem de uma forma consciente para que haja alguma mudanAi??a imediata. Se nA?o for contida a mudanAi??a climA?tica, esta realidade transformarA? milhAi??es de pessoas em refugiados, quando suas casas sucumbirem a secas ou inundaAi??Ai??es e, por conseguinte, causarA? a maior migraAi??A?o da histA?ria da Humanidade.
O ponto de partida para que haja efetivas mudanAi??as Ai?? promover dentro do ambiente escolar espaAi??o para a discussA?o desta problemA?tica, no intuito de propiciar para todo ser humano uma mudanAi??a de comportamento na relaAi??A?o homem x natureza. Ai?? momento de prevermos entA?o, no Projeto PolAi??tico PedagA?gico desta instituiAi??A?o, a concepAi??A?o sobre o impacto ambiental que deverA? ser abordado de forma interdisciplinar e contAi??nua.

19. PrincAi??pios da GestA?o DemocrA?tica: Acesso, PermanA?ncia, CapacitaAi??A?o Continuada de Professores e Qualidade de Ensino-Aprendizagem.

19.1. PrincAi??pios da GestA?o DemocrA?tica
O Artigo nA?. 14, parA?grafos I e II, da Lei de Diretrizes e Bases da EducaAi??A?o Nacional – Lei 9394/96, define que ai???Os sistemas de ensino definirA?o as normas da gestA?o democrA?tica do ensino pA?blico na educaAi??A?o bA?sica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princAi??pios: participaAi??A?o dos profissionais da educaAi??A?o na elaboraAi??A?o do projeto pedagA?gico da escola e participaAi??A?o da comunidade escolar e conselhos escolares ou equivalentesai???.
Sendo assim, nesta instituiAi??A?o desenvolve-se uma gestA?o democrA?tica centrada nos valores e princAi??pios democrA?ticos pela natureza social da escola. O trabalho por ela desenvolvido visa o cumprimento da funAi??A?o social e polAi??tica da educaAi??A?o escolar, que Ai?? a formaAi??A?o social do cidadA?o participativo, responsA?vel, crAi??tico e criativo, atravAi??s da produAi??A?o e socializaAi??A?o do saber historicamente acumulado pela humanidade e constitui um processo pedagA?gico dinA?mico em que hA? um envolvimento harmonioso entre o corpo docente, discente, funcionA?rios e comunidade em geral, baseada na conjunAi??A?o de liberdade e co-responsabilidade nas decisAi??es a serem tomadas com relaAi??A?o Ai?? melhoria do processo ensino-aprendizagem. Portanto, a gestA?o democrA?tica Ai?? um princAi??pio consagrado pela ConstituiAi??A?o vigente e abrange as dimensAi??es pedagA?gicas, administrativas e financeiras e exige a compreensA?o em profundidade dos problemas postos pela prA?tica pedagA?gica. Ela visa romper com a separaAi??A?o entre concepAi??A?o e execuAi??A?o, entre o pensar e o fazer, entre teoria e prA?tica.
A participaAi??A?o popular melhora a qualidade das decisAi??es tomadas na A?rea da educaAi??A?o e tA?m um papel fundamental na democratizaAi??A?o da gestA?o. Assim organizamos e articulamos as aAi??Ai??es necessA?rias ao funcionamento da escola desse ponto de vista.
a) ParticipaAi??A?o dos pais:
– RealizaAi??A?o de reuniAi??es coletivas para discussA?o de assuntos gerais do interesse de todos e tomada de decisAi??es;
– ReuniAi??es por turmas para assuntos pedagA?gicos, junto aos professores, equipe pedagA?gica, direAi??A?o, alunos e pais, no inAi??cio do ano letivo e quando se fizer necessA?rio;
– Atendimento individual para tratar de assuntos pedagA?gicos e disciplinares em relaAi??A?o aos filhos;
– Convite Ai?? participaAi??A?o em projetos desenvolvidos pela escola durante o ano letivo.
b) Conselho Escolar / APP:
– ReuniAi??es extraordinA?rias para tratar de assuntos relacionados ao andamento da escola, Ai?? tomada de decisAi??es administrativas, conhecimento da realidade pedagA?gica da escola, entre outros assuntos;
– Convite Ai?? participaAi??A?o em projetos desenvolvidos na escola.
c) Alunos Representantes de turma:
– Escolha dos representantes no inAi??cio de cada bimestre, atravAi??s do voto direto dos alunos da sala;
– Representatividade junto Ai?? direAi??A?o e equipe administrativa em assuntos de interesse da turma;
– ConscientizaAi??A?o do papel do representante de turma atravAi??s de encontros com a equipe pedagA?gica.
d) GrA?mio Estudantil:
– EleiAi??A?o direta dos representantes do GrA?mio com a participaAi??A?o de todos os alunos da escola;
– ParticipaAi??A?o em eventos realizados na escola;
– ParticipaAi??A?o em reuniAi??es para tratar de assuntos de interesses da categoria;
– ElaboraAi??A?o de atividades ou projetos especAi??ficos propostos pela instA?ncia;
– ParticipaAi??A?o no Conselho Escolar.
e) Conselho de Classe:
– DiscussA?o das dificuldades e progressos dos alunos em torno do processo de ensino-aprendizagem;
– Busca de soluAi??Ai??es para problemas especAi??ficos das turmas.

19.2. Acesso, PermanA?ncia e Qualidade de Ensino
Os principais princAi??pios que devem nortear uma escola democrA?tica se efetivam pela igualdade e qualidade de ensino.
Assim, o princAi??pio da Igualdade se caracteriza pelas condiAi??Ai??es de acesso e permanA?ncia do aluno na escola, garantida pela mediaAi??A?o da mesma.
No tocante Ai?? Qualidade, cabe aqui destacar que a escola nA?o pode ser privilAi??gio de determinadas classes sociais, mas sim, o desafio Ai?? o de propiciar uma qualidade de ensino para todos. A escola de qualidade que queremos deve evitar, de todas as maneiras possAi??veis Ai?? repetA?ncia e a evasA?o escolar. Tem que garantir metas qualitativas do desempenho satisfatA?rio de todos. Ai?? preciso garantir a permanA?ncia dos educandos que ingressarem nela, e esta competA?ncia de qualidade para todos, depende dos meios, por isso a qualidade implica consciA?ncia crAi??tica e capacidade de aAi??A?o, saber e mudar.

19.3. CapacitaAi??A?o Continuada de Educadores
De acordo com a LDB nAi?? 9.394/96, TAi??tulo VI, Artigo. 63. III, 67. II, ai???Os institutos superiores de EducaAi??A?o manterA?o programas de educaAi??A?o continuada para os profissionais de educaAi??A?o dos diversos nAi??veisai???.
E ainda: ai???Os sistemas de ensino promoverA?o a valorizaAi??A?o dos profissionais de educaAi??A?o, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistAi??rio pA?blico, aperfeiAi??oamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periA?dico remunerado para esse fim.ai???
Cabe ressaltar que a formaAi??A?o continuada Ai?? um direito de todos os profissionais que atuam na instituiAi??A?o educacional, uma vez que nA?o sA? ela possibilita a progressA?o funcional baseada na titulaAi??A?o, na qualificaAi??A?o e na competA?ncia dos profissionais, mas tambAi??m propicia, fundamentalmente, o desenvolvimento profissional dos que atuam na instituiAi??A?o, articulado com as escolas e seus projetos. A formaAi??A?o continuada deve estar centrada na escola e fazer parte do Projeto PolAi??tico-PedagA?gico. Assim, compete a escola:
a) proceder ao levantamento de necessidades de formaAi??A?o continuada de seus profissionais;
b) elaborar seu programa de formaAi??A?o, contando com a participaAi??A?o e o apoio dos A?rgA?os centrais, no sentido de fortalecer seu papel na concepAi??A?o, na execuAi??A?o e na avaliaAi??A?o do referido programa.
Assim, a formaAi??A?o continuada dos profissionais da escola, compromissada com a construAi??A?o do Projeto PolAi??tico-PedagA?gico, nA?o deve limitar-se aos conteA?dos curriculares, mas se estender Ai?? discussA?o da escola como um todo e suas relaAi??Ai??es com a sociedade. A rotina do funcionamento da Escola pode ser a possibilidade de o professor aperfeiAi??oar, continuamente, sua competA?ncia docente-educativa, o mesmo podendo ocorrer com diretores, funcionA?rios e demais profissionais que atuam no sistema formal de ensino.
Pode-se dizer que o conceito de competA?ncia docente apresenta cinco aspectos essenciais:
– DomAi??nio competente e crAi??tico do conteA?do a ser ensinado;
– Clareza dos objetivos a serem atingidos;
– DomAi??nio competente dos meios de comunicaAi??A?o a serem utilizados para a mediaAi??A?o eficaz entre o aluno e os conteA?dos do ensino;
– VisA?o articulada do funcionamento da Escola, como um todo;
– PercepAi??A?o nAi??tida e crAi??tica das complexas relaAi??Ai??es entre educaAi??A?o escolar e sociedade.
A realidade educacional vista hoje exige dos profissionais uma constante atualizaAi??A?o. Para isso, hA? a necessidade de se abrir espaAi??os para aspectos mais amplos, que seria uma polAi??tica para a formaAi??A?o do educador em serviAi??o, traduzida em programas e aAi??Ai??es diversificados, atendendo aos anseios dos educadores escolares.

20. O CurrAi??culo da Escola PA?blica
NA?o se pode falar de currAi??culo sem citar trA?s pontos fundamentais para a compreensA?o do mesmo:

20.1. DinA?mica do CurrAi??culo; ReflexA?o sobre o Trabalho PedagA?gico; ConfiguraAi??A?o da Matriz TeA?rica
A aprendizagem Ai?? um processo contAi??nuo na vida do ser humano e apesar de ai???processoai???, podemos dizer que ensinar, uma das funAi??Ai??es essenciais da escola, Ai?? promover a ai???transposiAi??A?o didA?ticaai??? de conhecimentos, um processo que torna os saberes ai???ensinA?veis, exercitA?veis e passAi??veis de avaliaAi??A?oai??? e em que Ai?? possAi??vel distinguir trA?s fases de transformaAi??A?o na dinA?mica do currAi??culo: da cultura extra-escolar para o currAi??culo formal; do currAi??culo formal para o currAi??culo real; do currAi??culo real para a aprendizagem efetiva. E para que isso se realize, a escola precisa construir um currAi??culo
que:
– Concilie os conhecimentos cientAi??ficos que presidem a produAi??A?o moderna e o exercAi??cio da cidadania plena, a formaAi??A?o Ai??tica e a autonomia intelectual, as competA?ncias cognitivas e as sociais, o humanismo e a tecnologia;
– Considere as mA?ltiplas interaAi??Ai??es entre os conteA?dos das disciplinas, abertura e a sensibilidade para identificar as relaAi??Ai??es entre escola, vida pessoal e social, entre o aprendido e o observado, entre o aluno e o objeto do conhecimento, entre a teoria, suas consequA?ncias e aplicaAi??Ai??es prA?ticas como pressupostos decisivos de sua organizaAi??A?o;
– ReconheAi??a a linguagem como elemento primordial para a constituiAi??A?o dos conceitos, relaAi??Ai??es, condutas e valores, o conhecimento como construAi??A?o coletiva e a aprendizagem como mobilizadora de afetos, emoAi??Ai??es e relaAi??Ai??es humanas;
– FaAi??a uma reflexA?o sobre o trabalho pedagA?gico e selecionar o que de fato Ai?? relevante e consistente no conjunto extraordinA?rio de conhecimentos hoje disponAi??vel, o que impAi??e Ai?? escola o compromisso de propiciar ao professor o desenvolvimento da capacidade de ai???mapearai??i?? os conhecimentos relevantes na escala adequada Ai??s necessidades e possibilidades dos alunos.
Nesse contexto exige-se estratAi??gias diversificadas, procedimentos e atividades de ai???reinvenAi??A?oai??? do conhecimento, um relacionamento das disciplinas em projetos de estudo, pesquisa e aAi??A?o (interdisciplinaridade) e a contextualizaAi??A?o dos conteA?dos; alAi??m de uma abertura e uma sensibilidade capazes de reconhecer a relaAi??A?o entre o conhecimento e os contextos contemporA?neos da vida social e pessoal.
O currAi??culo Ai?? por natureza uma rede de sentidos capaz de estabelecer uma relaAi??A?o ativa entre o aluno e o objeto do conhecimento e de relacionar, dialeticamente, o aprendido com o observado, a teoria com suas conseqA?A?ncias e aplicaAi??Ai??es prA?ticas.
Devemos superar uma visA?o fragmentada do conhecimento e da realidade e propiciar ao aluno um conjunto articulado de conhecimentos significativos, a partir do que ele jA? sabe. Isso implica um planejamento coletivo e um trabalho cooperativo dos professores, pois Ai?? exatamente isso o que significa interdisciplinaridade, sem desconsiderar a complexidade necessA?ria, aquela possAi??vel considerando um currAi??culo real em aAi??A?o.

20.2. FundamentaAi??A?o da Proposta Curricular do Ensino Fundamental
O Ensino fundamental Ai?? a etapa inicial da educaAi??A?o bA?sica no Brasil, com duraAi??A?o de nove anos, envolvendo crianAi??as e adolescentes com idade entre 06 e 14 anos. Este foi reformulado pela Lei de Diretrizes e Bases da EducaAi??A?o, em 1996, tomando o lugar do entA?o chamado Ensino de Primeiro Grau.
A duraAi??A?o obrigatA?ria do Ensino Fundamental foi ampliada de oito para nove anos pelo Projeto de Lei nA? 3.675/04, passando a abranger a Classe de AlfabetizaAi??A?o (fase anterior ao 1A? ano, com matrAi??cula obrigatA?ria aos seis anos) que, atAi?? entA?o, nA?o fazia parte do ciclo obrigatA?rio (a alfabetizaAi??A?o na rede pA?blica e em parte da rede particular era realizada normalmente na 1A? sAi??rie).
Lei posterior (11.114/05) ainda deu prazo atAi?? 2010 para que estados e municAi??pios se adaptassem Ai??s novas regras.
O Ensino Fundamental Ai?? subdividido em dois nAi??veis, a saber: dos seis aos dez anos, classe de alfabetizaAi??A?o, indo do primeiro ao quinto ano (caracterizado pela alfabetizaAi??A?o e solidificaAi??A?o dos conteA?dos bA?sicos); a segunda parte vai do sexto ao nono ano, normalmente dos onze aos 14 anos do aluno, se ele sempre tiver sido aprovado nas sAi??ries anteriores, ou seja, nA?o ter repetido algum ano (caracterizado pela diversificaAi??A?o e especificidade dos conteA?dos).
Nessa fase de ensino, as crianAi??as e adolescentes sA?o estimulados a aprender atravAi??s de atividades lA?dicas, jogos, leituras, imagens e sons, principalmente no primeiro nAi??vel. AtravAi??s dos vA?rios processos pedagA?gicos, busca-se conduzir a crianAi??a ao conhecimento do mundo pessoal, familiar e social.
No segundo nAi??vel, os prAi??-adolescentes costumam ter um professor por disciplina, alAi??m de ter um maior horA?rio de estudo, e tambAi??m uma disciplina mais abrangente, que servirA? de base para que o aluno inicie o seu Ensino MAi??dio.
As diretrizes norteadoras da educaAi??A?o fundamental estA?o contidas na ConstituiAi??A?o Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da EducaAi??A?o Nacional e nas Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental.
O Ensino Fundamental deverA? atingir sua universalizaAi??A?o, sob responsabilidade do Poder PA?blico considerando a indissociabilidade entre acesso, permanA?ncia e qualidade da educaAi??A?o escolar. O direito ao Ensino Fundamental nA?o se refere apenas Ai?? matrAi??cula, mas ao ensino de qualidade, atAi?? sua conclusA?o.
Para garantir melhor equilAi??brio e desempenho dos alunos, faz-se necessA?rio ampliar o atendimento social com projetos voltados Ai?? educaAi??A?o, Ai?? alimentaAi??A?o escolar, ao livro didA?tico a ao transporte escolar, reforAi??ando o Projeto PolAi??tico-PedagA?gico da escola, como a prA?pria expressA?o da organizaAi??A?o educativa da unidade escolar surge o Conselho Escolar e a AssociaAi??A?o de Pais e Professores, que deverA?o orientar-se pelo princAi??pio democrA?tico da participaAi??A?o da comunidade, os alunos, os pais, os professores e demais trabalhadores da educaAi??A?o.

20.2.1. PrincAi??pios PedagA?gicos
Com a reformulaAi??A?o da proposta curricular, entendemos que os princAi??pios que vA?o dar sustentaAi??A?o a funAi??A?o socializadora da escola, assim como a formaAi??A?o daqueles que vA?o atuar nela, sA?o: trabalho como princAi??pio educativo, a prA?xis como princAi??pio curricular e, por A?ltimo, o direito da crianAi??a ao atendimento escolar.
As categorias que dA?o sustentaAi??A?o a esses princAi??pios sA?o: o trabalho, a ciA?ncia e a cultura. O trabalho que Ai?? princAi??pio educativo fundamental a ser socializado desde a infA?ncia, a ciA?ncia que Ai?? colocada para nA?s, que a escola Ai?? o mundo dos saberes: saber da ciA?ncia, da cultura, da experiA?ncia, do saber agir, do saber sentir, do saber olhar, do saber pensar…Ai?? o mundo do conhecimento.

20.3. Trabalho Coletivo

20.3.1. PrA?tica Transformadora
Os projetos educativos formulados na nossa escola sA?o elaborados junto a toda a comunidade escolar (alunos, professores, equipe pedagA?gica, direAi??A?o e funcionA?rios). Estes sA?o realizados mediante um processo contAi??nuo de reflexA?o sobre a prA?tica pedagA?gica, onde se discute, propAi??e, realiza, acompanha, avalia e registra as aAi??Ai??es que vA?o ser desenvolvidas para atingir os objetivos coletivamente delineados.
Nesse processo, se produz o conhecimento, construindo-o e reconstruindo-o cotidianamente na sala de aula e fora dela, com base em estudos teA?ricos e em outras A?reas afins.
Ao se elaborar projetos educativos, entende-se que o professor e a escola devem discutir e expor, de forma clara, valores coletivos, delimitando prioridades, definindo resultados desejados e incorporando a auto-avaliaAi??A?o ao seu trabalho, em funAi??A?o dos conhecimentos da comunidade em que atua.
A elaboraAi??A?o de projetos educativos deve ser claramente definida, de forma a permitir investimentos que estejam de acordo com as diferentes necessidades da comunidade, buscando cada vez mais, um equilAi??brio entre as condiAi??Ai??es de trabalho de cada escola.
No trabalho pedagA?gico por projetos, cabe ao professor e Ai?? direAi??A?o, coordenar a elaboraAi??A?o dos mesmos e buscar, nas demais instituiAi??Ai??es da comunidade (A?rgA?os pA?blicos, privados e empresas), a possibilidade de realizaAi??A?o de parcerias e convA?nios de cooperaAi??A?o.

21. O que a escola pretende do ponto de vista polAi??tico-pedagA?gico
A escola Ai?? responsA?vel pela promoAi??A?o do desenvolvimento do cidadA?o, no sentido pleno da palavra. EntA?o, cabe a ela definir-se pelo tipo de pessoa que deseja formar, de acordo com a sua visA?o de sociedade. Cabe-lhe tambAi??m a incumbA?ncia de definir as mudanAi??as que julga necessA?rio fazer nessa sociedade, atravAi??s das mA?os do cidadA?o que irA? formar.
Assim, pretendemos lutar para a consignaAi??A?o de uma sociedade justa, solidA?ria, sem corrupAi??A?o, sem prAi??-conceitos, pacAi??fica, fraterna e mais humana, onde o homem possa ser reconhecido pelo ai???serai??? e nA?o pelo ai???terai???.
Queremos, na coletividade de pensamento, uma sociedade onde todos tenham condiAi??Ai??es de uma vida mais digna.

21.1. O que se quer para os alunos
Um sujeito que seja consciente de seu papel como cidadA?o, crAi??tico, empreendedor, no sentido de estar constantemente em busca de novas informaAi??Ai??es acerca do conhecimento e em relaAi??A?o ao mundo do trabalho, criativo, consciente de seus direitos e obrigaAi??Ai??es, e, sobretudo, com conhecimento e atitudes que possam contribuir para a transformaAi??A?o da realidade em que vivemos.

21.2. Que escola queremos
A escola que queremos Ai?? aquela em que os conhecimentos se atualizam constantemente, priorizando a formaAi??A?o formal (conhecimentos), aliada Ai?? formaAi??A?o humana (valores), salientando-se a visA?o de ofertar uma educaAi??A?o que seja voltada Ai?? formaAi??A?o cientAi??fica, mas que ao mesmo tempo, resgate a ai???essA?nciaai??? do ser humano, nas suas mA?ltiplas dimensAi??es.

21.3. Sonhar e construir juntos
No tocante ao saber, enfatizamos a relaAi??A?o saber – pensar – agir.
Almeja-se ofertar um tipo de saber que realmente condiga com a realidade daquilo que Ai?? bA?sico para sua vida e prosseguir seus estudos e que esses saberes acumulados possam realmente ser aplicA?veis em seu dia a dia.
Nossa escola assume a responsabilidade de oferecer condiAi??Ai??es ao aluno para conhecer os saberes acumulados pela Humanidade, proporcionando-lhe uma visA?o mais ampla com os conhecimentos da atualidade.
Assim, partilha-se do pensamento de que as transformaAi??Ai??es sociais exigem um novo tipo de escola e, consequentemente, um novo tipo de educaAi??A?o e formaAi??A?o, para uma nova sociedade.
Esse aspecto se caracteriza como um dos princAi??pios norteadores do compromisso constante de todos os agentes educativos de nossa escola, envolvidos no processo, criando-se a visA?o da necessidade de uma educaAi??A?o que dA? conta de formar pessoas capazes de ser sujeitos de suas vidas, conscientes de suas opAi??Ai??es, valores e projetos e atores sociais comprometidos com um novo tipo de sociedade e de Humanidade.

22. Ato Operacional
O ato operacional delineia a luta esperanAi??osa – as mudanAi??as significativas a serem alcanAi??adas e define as grandes linhas de aAi??A?o e a reorganizaAi??A?o do trabalho pedagA?gico da escola na perspectiva administrativa, pedagA?gica, financeira e polAi??tico-educacional.

22.1. AAi??Ai??es para os problemas
Em se tratando das realidades em que a qualidade Ai?? levada em consideraAi??A?o, temos o alicerce de toda prA?tica pedagA?gica bem sucedida.
A todo o momento o ser humano planeja suas aAi??Ai??es, suas decisAi??es, seu trabalho, sua vida, com o ofAi??cio docente nA?o Ai?? diferente. As boas prA?ticas em sala de aula mostram-se eficientes e eficazes no cenA?rio educacional justamente porque foram planejadas, a partir de uma postura reflexiva sobre a prA?tica a ser empreendida.
O plano de aAi??A?o da Escola, do Gestor, do Pedagogo e do Professor Ai?? a base de todo o currAi??culo escolar. Planos de ensino, diretrizes, parA?metros, planos anuais, planos de aula, planos de atividade, todos, cada um em sua instA?ncia, sA?o tarefas a serem cumpridas, visando sempre um ensino de qualidade.
Ai?? a partir do plano de aAi??A?o destas instA?ncias que o professor, o pedagogo, o gestor, enfim, a escola, podem reanalisar sua atuaAi??A?o e possibilitar um resultado eficaz e eficiente.
Assim, entendemos que Ai?? importante desencadear um processo de repensar todo o ensino, buscando um significado transformador para os elementos curriculares bA?sicos:
– objetivos da educaAi??A?o escolar (para que ensinar e aprender?);
– conteA?dos (o que ensinar e aprender?);
– mAi??todos (como e com o que ensinar e aprender?);
– tempo e espaAi??o da educaAi??A?o escolar (quando e onde ensinar e aprender?);
– avaliaAi??A?o (como e o que foi efetivamente ensinado e aprendido?).

22.2. Redimensionamentos da organizaAi??A?o do trabalho pedagA?gico
Faz-se necessA?rio redimensionar / reconstruir o projeto pedagA?gico institucional para que passe a integrar todas as ofertas formativas em um conjunto sistA?mico, consistente, coerente e intencionado de atividades pedagA?gicas, voltadas, indissociavelmente, para o ensino, a pesquisa e a extensA?o, que devem ocorrer em um ambiente de constante interaAi??A?o com o mundo do trabalho e a sociedade em geral.
AlAi??m disso, a aAi??A?o da InstituiAi??A?o deve estar fundamentada pelos princAi??pios emanados da ConstituiAi??A?o Federal e da LDB, de forma que suas aAi??Ai??es educativas devem ser pautadas pelos seguintes princAi??pios: liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; pluralismo de idAi??ias e de concepAi??Ai??es pedagA?gicas; respeito Ai?? liberdade e apreAi??o Ai?? tolerA?ncia; valorizaAi??A?o do profissional da educaAi??A?o; gestA?o democrA?tica; garantia de um padrA?o de qualidade; valorizaAi??A?o da experiA?ncia extra-escolar; e vinculaAi??A?o entre a educaAi??A?o escolar, o mundo do trabalho e as prA?ticas sociais.

23. Tipo de gestA?o

GestA?o democrA?tica
Na perspectiva de uma gestA?o democrA?tica, impregnada por uma atmosfera que respira a escola, na circulaAi??A?o das informaAi??Ai??es, na divisA?o do trabalho, no estabelecimento do calendA?rio escolar, na distribuiAi??A?o das aulas, no processo de elaboraAi??A?o de projetos, na formaAi??A?o de grupos de trabalho, na capacitaAi??A?o dos recursos humanos, estaremos buscando a auto realizaAi??A?o, compreensA?o do sentido da vida, e elaboraAi??A?o consolidada de um repertA?rio saudA?vel que proporcione alegria de viver, de amar e de servir.
O tipo de gestA?o proposto em nosso Projeto PolAi??tico-PedagA?gico estA? norteado pelo princAi??pio da gestA?o democrA?tica, onde toda a comunidade escolar e os usuA?rios da escola deverA?o agir como co-gestores e nA?o apenas como fiscalizadores e, menos ainda, como meros receptores dos serviAi??os educacionais. Pais e mA?es, alunas e alunos, professores e funcionA?rios assumem sua parte de responsabilidade pelo projeto da escola que queremos.
Portanto, compartilhamos a visA?o de inA?meras razAi??es que justificam a implantaAi??A?o de um processo de gestA?o democrA?tica na escola:
– A escola deve formar para a cidadania e, para isso, ela deve dar o exemplo;
– A gestA?o democrA?tica da escola Ai?? um passo importante no aprendizado da democracia;
– A escola nA?o tem um fim em si mesma. Ela estA? a serviAi??o da comunidade. Nisso, a gestA?o democrA?tica da escola estA? prestando um serviAi??o tambAi??m Ai?? comunidade que a mantAi??m;
– A gestA?o democrA?tica pode melhorar o que Ai?? especAi??fico da escola: o seu ensino. A participaAi??A?o na gestA?o da escola proporcionarA? um melhor conhecimento do funcionamento da escola e de seus atores; estreitando o contato entre professores e alunos, o que aumentarA? o conhecimento mA?tuo e, em conseqA?A?ncia, a aproximaAi??A?o entre as necessidades dos alunos e os conteA?dos ensinados pelos professores.
– A autonomia e a participaAi??A?o – pressupostos do projeto polAi??tico-pedagA?gico da escola – nA?o se limitam Ai?? mera declaraAi??A?o de princAi??pios consignados em algum documento.
– Sua presenAi??a precisa ser mantida no Conselho de Escola ou Colegiado, mas tambAi??m na escolha do livro didA?tico, no planejamento do ensino, na organizaAi??A?o de eventos culturais, de atividades cAi??vicas, esportivas, recreativas. NA?o basta apenas assistir Ai??s reuniAi??es.
– A gestA?o democrA?tica envolve atitude e mAi??todo. A atitude democrA?tica, que busca a participaAi??A?o e a transparA?ncia, Ai?? essencial, mas nA?o suficiente. Precisa de mAi??todos democrA?ticos, de efetivo exercAi??cio de participaAi??A?o que alcance resultados. Nesse aspecto ela Ai?? um aprendizado, que demanda tempo, atenAi??A?o e trabalho. A gestA?o democrA?tica deve estar impregnada por uma atmosfera de ampla circulaAi??A?o das informaAi??Ai??es que facilite os processos de divisA?o do trabalho, estabelecimento do calendA?rio escolar, a distribuiAi??A?o das aulas, a formaAi??A?o de grupos de trabalho, a capacitaAi??A?o dos recursos humanos etc…
Assim, aliado ao princAi??pio da gestA?o, apresentamos as consideraAi??Ai??es abaixo, que especificam ai???A escola dos nossos sonhosai???. AAi??Ai??es que podem ser viabilizadas e implementadas no seio da escola para que se consiga atingir a escola ideal para todos:
– Trabalhar, de modo interativo, em parcerias com outras instituiAi??Ai??es sociais para assim poder cumprir seu papel social de construAi??A?o e democratizaAi??A?o do conhecimento;
– Trabalhar a partir da realidade do aluno, somadas a outras realidades construindo com ele uma nova leitura de mundo;
– Dotar a escola de infra-estrutura que permita o estAi??mulo Ai?? prA?tica de atividades esportivas, artAi??sticas e culturais com a finalidade primordial de minimizar a evasA?o escolar;
– Implementar bibliotecas com bibliografias recentes atualizadas, em todas as A?reas pedagA?gicas; tendo a intenAi??A?o de formar o cidadA?o crAi??tico;
– Construir uma escola inclusiva que ouAi??a a voz dos alunos e valorize a experiA?ncia do professor.
No tocante Ai?? recuperaAi??A?o de estudos, a Lei de Diretrizes e Bases da EducaAi??A?o Nacional (Lei N.A? 9394/96), especifica em seu Artigo 13, Inciso IV, sobre a incumbA?ncia do professor de: ai???estabelecer estratAi??gias de recuperaAi??A?o para os alunos de menor rendimentoai???. Entendemos aqui que o trabalho de recuperaAi??A?o do aluno com dificuldades de aprendizagem seja paralelo, pois deve envolver um trabalho pedagA?gico, buscando as condiAi??Ai??es que efetivem a reabilitaAi??A?o como processo de reeducaAi??A?o e nA?o como mera repetiAi??A?o de uma prova de avaliaAi??A?o.
Ainda, na organizaAi??A?o escolar, que se quer democrA?tica, em que a participaAi??A?o Ai?? elemento inerente Ai?? consecuAi??A?o dos fins, em que se busca e se deseja prA?ticas coletivas e individuais baseadas em decisAi??es tomadas e assumidas pelo coletivo escolar, exige-se da equipe diretiva, que Ai?? parte desse coletivo, lideranAi??a e vontade firme para coordenar, dirigir e comandar o processo decisA?rio como tal e seus desdobramentos de execuAi??A?o. LideranAi??a e firmeza no sentido de encaminhar e viabilizar decisAi??es com seguranAi??a, como elementos de competA?ncia pedagA?gica, Ai??tica e profissional para assegurar que decisAi??es tomadas de forma participativa e respaldadas tAi??cnica, pedagA?gica e teoricamente sejam efetivamente cumpridas por todos. Para isso, a importA?ncia, como afirma Gramsci, de que ai???as normas devam ser estabelecidas pela prA?pria coletividade, o que na escola seria envolver a todos na definiAi??A?o do caminharai??? da escola.
Assim, cada segmento existente na escola, deve lanAi??ar mA?o de seu compromisso para com a escola, pois pertencentes Ai??s instA?ncias colegiadas, estas podem ai???fazer a diferenAi??aai??? no dia a dia da instituiAi??A?o. Portanto, apresentamos a seguir o papel especAi??fico de cada instA?ncia existente em nossa escola, para a construAi??A?o de uma escola de qualidade.

23.1. Papel especAi??fico de cada segmento da comunidade escolar

23.1.1. Gestor
O gestor administra, dirige e coordena todas as atividades da escola. Portanto, as atividades do gestor incluem:
– Cumprir e fazer cumprir os horA?rios e calendA?rio escolar;
– Coordenar o planejamento das atividades e dos serviAi??os do estabelecimento;
– Montar o horA?rio com o apoio da equipe-pedagA?gica;
– Viabilizar formaAi??A?o continuada aos profissionais da escola;
– Organizar a hora-atividade dos professores para estudo;
– Organizar turmas, calendA?rio letivo, distribuiAi??A?o das aulas e disciplinas, horA?rio semanal de aulas e recreio;
– Dar atendimento aos professores, alunos, pais e comunidade;
– Coordenar o funcionamento da secretaria e responder pelo orAi??amento anual;
– Cuidar para que as leis referentes ao ensino sejam cumpridas, de acordo com o regimento escolar;
– Integrar a escola Ai?? comunidade e a famAi??lia, organizando reuniAi??es e promovendo eventos comemorativos;
– Representar a configuraAi??A?o da autoridade administrativa, responsA?vel geral pelo desenvolvimento das atividades escolares e pelo adequado desempenho de um grupo de profissionais com relaAi??A?o ao alcance de um objetivo estabelecido. Em suas atividades ele deve administrar: os recursos materiais necessA?rios Ai?? escola; o pessoal em geral (distribuiAi??A?o de funAi??Ai??es); o corpo discente (organizaAi??A?o das aulas); e a estrutura total da escola (incluindo a formal e informal);
– Representar oficialmente a unidade escolar;
– Manter-se constantemente atualizado nas A?reas que lhe competem;
– Coordenar a elaboraAi??A?o, execuAi??A?o e avaliaAi??A?o do Projeto PolAi??tico PedagA?gico da unidade escolar;
– Indicar os responsA?veis pela divulgaAi??A?o e execuAi??A?o das promoAi??Ai??es escolares;
– Convocar e presidir reuniAi??es;
– Aplicar recursos financeiros, ouvindo o Conselho Escolar/APP e a Entidade Mantenedora;
– Dinamizar o fluxo de informaAi??Ai??es entre a unidade escolar e os A?rgA?os oficiais;
– Assinar toda a documentaAi??A?o relativa Ai?? vida escolar dos alunos e da unidade escolar;
– Promover a interaAi??A?o com outras unidades escolares e a comunidade;
– Fazer cumprir as determinaAi??Ai??es previstas no PPP e Regimento Interno, no que tange Ai??s questAi??es disciplinares, ouvindo o Conselho de Classe; e resolver os casos omissos;
– Secretariar as reuniAi??es do Conselho Escolar/APP na falta do titular;
– Confeccionar o orAi??amento anual da Unidade Escolar e suas adequaAi??Ai??es, buscando o funcionamento eficiente e adequado de todos os serviAi??os prestados pela unidade escolar;
– Atuar como responsA?vel por todos os valores e equipamentos pertencentes Ai?? unidade escolar e ter o registro dos mesmos;
– Dirigir, controlar e fiscalizar as Receitas e Despesas, tendo em vista a aplicaAi??A?o correta e necessA?ria ao bom funcionamento de todos os serviAi??os da Unidade Escolar;
– Responsabilizar-se por todos os pagamentos de impostos, taxas e contribuiAi??Ai??es que estejam sujeitas Ai??s atividades escolares;
– Efetuar a cobranAi??a das mensalidades escolares;
– Defender os interesses da Unidade Escolar atravAi??s da organizaAi??A?o e arquivamento dos registros de todas as atividades que resultem em provas;
– Responsabilizar-se por todas as tarefas e rotinas administrativo-financeiras, de pessoal, de conservaAi??A?o e manutenAi??A?o da Unidade Escolar, fazendo controle de todos os recursos financeiros, suas aplicaAi??Ai??es e prestaAi??A?o de contas, de acordo com as normas e prazos estabelecidos e manter os registros contA?beis em dia;
– Controlar o livro de ponto e arquivar;
– Trabalhar em consonA?ncia com as orientaAi??Ai??es emanadas do Departamento de EducaAi??A?o da Entidade Mantenedora;
– Orientar os professores na elaboraAi??A?o, execuAi??A?o e avaliaAi??A?o em todo o seu fazer pedagA?gico de acordo com a linha pedagA?gica da Escola;
– Estimular o contAi??nuo aperfeiAi??oamento do pessoal docente;
– Participar da composiAi??A?o de turmas, distribuiAi??A?o de carga horA?ria, sistema de verificaAi??A?o do rendimento escolar, sistema de recuperaAi??A?o;
– Avaliar, sugerir e acompanhar o uso do material didA?tico-pedagA?gico;
– Assessorar nas questAi??es pedagA?gicas emitindo parecer e propondo medidas para melhorar a eficiA?ncia da educaAi??A?o;
– Manter relaAi??Ai??es interpessoais de carA?ter profissional de modo a suscitar o engajamento de forma que concorra para a realizaAi??A?o plena das atividades pedagA?gicas;
– Analisar, emitir, parecer, planejar e acompanhar a operacionalizaAi??A?o das adaptaAi??Ai??es de estudos, classificaAi??A?o, reclassificaAi??A?o e revalidaAi??A?o de estudos decorrentes do recebimento de transferA?ncia de alunos, junto Ai?? Secretaria;
– Coparticipar, buscando junto aos professores a soluAi??A?o de possAi??veis problemas de aprendizagem;
– Auxiliar no planejamento, implementaAi??A?o e avaliaAi??A?o dos projetos promovidos pela unidade escolar;
– Organizar e manter atualizado o dossiA? individual dos alunos e das turmas;
– Ser o elo entre a Unidade Escolar e a famAi??lia, objetivando o desenvolvimento integral do educando;
– Inteagir com pessoas e instituiAi??Ai??es que concorram para a concretizaAi??A?o dos objetivos da EducaAi??A?o;
– Planejar e coordenar o processo de sondagem de interesses (aptidAi??es e habilidades) visando despertar no educando a valorizaAi??A?o do trabalho e a necessidade de uma escolha profissional consciente;
– Sistematizar o processo de acompanhamento dos alunos, encaminhando a outros especialistas aqueles que necessitem acompanhamento especial;
– Participar das reuniAi??es de carA?ter pedagA?gico;
– Acompanhar, permanentemente, o processo de avaliaAi??A?o;
– Colaborar nos projetos da unidade escolar.
A funAi??A?o do gestor abrange trA?s dimensAi??es: pedagA?gica, social e burocrA?tica. Para a execuAi??A?o destas funAi??Ai??es, dele sA?o separadas trA?s habilidades: tAi??cnica, humana e conceitual.

23.1.1.1. Metas – 2016

23.1.1.1.1. A?rea Administrativa
– Realizar matrAi??culas;
– Montar o cronograma de atividades escolares para o ano letivo;
– Acompanhar, controlar e avaliar o plano administrativo;
– Realizar reuniAi??es de pais e professores por bimestres;
– Desenvolver atividades que garantam maior relacionamento entre escola e comunidade;
– Montar, juntamente com a Secretaria de EducaAi??A?o, o quadro de pessoal;
– Participar e representar a Unidade Escolar em todos os eventos sociais, religiosos, culturais, cAi??vicos e desportivos;
– Promover as reuniAi??es administrativo-pedagA?gicas mensais;
– Coordenar as avaliaAi??Ai??es internas e externas;
– Incentivar a realizaAi??A?o dos projetos sociais e pedagA?gicos preestabelecidos.

23.1.1.1.2 A?rea FAi??sica e Patrimonial
– ColocaAi??A?o da cobertura da quadra esportiva
– ColocaAi??A?o de portA?o lateral
– AquisiAi??A?o de impressora colorida
– InstalaAi??A?o da sala multifuncional
– RevitalizaAi??A?o da horta e pomar escolar
– AquisiAi??A?o de guarda-volumes para Sala dos Professores
– AquisiAi??A?o de cadeiras estofadas para os professores nas salas de aula
– AquisiAi??A?o de mesas para professores
– AquisiAi??A?o de materiais de custeio e de capital com a subvenAi??A?o do Mais EducaAi??A?o
– AquisiAi??A?o de mesas e bancos
– AquisiAi??A?o de bebedouro
– AmpliaAi??A?o do sistema de cA?meras e monitoramento.

23.1.1.1.3 A?rea Social
– Promover reuniAi??es de confraternizaAi??A?o entre os professores;
– Promover pesquisa de campo com as turmas;
– Realizar excursA?o com os alunos;
– Promover programa de Dia das CrianAi??as;
– Realizar diversos passeios de estudos com os alunos;
– Promover desfile de aniversA?rio do municAi??pio;
– Promover os projetos constantes neste PPP.

23.1.1.1.4 A?rea Financeira
– Manter o prAi??dio em perfeitas condiAi??Ai??es de uso;
– Controlar caixa fixo e apresentar relatA?rio mensal;
– Controlar livro-ponto;
– Encaminhar parte legal de pessoal Ai?? prefeitura;
– Manter os pagamentos em dia;
– Controlar conta bancA?ria/poupanAi??a;
– Prover a compra de materiais.

23.1.1.1.5. A?rea PedagA?gica
– Dar assessoria pedagA?gica;
– Promover o aperfeiAi??oamento dos professores nas A?reas didA?tico-pedagA?gicas;
– Colaborar e incentivar programas especiais;
– Realizar reuniAi??es mensais com os professores;
– Enriquecer e divulgar materiais pedagA?gicos;
– Promover melhoria do processo ensino-aprendizagem;
– Incentivar a participaAi??A?o dos professores em cursos de aperfeiAi??oamento e grupos de estudos;
– Acompanhar e incentivar a elaboraAi??A?o e execuAi??A?o dos projetos e relatA?rios desenvolvidos pelos professores;
– Verificar diA?rio de classe e documentos referentes ao setor acadA?mico;
– Participar nos conselhos de classe;

23.1.1.1.6. A?rea Educacional
– Promover palestras para professores, pais e alunos;
– Inteirar-se do grau de aproveitamento do aluno nas diversas disciplinas;
– Acompanhar os controles de classe;
– Conhecer a realidade psicolA?gica de cada aluno;
– Manter as parcerias com os especialistas: psicA?loga, psicopedagoga, fonoaudiA?loga, dentista e nutricionista;
– Situar o aluno, nA?o sA? na vida escolar, como ao seu meio social e familiar;
– Promover e participar das semanas especiais;
– Promover e participar de campanhas e projetos comunitA?rios.

23.1.2. Docentes
Os docentes sA?o profissionais responsA?veis por transmitir ao aluno, informaAi??Ai??es sobre vA?rios campos do conhecimento, que compAi??e a proposta curricular estabelecida pelas instA?ncias superiores de educaAi??A?o.
AlAi??m disso, os mesmos devem procurar propiciar ao aluno um ensino dinA?mico e criativo, que estimule a aprender, raciocinar, adequando os ensinamentos a cada faixa etA?ria e a cada contexto sA?cio-econA?mico. Ao mesmo tempo em que ensinam os professores tambAi??m formam os jovens nos aspectos de hA?bitos e atitudes, transmitindo liAi??Ai??es de disciplina, solidariedade, respeito ao prA?ximo e consciA?ncia de cidadania. Portanto, o professor deverA? ter trA?s qualidades fundamentais: a atitude do verdadeiro educador, domAi??nio de conteA?dos e capacidade de fazer com que o aluno se interesse pelos conteA?dos.
AtribuiAi??Ai??es dos docentes:
– Contribuir para o desenvolvimento da proposta pedagA?gica do estabelecimento de ensino;
– Elaborar o plano de aAi??A?o do docente anual de sua disciplina e trabalhar pelo seu cumprimento em consonA?ncia com a proposta curricular e pedagA?gica do estabelecimento de ensino, com os princAi??pios norteadores das polAi??ticas educacionais da Secretaria Municipal da EducaAi??A?o e com a legislaAi??A?o vigente para a EducaAi??A?o Nacional;
– Realizar a transposiAi??A?o didA?tica dos conhecimentos selecionados, respeitando as especificidades dos alunos;
– Conduzir sua aAi??A?o escolar contemplando as dimensAi??es teA?ricas e prA?ticas dos saberes e atividades escolares;
– Realizar a avaliaAi??A?o da aprendizagem de modo a acompanhar o processo de construAi??A?o do conhecimento dos alunos;
– Elaborar instrumentos de avaliaAi??A?o diversificados;
– Intervir para que os alunos possam superar eventuais defasagens e/ou dificuldades;
– Assumir compromisso com a formaAi??A?o continuada, participando dos programas de capacitaAi??A?o ofertados pela mantenedora e/ou por outras instituiAi??Ai??es, mantendo atitude permanente de estudo, pesquisa e produAi??A?o;
– Desenvolver procedimentos metodolA?gicos variados que facilitem e qualifiquem o trabalho pedagA?gico;
– Organizar a rotina de sala de aula, observando e registrando dados que possibilitem intervenAi??Ai??es adequadas, sobretudo nos momentos de dificuldade no processo ensino-aprendizagem e situaAi??Ai??es conflituosas;
– Utilizar o espaAi??o e o tempo em sala de aula e demais ambientes escolares;
– Procurar identificar e respeitar as diferenAi??as entre os alunos;
– Conhecer e utilizar tAi??cnicas e recursos tecnolA?gicos, como instrumentos de apoio pedagA?gico;
– Exprimir-se com clareza na correAi??A?o de atividades propostas aos alunos;
– Conduzir os procedimentos em sala de aula de maneira emocionalmente equilibrada e ter capacidade para mediar situaAi??Ai??es de conflito;
– Desenvolver aulas que proporcionem a interaAi??A?o aluno-professor e aluno-aluno, favorecendo a atitude dialA?gica;
– Adotar uma postura reflexiva, crAi??tica, questionadora, orientando os alunos a formular e expressar juAi??zos sobre temas, conceitos, posiAi??Ai??es e situaAi??Ai??es;
– Expressar-se por meio de vA?rias linguagens, visando o enriquecimento e a inteligibilidade de suas aulas bem como dos materiais produzidos para apoio pedagA?gico;
– Expressar-se verbalmente de maneira objetiva e compreensAi??vel, com dicAi??A?o clara;
– Desenvolver as aulas de forma dinA?mica, versA?til e coerente com a disciplina e especificidades dos educandos;
– Obedecer aos preceitos vigentes na ConstituiAi??A?o Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da EducaAi??A?o Nacional, Estatuto da CrianAi??a e do Adolescente, na LegislaAi??A?o Estadual e demonstrar, em situaAi??Ai??es prA?ticas, as atividades propostas aos educandos, utilizando-se como referA?ncia os estAi??mulos visuais, auditivos e motores;
– Trabalhar, demonstrativa e conceitualmente, com materiais especAi??ficos de sua A?rea/disciplina;
– Participar e/ou colaborar com atividades lA?dicas, culturais e desportivas dinamizadas dentro do contexto escolar.
– Selecionar livros, textos, materiais e atividades complementares, vAi??deos, dinA?micas de grupo, experiA?ncias, passeios e visitas, estabelecendo um cronograma, aplicando e avaliando no dia a dia as atividades planejadas;
– Propor jogos recreativos e exercAi??cios para estimular o desenvolvimento global do educando;
– Ser amA?vel, alegre e carinhoso;
– Manter a disciplina da sala de aula e fora dela;
– Elaborar os planos anual e semanal de ensino, apresentando-os Ai?? direAi??A?o sempre na primeira janela semanal;
– Incorporar o Projeto PolAi??tico PedagA?gico como parte de si mesmo;
– Elaborar projetos de ensino e colocA?-los em prA?tica;
– Participar dos Conselhos de Classe, auxiliando na resoluAi??A?o de problemas;
– Zelar pelo cumprimento do CalendA?rio Escolar;
– Atuar, quando solicitado, como professor conselheiro;
– Proceder Ai?? observaAi??A?o dos alunos, identificando necessidades e carA?ncias de ordem social, psicolA?gica, material e de saA?de que interfiram na aprendizagem, encaminhando-os aos professores conselheiros, psicA?loga, fonoaudiA?loga e orientador educacional;
– Manter contato com os pais ou responsA?veis, informando-os sobre o desenvolvimento do aluno, obtendo dados de interesse para o processo educativo;
– Participar de atividades cAi??vicas, culturais e educativas da comunidade;
– Ser um exemplo de carA?ter sA?lido dentro e fora da escola;
– Responsabilizar-se pela utilizaAi??A?o, manutenAi??A?o e conservaAi??A?o de equipamentos e instrumentos em uso nos ambientes especiais, prA?prios de sua A?rea curricular;
– Executar e manter atualizados os registros relativos as suas atividades especAi??ficas (diA?rio de classe, planos de aula, anotaAi??Ai??es individuais de alunos, boletins de avaliaAi??A?o, pareceres individuais e coletivos de aluno etc.);
– Colaborar na formaAi??A?o moral, espiritual e intelectual dos alunos, orientando e exemplificando elevados padrAi??es de urbanidade, civismo e pontualidade no cumprimento do dever;
– Manter com os colegas e demais funcionA?rios, espAi??rito de colaboraAi??A?o e solidariedade, alAi??m de bom relacionamento;
– Exercer quaisquer outras funAi??Ai??es nA?o previstas neste PPP, quando designado, mesmo temporariamente;
– Comunicar Ai?? DireAi??A?o qualquer medida disciplinar que tenha tomado em relaAi??A?o ao aluno;
– Economizar, contribuindo para diminuir os gastos da escola;
– Procurar a monitoria da escola quando da necessidade de materiais ou qualquer outra atividade que venha a afastA?-lo da sala de aula
– Acompanhar os alunos nas atividades extraclasse (parque, sala de jogos, brinquedoteca, intervalo, inAi??cio e final de aulas etc.);
– Circular pelos pA?tios da escola, por entre os alunos, nos horA?rios de recreio, assemblAi??ias, inAi??cio e tAi??rmino das aulas;
– Controlar as saAi??das dos alunos da sala de aula, seja para ir ao banheiro ou qualquer outra atividade;
– Acompanhar os alunos, nA?o os deixando sozinhos sob qualquer hipA?tese;
– Considerar-se responsA?vel por tudo que acontece na escola, contribuindo com a manutenAi??A?o do prAi??dio escolar, da integridade fAi??sica, moral, intelectual e espiritual de si prA?prio, dos alunos e demais funcionA?rios da escola;
– Utilizar as janelas (aulas de EducaAi??A?o FAi??sica, InglA?s e Artes) para preparaAi??A?o e busca de materiais (cartolinas, folhas, fitas de vAi??deo, utilizaAi??A?o do mimeA?grafo, xerox) que venham a ser utilizados nas aulas;
– Desenvolver atividades que explorem conhecimentos gerais como: notAi??cias de jornais e datas comemorativas, entre outros, promovendo um relacionamento cooperativo de trabalho com seus colegas, pais, e com os diversos segmentos da sociedade;
– Organizar tarefas coletivas para estimular a socializaAi??A?o dos educandos, resguardando sempre o respeito e integridade;
– Entender as dificuldades e necessidades individuais de cada aluno, assegurando que, no A?mbito escolar, nA?o ocorra tratamento discriminativo de cor, raAi??a, religiA?o ou classes sociais;
– Ser assAi??duo e pontual nos seus compromissos, chegando com dez minutos de antecedA?ncia para o ajuste de seus materiais;
– Comunicar com antecedA?ncia, sempre que possAi??vel, os atrasos e faltas eventuais, para que sejam tomadas as providA?ncias necessA?rias;
– Participar ativamente de reuniAi??es, comemoraAi??Ai??es e atividades cAi??vicas promovidas no estabelecimento de ensino.

23.1.3 SecretA?ria e assistente tAi??cnico-administrativo
Segundo a LDB 9.394/96, no capAi??tulo I, SeAi??A?o II, Artigo 7A?, a SecretA?ria tem responsabilidade de manter organizada e atualizada a documentaAi??A?o dos educandos.
AtribuiAi??Ai??es da secretA?ria e do assistente tAi??cnico administrativo:
A secretA?ria ou o assistente tAi??cnico-administrativo terA? como encargo, todo serviAi??o de escrituraAi??A?o, documentaAi??A?o escolar e correspondA?ncia do estabelecimento, devendo ser observadas tambAi??m as seguintes funAi??Ai??es:
– Participar da elaboraAi??A?o, execuAi??A?o e avaliaAi??A?o do Projeto PolAi??tico PedagA?gico;
– Assentar-se com os setores tAi??cnico-pedagA?gicos para que, nos prazos previstos, sejam fornecidos todos os resultados escolares dos alunos, referentes Ai??s programaAi??Ai??es regulares e especiais;
– Manter atualizadas as pastas e registros individuais dos alunos e de pessoal, quanto Ai?? documentaAi??A?o exigida e permanente compilaAi??A?o e armazenamento de dados;
– Manter atualizadas as cA?pias da legislaAi??A?o em vigor;
– Evitar o manuseio, por pessoas estranhas ao serviAi??o, bem como a retirada do A?mbito da Unidade Escolar, das pastas, livros, diA?rios de classe e registros de qualquer natureza, salvo quando oficialmente requeridos pelo A?rgA?o autorizado;
– Participar do planejamento geral da Unidade Escolar e demais reuniAi??es, com vistas ao registro da escrituraAi??A?o escolar e arquivo;
– Adotar medidas que visem preservar toda a documentaAi??A?o sob sua responsabilidade;
– Executar outras tarefas delegadas pelo Administrador da Unidade Escolar no A?mbito de sua competA?ncia;
– Lavrar atas e anotaAi??Ai??es de resultados finais, de recuperaAi??A?o e provas;
– Cuidar do recebimento de matrAi??culas e transferA?ncias e respectiva documentaAi??A?o;
– Cuidar da comunicaAi??A?o externa do Estabelecimento com a comunidade escolar e com terceiros;
– Auxiliar na disciplina;
– Supervisionar entradas e saAi??das dos alunos;
– Zelar pela conservaAi??A?o da A?rea escolar;
– Preservar a manutenAi??A?o fAi??sica do ColAi??gio;
– Controlar a manutenAi??A?o dos multimeios;
– Encaminhar os pais e visitantes aos setores solicitados;
– Distribuir correspondA?ncias e comunicados;
– Controlar o uso dos laboratA?rios e salas especiais;
– Cumprir as obrigaAi??Ai??es inerentes Ai??s atividades administrativas da secretaria, quanto ao registro escolar do aluno referente Ai?? documentaAi??A?o comprobatA?ria, necessidades de adaptaAi??A?o, aproveitamento de estudos, progressA?o parcial, classificaAi??A?o, reclassificaAi??A?o e regularizaAi??A?o de vida escolar;
– Atender a comunidade escolar e demais interessados, prestando informaAi??Ai??es e orientaAi??Ai??es;
– Cumprir a escala de trabalho que lhe for previamente estabelecida;
– Participar de eventos, cursos, reuniAi??es, sempre que convocado, ou por iniciativa prA?pria, desde que autorizado pela direAi??A?o ou pela Secretaria Municipal da EducaAi??A?o, visando ao aprimoramento profissional de sua funAi??A?o;
– Controlar a entrada e saAi??da de documentos escolares, prestando informaAi??Ai??es sobre os mesmos a quem de direito;
– Organizar os serviAi??os do seu setor;
– Efetivar os registros na documentaAi??A?o oficial como Ficha Individual, HistA?rico Escolar, Boletins, Certificados, Diplomas e outros, garantindo sua idoneidade;
– Organizar e manter atualizado o arquivo ativo e conservar o arquivo inativo da escola;
– Classificar, protocolar e arquivar documentos e correspondA?ncias, registrando a movimentaAi??A?o de expedientes;
– Realizar serviAi??os auxiliares relativos Ai?? parte financeira, contA?bil e patrimonial do estabelecimento, sempre que solicitado;
– Coletar e digitar dados estatAi??sticos quanto Ai?? avaliaAi??A?o escolar, alimentando e atualizando o sistema informatizado;
– Executar trabalho de mecanografia, reprografia e digitaAi??A?o;
– Zelar pelo sigilo de informaAi??Ai??es pessoais de alunos, professores, funcionA?rios e famAi??lias;
– Manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho com seus colegas, com alunos, com pais e com os demais segmentos da comunidade escolar;
– Exercer as demais atribuiAi??Ai??es decorrentes do Regimento Escolar e aquelas que concernem Ai?? especificidade de sua funAi??A?o.

23.1.3.1. Metas ai??i?? 2016

MatrAi??cula
Preenchimento da ficha cadastral, conforme documentos: certidA?o de nascimento, fotos, regulamento assinado, atestado de frequA?ncia, declaraAi??A?o de aptidA?o fAi??sica, documentos do responsA?vel (CPF e RG) e carteira de vacina. Obs: Repassar todos os dados para o livro de matrAi??culas.

Fichas individuais
Conferir dados pessoais conforme certidA?o e preencher cabeAi??alho da ficha, registrar bimestralmente notas e faltas, revisar e assinar. Colocar carimbo da escola.
Atendimento aos pais, professores, alunos e telefones
Atendimento cordial a todos os pais, alunos, superiores e telefones.

HistA?rico escolar
Preencher cabeAi??alho conforme a certidA?o do aluno e os dados escolares, carimbo e com assinatura do diretor e secretA?ria. Preencher as notas de transferA?ncia recebida, com nome da escola que freqA?entou ou conforme ficha individual. Emitir histA?rico em duas vias, ficando uma na pasta do aluno.

Boletim escolar
Preenchimento dos boletins conforme diA?rio de classe, com nome, sAi??rie e turno.

CorrespondA?ncia
Zelar pelo recebimento e expediAi??A?o de correspondA?ncias (atestados, ofAi??cios, declaraAi??Ai??es), bem como o registro em protocolo.

CalendA?rio (participaAi??A?o)
Planejar calendA?rio escolar junto Ai?? direAi??A?o e zelar pelo seu cumprimento.

Atas de resultados finais
Preencher o formulA?rio de ata conforme os dados solicitados, em ordem alfabAi??tica conforme a turma, registrar as notas sem emenda ou rasuras, assinar e carimbar.

Conselho de Classe
Participar dos Conselhos de Classe realizados na escola, anotando os conceitos em atas.

Chamada provisA?ria
Organizar chamada provisA?ria conforme as matrAi??culas realizadas atAi?? o inAi??cio das aulas.

DiA?rio de classe
ConfecAi??A?o do diA?rio de classe com os nomes em rigorosa ordem alfabAi??tica e com dados de identificaAi??A?o na capa. Orientar os professores quanto ao preenchimento e revisar junto com a direAi??A?o ou supervisA?o bimestralmente. Os mesmos deverA?o ser entregues atAi?? 30 dias apA?s o inAi??cio das aulas.

Arquivos
Organizar o arquivo ativo ai??i?? em pasta individual com todos os documentos exigidos no ato da matrAi??cula, por sAi??rie, em ordem alfabAi??tica.
Arquivo passivo ai??i?? organizar conforme o nA?mero recebido no ato da matrAi??cula.

IncineraAi??A?o
Todos os documentos que forem incinerados, deverA?o ser registrados no livro de ata, com termo de abertura ou encerramento.

Assinaturas de fichas e relatA?rios
Assinar e revisar fichas e relatA?rios juntamente com o diretor.

Preencher os Livros Oficiais.
Preencher os livros oficiais a cada reuniA?o, os quais deverA?o conter o termo de abertura

Lista de resultados finais
Preparar a listagem de aprovaAi??A?o e reprovaAi??A?o de alunos, colocando-a em local visAi??vel.

Ficha de Movimento Bimestral
Preencher corretamente, a cada final de bimestre, a ficha de movimento bimestral exigida pela Secretaria da EducaAi??A?o e enviA?-la ao destino final.

CardA?pio Mensal
Organizar, juntamente com as merendeiras, o cardA?pio mensal, enviando uma cA?pia Ai?? Secretaria da EducaAi??A?o.

Certificado do Ponto
Registrar e exigir entrega de atestados mAi??dicos ou de qualquer outro a fim de anexA?-lo ao Certificado de Ponto.
Preencher o Certificado de Ponto, anotando eventuais faltas dos funcionA?rios e enviar Ai?? Secretaria da EducaAi??A?o.

Demonstrativo ContA?bil
Cobrar do tesoureiro da APP o preenchimento correto do demonstrativo contA?bil referente aos gastos de cada mA?s ou, se assim for resolvido pela diretoria da AssociaAi??A?o de Pais e Professores, preencher o demonstrativo a fim de ser enviado Ai?? Secretaria Municipal.
Anotar gastos e arquivar notas fiscais e recibos.

Mensalidades da APP
Anotar o pagamento de mensalidades.
Assinar e carimbar carnA?s.

Equipamentos
Anotar a compra e recebimento de equipamentos no livro especAi??fico.
Adquirir livros tAi??cnicos.
Aumentar o nA?mero de mapas.

23.1.4. Orientador PedagA?gico
A OrientaAi??A?o Educacional assessora o Administrador Escolar, professores, pais e alunos, buscando integrar a comunidade escolar, a fim de serem alcanAi??ados os objetivos filosA?ficos e pedagA?gicos estabelecidos na Proposta PedagA?gica.
SA?o atribuiAi??Ai??es do Orientador Educacional:
– Participar da elaboraAi??A?o, execuAi??A?o e avaliaAi??A?o da Proposta PedagA?gica.
– Trabalhar em consonA?ncia com as orientaAi??Ai??es emanadas da Secretaria Municipal da EducaAi??A?o.
– Conhecer e nortear as atividades escolares em conformidade com o Projeto PolAi??tico-PedagA?gico da Unidade Escolar.
– Manter-se constantemente atualizado de modo a desempenhar satisfatoriamente suas atividades.
– Submeter Ai?? apreciaAi??A?o e Ai?? aprovaAi??A?o da AdministraAi??A?o Escolar, seu plano de aAi??A?o anual.
– Organizar e manter atualizado o dossiA? individual dos educandos e das turmas.
– Participar, junto Ai?? AdministraAi??A?o Escolar e Ai?? CoordenaAi??A?o PedagA?gica, da composiAi??A?o de turmas, distribuiAi??A?o de carga horA?ria, sistema de verificaAi??A?o do rendimento escolar e do sistema de recuperaAi??A?o.
– Ser o elo entre a Unidade Escolar e a famAi??lia, objetivando o desenvolvimento integral do educando.
– Interagir com pessoas e instituiAi??Ai??es que concorram para a concretizaAi??A?o dos objetivos da OrientaAi??A?o Educacional.
– Planejar e coordenar o processo de sondagem de interesses (aptidAi??es e habilidades) visando despertar no educando a valorizaAi??A?o do trabalho e a necessidade de uma escolha profissional consciente.
– Sistematizar o processo de acompanhamento dos educandos, encaminhando a outros especialistas aqueles que necessitem de atendimento especial.
– Acompanhar, permanentemente, o processo de avaliaAi??A?o do educando.
– Atuar em sintonia com o Coordenador PedagA?gico estimulando o desempenho de atividades pedagA?gicas que atendam Ai??s necessidades individuais dos educandos.
– Participar e assessorar as atividades pertinentes ao Conselho de Classe.
– Manter relaAi??Ai??es interpessoais de carA?ter profissional de modo a suscitar o engajamento do grupo de forma que concorra para a realizaAi??A?o plena das atividades pedagA?gicas.
– Colaborar nos projetos da Unidade Escolar.
– Participar da avaliaAi??A?o da Unidade Escolar com vistas Ai?? melhoria do processo educacional.

23.1.5. BibliotecA?rio
O bibliotecA?rio conduzirA? o educando Ai??s fontes de pesquisa e consulta, para professores e comunidade em geral, objetivando favorecer a formaAi??A?o de alunos crAi??ticos, reflexivos e com hA?bitos e interesses pela leitura.
AtribuiAi??Ai??es do BibliotecA?rio:
– Substituir professores;
– Catalogar livros, CDs, CD Room, fitas de vAi??deo etc;
– Organizar a biblioteca;
– Organizar o movimento de alunos na retirada e devoluAi??A?o de livros;
– Auxiliar nas pesquisas de alunos e comunidade em geral;
– Dirigir o Clube de Leitura (Projeto Leitura Viva);
– Efetuar a cobranAi??a de livros extraviados e devoluAi??A?o fora do prazo;
– Ler e avaliar as produAi??Ai??es textuais dos participantes do Clube de Leitura;
– Dar apoio e suporte didA?tico-pedagA?gico aos professores;
– Supervisionar o movimento de alunos dentro e fora da biblioteca, no recinto escolar;
– Manter em dia as carteirinhas de aluno para emprAi??stimo de livros;
– Participar do planejamento geral da Unidade Escolar e demais reuniAi??es, com vistas ao registro da escrituraAi??A?o escolar e arquivo;
– Adotar medidas que visem preservar toda a documentaAi??A?o sob sua responsabilidade;
– Executar outras tarefas delegadas pelo Administrador da Unidade Escolar no A?mbito de sua competA?ncia
– Auxiliar na disciplina;
– Manter controle do pA?tio escolar;
– Zelar pela conservaAi??A?o da A?rea escolar;
– Preservar a manutenAi??A?o fAi??sica do ColAi??gio;
– Controlar a manutenAi??A?o dos multimeios.

23.1.6. Merendeira
Cabe Ai?? funcionA?ria que exerce a funAi??A?o de merendeira a preparaAi??A?o dos alimentos, mantendo a higiene e conservaAi??A?o dos mesmos, assim como dos utensAi??lios e local onde a merenda Ai?? servida.
A mesma deverA? comparecer ao trabalho, devidamente trajada conforme normas e padrAi??es de higiene da secretaria de saA?de (avental, touca e luvas).
Cabe, ainda, os serviAi??os de manutenAi??A?o e limpeza, as tarefas de higiene e conservaAi??A?o do estabelecimento de ensino.
A execuAi??A?o das tarefas de manutenAi??A?o e limpeza estarA? sobre a subordinaAi??A?o do gestor do estabelecimento.
AtribuiAi??Ai??es da merendeira:
– Zelar pelo ambiente da cozinha e por suas instalaAi??Ai??es e utensAi??lios, cumprindo as normas estabelecidas na legislaAi??A?o sanitA?ria em vigor;
– Selecionar e preparar a merenda escolar balanceada, observando padrAi??es de qualidade nutricional;
– Servir a merenda escolar, observando os cuidados bA?sicos de higiene e seguranAi??a;
– Informar ao diretor do estabelecimento de ensino da necessidade de reposiAi??A?o do estoque da merenda escolar;
– Conservar o local de preparaAi??A?o, manuseio e armazenamento da merenda escolar, conforme legislaAi??A?o sanitA?ria em vigor;
– Zelar pela organizaAi??A?o e limpeza do refeitA?rio, da cozinha e do depA?sito da merenda escolar;
– Receber, armazenar e prestar contas de todo material adquirido para a cozinha e da merenda escolar;
– Auxiliar nos demais serviAi??os correlatos Ai?? sua funAi??A?o, sempre que se fizer necessA?rio;
– Respeitar as normas de seguranAi??a ao manusear fogAi??es, aparelhos de preparaAi??A?o ou manipulaAi??A?o de gA?neros alimentAi??cios e de refrigeraAi??A?o;
– Participar das atribuiAi??Ai??es decorrentes do Regimento Escolar e exercer as especAi??ficas da sua funAi??A?o.
– Zelar pelo ambiente fAi??sico da escola e de suas instalaAi??Ai??es, cumprindo as normas estabelecidas na legislaAi??A?o sanitA?ria vigente;
– Utilizar o material de limpeza sem desperdAi??cios e comunicar Ai?? direAi??A?o, com antecedA?ncia, a necessidade de reposiAi??A?o dos produtos;
– Zelar pela conservaAi??A?o do patrimA?nio escolar, comunicando qualquer irregularidade Ai?? direAi??A?o;
– Auxiliar na vigilA?ncia da movimentaAi??A?o dos alunos em horA?rios de recreio, de inAi??cio e de tAi??rmino dos perAi??odos, mantendo a ordem e a seguranAi??a dos estudantes, quando solicitado pela direAi??A?o;
– Atender adequadamente aos alunos com necessidades educacionais especiais temporA?rias ou permanentes, que demandam apoio de locomoAi??A?o, de higiene e de alimentaAi??A?o;
– Auxiliar nos serviAi??os correlatos Ai?? sua funAi??A?o, participando das diversas atividades escolares;
– Cumprir integralmente seu horA?rio de trabalho e as escalas previstas, respeitado o seu perAi??odo de fAi??rias;
– Participar de eventos, cursos, reuniAi??es sempre que convocado ou por iniciativa prA?pria, desde que autorizado pela direAi??A?o, visando ao aprimoramento profissional;
– Coletar lixo de todos os ambientes do estabelecimento de ensino, dando-lhe o devido destino, conforme exigA?ncias sanitA?rias;
– Exercer as demais atribuiAi??Ai??es decorrentes do Regimento Escolar e aquelas que concernem Ai?? especificidade de sua funAi??A?o;
– Controlar o prazo de validade dos alimentos, utilizando aqueles que estiverem mais prA?ximos do vencimento;
– Controlar as entradas de estranhos na cozinha;
– Preparar a merenda de acordo com as especificaAi??Ai??es da nutricionista e preferA?ncias do alunado;
– Relacionar-se harmonicamente com seus companheiros de trabalho;
– Informar a direAi??A?o da escola quando da falta de material de limpeza, alimentos ou da necessidade de manutenAi??A?o do prAi??dio escolar;
– Manter-se exemplar no asseio pessoal;
-Utilizar o vestuA?rio especificado pela nutricionista;
– Abrir e fechar a escola sempre acionando e desativando o sistema de alarme;

23.1.7. Monitor
– Manter o prAi??dio em excelentes condiAi??Ai??es de uso;
– Controlar o movimento de alunos e professores dentro do recinto escolar;
– Auxiliar e assessorar professores e administraAi??A?o escolar quando da solicitaAi??A?o de materiais didA?tico-pedagA?gicos ou de outra natureza;
– Auxiliar e conduzir o trabalho de merendeiras e serventes;
– Abrir e fechar portAi??es e portas da escola;
– Controlar as solicitaAi??Ai??es de saAi??da de alunos do recinto escolar;
– Acionar a campainha (sinal) de inAi??cio e final de cada aula nos horA?rios prAi??-fixados;
– Auxiliar professores no recreio monitorado;
– Executar outras tarefas delegadas pelo Gestor da Unidade Escolar no A?mbito de sua competA?ncia;
– Auxiliar na disciplina;
– Manter o controle do pA?tio escolar;
– Zelar pela conservaAi??A?o da A?rea escolar;
– Preservar a manutenAi??A?o fAi??sica da Escola;
– Controlar a manutenAi??A?o dos multimeios.

23.1.7. Estudante
– Ser responsA?vel pela busca de seu prA?prio aprendizado;
– Realizar as atividades propostas pelos professores, coordenadores, orientadores, bibliotecA?rias ou administrador escolar;
– Responsabilizar-se pela entrega das atividades avaliativas como tarefas, trabalhos, provas, testes, sempre no dia especificado;
– Participar de todas as aulas, respeitando e contribuindo com o professor no sentido de produzir melhor aprendizagem do grupo;
– Manter a disciplina dentro do recinto escolar;
– Ter bons modos de conduta para com seus colegas dentro e fora da escola;
– Contribuir com os projetos solidA?rios da escola;
– Cumprir as normas contidas no Regimento Escolar;
– Zelar pela manutenAi??A?o do prAi??dio escolar, dos mA?veis, utensAi??lios e demais materiais utilizados no dia a dia letivo;
– Manter os pais informados de seu comportamento e aproveitamento escolar, entregando provas, trabalhos, boletins ou qualquer outro instrumento avaliativo, bem como recados ou correspondA?ncias oriundas da administraAi??A?o escolar ou professores;
– Zelar pela amizade entre companheiros de classe ou em classes diferentes;
– Abster-se de trazer Ai?? escola objetos ou qualquer coisa que possa ferir a saA?de alheia;
– Manter a higiene e limpeza dentro e nos arredores da escola, utilizando sempre as lixeiras;

23.1.9. Professor-Conselheiro
– Assessorar alunos no que tange ao bom andamento da classe;
– Interceder junto a administraAi??A?o escolar pelos interesses estudantis da classe;
– Cuidar da ordem e disciplina da turma;
– Resolver questAi??es de intrigas e indisciplina na sala de aula e fora dela;
– Aconselhar e auxiliar alunos em apresentaAi??Ai??es teatrais, excursAi??es, passeios de estudos etc;
– Confeccionar o espelho de classe.

23.1.10. LAi??der de Classe
– Tomar a dianteira em eventos escolares;
– Auxiliar o professor no interior da sala de aula e fora dela quando solicitado;
– Entregar e responsabilizar-se por avisos decorrentes do movimento diA?rio da escola;
– Participar do Conselho de Classe.

24. O papel das instA?ncias colegiadas (A.P.P., Conselho Escolar e o GrA?mio Estudantil)

24.1. A.P.P. ai??i?? AssociaAi??A?o de Pais e Professores
Colegiado representativo de pais, professores e dos diversos segmentos da comunidade (sociedade civil). Essa associaAi??A?o possui um papel fundamental no andamento da escola, pois tem a incumbA?ncia de trabalhar em consenso com a direAi??A?o para o bem da comunidade escolar, em torno de suas dificuldades em seus diversos aspectos. Tem tambAi??m a incumbA?ncia de acompanhar detalhadamente o trabalho administrativo e pedagA?gico idealizado e realizado pela instituiAi??A?o.
AtribuiAi??Ai??es da A.P.P. ai??i?? AssociaAi??A?o de Pais e Professores:
As atividades e responsabilidades atribuAi??das Ai?? APP sA?o regulamentadas no prA?prio estatuto, estando relacionadas com a escola e a comunidade.

24.2. Conselho Escolar
O Conselho Escolar Ai?? um A?rgA?o colegiado de natureza deliberativa, consultiva, normativa e fiscalizadora sobre a organizaAi??A?o e a realizaAi??A?o do trabalho pedagA?gico e administrativo do estabelecimento de ensino, em conformidade com a legislaAi??A?o educacional vigente e orientaAi??Ai??es da Secretaria Municipal da EducaAi??A?o.
O Conselho Escolar Ai?? composto por representantes da comunidade escolar comprometidos com a educaAi??A?o pA?blica.
O Conselho Escolar tem como principal atribuiAi??A?o, aprovar e acompanhar a efetivaAi??A?o do Projeto PolAi??tico-PedagA?gico do estabelecimento de ensino.
AtribuiAi??Ai??es do conselho Escolar:
O Conselho Escolar Ai?? regido por Estatuto prA?prio, onde estA?o especificadas todas as funAi??Ai??es a ele inerentes.

24.3. GrA?mio Estudantil
InstA?ncia representativa dos alunos da escola. Possui papel relevante para a construAi??A?o de uma escola democrA?tica. Deve trabalhar em consenso com a direAi??A?o no bom andamento das diversas atividades pedagA?gicas e administrativas propostas.
AtribuiAi??Ai??es do GrA?mio Estudantil:
– Representar condignamente o corpo discente;
– Defender os interesses individuais e coletivos dos alunos da Escola;
– Incentivar a cultura literA?ria, artAi??stica e desportiva de seus membros;
– Promover a cooperaAi??A?o entre administradores, funcionA?rios, professores e alunos no trabalho escolar buscando seus aprimoramentos;
– Realizar intercA?mbio e colaboraAi??A?o de carA?ter cultural e educacional com outras instituiAi??Ai??es;
– Lutar pela democracia permanente na escola, atravAi??s do direito de participaAi??A?o nos fA?runs internos de deliberaAi??A?o da escola.

25. AvaliaAi??A?o

25.1. AvaliaAi??A?o da Unidade Escolar
A entidade mantenedora (Prefeitura Municipal de Guabiruba), atravAi??s do A?rgA?o competente, procede regularmente a avaliaAi??A?o global da escola, envolvendo cada serviAi??o da Unidade Escolar, cujos resultados servirA?o de base para a reelaboraAi??A?o do Projeto PolAi??tico-PedagA?gico.
A Unidade Escolar, por sua vez, analisa bimestralmente, em reuniAi??es de professores, os procedimentos e atitudes utilizados pela comunidade escolar.

25.2. AvaliaAi??A?o do Professor
A avaliaAi??A?o do professor Ai?? diagnA?stica e capacitadora. NA?o objetiva saber se o professor Ai?? ai???bomai??? ou ai???mauai??i??. Tem em vista a investigaAi??A?o do processo pedagA?gico em si. Procura verificar o grau de contentamento profissional dentro da escola, bem como suas prA?prias aspiraAi??Ai??es individuais. SA?o avaliados todos os aspectos que envolvem o professor na escola: seu contato com os alunos, com os serviAi??os, com os funcionA?rios, com pais, enfim, com toda comunidade escolar. AlAi??m disso, sA?o realizados exercAi??cios de auto-avaliaAi??A?o, em quais cada professor busca ser o mais justo possAi??vel consigo mesmo, a fim de melhorar nos pontos falhos e crescer ainda mais nos pontos fortes.
A cada dois anos, os professores efetivos sA?o avaliados conforme artigo 42 do Plano de Carreira do MagistAi??rio PA?blico Municipal, realizado pela Secretaria da EducaAi??A?o e Cultura, para efeito de ProgressA?o por Desempenho.

25.3. AvaliaAi??A?o dos ServiAi??os
Da mesma forma, anualmente a escola realiza a avaliaAi??A?o de todos os serviAi??os considerando objetivos, filosofia e finalidades expressas neste Projeto PolAi??tico PedagA?gico e no Regimento, afim de ajustar-se Ai??s reais aspiraAi??Ai??es da comunidade em que atua.

25.4. AvaliaAi??A?o do Educando
O processo avaliativo serA? visto sob a A?tica em que o professor e aluno, numa relaAi??A?o dialAi??tica, construirA?o a aprendizagem, sendo ambos sujeitos desse processo de construAi??A?o.
Para que a avaliaAi??A?o cumpra sua finalidade educativa, deverA? privilegiar o conhecer, entendido como apreciaAi??A?o/discernimento num processo dialAi??tico, sendo fundamental a utilizaAi??A?o de diferentes cA?digos, como verbal, oral, escrito, grA?fico, numAi??rico, pictA?rico, considerando as diferentes aptidAi??es dos alunos.
A avaliaAi??A?o serA? um processo contAi??nuo e cumulativo, com prevalA?ncia dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, realizada por meio de observaAi??A?o sistemA?tica e diversas produAi??Ai??es dos alunos.
Na EducaAi??A?o Infantil, a avaliaAi??A?o terA? caracterAi??stica diagnA?stica e se processarA? atravAi??s da observaAi??A?o sistemA?tica, acompanhando o crescimento harmA?nico da crianAi??a, nos aspectos cognitivo, afetivo, social, fAi??sico e psicomotor, nA?o tendo carA?ter de retenAi??A?o nem de seleAi??A?o.
A passagem do aluno da EducaAi??A?o Infantil, de um nAi??vel para outro, Ai?? automA?tica, atendendo Ai??s exigA?ncias da idade cronolA?gica prevista para cada nAi??vel e da maturidade cognitiva e emocional.
Os estudantes do 1A?. ao 3A?. anos (bloco de alfabetizaAi??A?o) terA?o sua progressA?o garantida automaticamente conforme as diretrizes curriculares para o ensino fundamental de nove anos aprovadas pelo Conselho Nacional de EducaAi??A?o (CNE).
No Ensino Fundamental, os resultados da avaliaAi??A?o serA?o sintetizados em notas bimestrais, expressas numa escala de 0 (zero) a 10,0 (dez), fracionados atAi?? uma casa decimal em cada disciplina.
Os resultados da avaliaAi??A?o serA?o comunicados aos pais ou responsA?veis atravAi??s do boletim de notas. O rendimento escolar mAi??nimo exigido para promoAi??A?o Ai?? a nota 7,0 (sete) por disciplina.
A mAi??dia anual Ai?? obtida pela mAi??dia aritmAi??tica das mAi??dias bimestrais:

MA = 1A?. B + 2A?. B + 3A?. B + 4A?. B = > 7,0
4

Considerar-se-A? promovido o aluno que obtiver mAi??dia anual igual ou superior a 7,0 (sete) e freqA?A?ncia a 75%.
O estudante que nA?o conseguir alcanAi??ar a mAi??dia anual 7,0 (sete) encontrar-se-A? em exame, sendo que a mAi??dia final deverA? ser igual ou maior a 5,0 (cinco). O cA?lculo para a obtenAi??A?o da mAi??dia final com exame Ai?? feito da seguinte maneira:

Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai??Ai?? MA x 7 + E x 3
10

Para a obtenAi??A?o da mAi??dia bimestral tanto professores quanto estudantes deverA?o levar em consideraAi??A?o:
1. O cA?lculo da nota final referente a cada bimestre dar-se-A? atravAi??s da seguinte fA?rmula:
ai??? Conhecimento = 70 % da Nota (atAi?? o mA?ximo de 7,0) de provas e avaliaAi??Ai??es diversas
ai??? ParticipaAi??A?o = 30 % da Nota (atAi?? o mA?ximo de 3,0)
– 1,0 atAi?? 0,0 > Responsabilidade
– 1,0 atAi?? 0,0 > Respeito
– 1,0 atAi?? 0,0 > ParticipaAi??A?o
ai??? Exemplo: Um estudante tira 4,0 em uma prova, 7,5 em uma pesquisa, 5,8 em uma redaAi??A?o e 9,6 em um trabalho. MAi??dia de notas: 6,7 x 70% = 4,69 > 4,7.
Ele perdeu 0,3 pontos no quesito responsabilidade, manteve 1,0 em respeito e perdeu 0,5 ponto na participaAi??A?o. Nota de participaAi??A?o: 2,2
– MAi??dia Final: 4,7 + 2,2 = 7,0
2. O estudante terA? o direito a ser submetido, no mAi??nimo, a 3 (trA?s) avaliaAi??Ai??es por bimestre. Estas avaliaAi??Ai??es deverA?o ser constituAi??das de diversas formas como, por exemplo, trabalhos, pesquisas, provas, entre outros.

25.5. Estudos de RecuperaAi??A?o
A unidade oferecerA? estudos de recuperaAi??A?o, paralelamente ao ano letivo, com o objetivo de suprir as necessidades e deficiA?ncias no rendimento escolar dos alunos.
As recuperaAi??Ai??es serA?o realizadas durante os bimestres letivos, atravAi??s de trabalhos, pesquisas, apresentaAi??Ai??es, provas extras, recapitulaAi??A?o, verificaAi??Ai??es e outros meios hA?beis a critAi??rio do professor em comum acordo com a AdministraAi??A?o Escolar. AlAi??m disso, ao final de cada bimestre, cada professor realizarA? devida revisA?o de conteA?dos buscando recuperaAi??A?o dos mesmos. O objetivo serA? recuperar o aluno ao longo do ano letivo, evitando deixar para o final do ano, o que dA? margem a um grande nA?mero de reprovaAi??Ai??es.

25.6. ClassificaAi??A?o e ReclassificaAi??A?o
A classificaAi??A?o e reclassificaAi??A?o serA?o o procedimento que a Unidade adotarA? para posicionar o aluno em sAi??rie compatAi??vel com a idade, experiA?ncia e desempenho adquiridos por meios formais ou informais, independentemente do que registre o seu histA?rico.
A classificaAi??A?o poderA? ser realizada:
– por promoAi??A?o, para alunos que cursaram com aproveitamento a sAi??rie anterior na prA?pria Unidade;
– por transferA?ncia, para alunos de outras escolas do paAi??s ou do exterior, considerando a classificaAi??A?o da escola de origem;
– independente da escolarizaAi??A?o anterior, mediante a avaliaAi??A?o que serA? feita pela Unidade e que definirA? o grau de desenvolvimento e de experiA?ncia do candidato.
NA?o haverA? classificaAi??A?o para o ingresso na primeira sAi??rie do Ensino Fundamental.
A classificaAi??A?o e a reclassificaAi??A?o terA?o carA?ter pedagA?gico centrado na aprendizagem e exigirA?o as seguintes medidas:
– avaliaAi??A?o diagnA?stica documentada pelo professor ou equipe pedagA?gica;
– administrativas para resguardar os direitos dos alunos, da unidade e dos profissionais;
– comunicaAi??A?o ao aluno ou responsA?vel a respeito do processo que serA? iniciado para obter o respectivo documento;
– organizaAi??A?o da comissA?o formada por docentes, tAi??cnicos e direAi??A?o da escola que efetivarA? o processo;
– arquivo de atas, provas, trabalhos e outros instrumentos utilizados;
– registro dos resultados no histA?rico escolar do aluno.
A classificaAi??A?o e reclassificaAi??A?o nA?o serA?o processadas para etapa inferior a anteriormente cursada.
A reclassificaAi??A?o serA? adotada somente para alunos jA? matriculados na Unidade.

25.7. AdaptaAi??A?o
O aluno transferido para a Unidade, com deficiA?ncia de carga horA?ria, conteA?do ou disciplina da Base Nacional Comum constante no quadro curricular, serA? submetido Ai?? adaptaAi??A?o. Se o conteA?do ou disciplina constar na sAi??rie seguinte, nA?o haverA? necessidade de adaptaAi??A?o. Ela ocorrerA? no nAi??vel da sAi??rie em que estiver faltando.
Para a efetivaAi??A?o do processo de adaptaAi??A?o, a ComissA?o Administrativa de cada Unidade deverA? comparar o currAi??culo, obedecendo as seguintes medidas:
– especificaAi??A?o das disciplinas em adaptaAi??A?o verificando o mA?ximo permitido pela legislaAi??A?o vigente;
– elaboraAi??A?o de um plano prA?prio, flexAi??vel e adequado a cada caso;
– comunicaAi??A?o ao aluno ou responsA?vel a respeito do processo de adaptaAi??A?o;
– acompanhamento do trabalho docente e discente;
– elaboraAi??A?o da ata de resultados;
– registro no HistA?rico Escolar do aluno;
– registro na Ata de Resultados Finais.

25.8. RevalidaAi??A?o
Para os alunos cujo curso foi realizado no todo ou em parte em estabelecimento estrangeiro, Ai?? obrigatA?ria a adequaAi??A?o ao currAi??culo do Estabelecimento, podendo ser feita a reclassificaAi??A?o do aluno, como prevista neste PPP.
Ao aluno proveniente de escola estrangeira ou que tiver cursado ano ou perAi??odo letivo no exterior, aplicam-se as disposiAi??Ai??es sobre adaptaAi??A?o e reclassificaAi??A?o.
Para exame e anA?lise da situaAi??A?o de cada aluno, exige-se no ato da matrAi??cula, a apresentaAi??A?o dos seguintes documentos:
– histA?rico escolar e documento informando sua autenticidade expedido pelo consulado brasileiro no paAi??s onde foram feitos os estudos, com firma devidamente reconhecida pelo MinistAi??rio das RelaAi??Ai??es Exteriores do Brasil ou outro A?rgA?o pA?blico competente;
– certidA?o de nascimento, a qual pode ser substituAi??da provisoriamente pelo passaporte ou certificado de inscriAi??A?o consular, no qual constem todos os elementos necessA?rios Ai?? identificaAi??A?o do aluno;
– traduAi??A?o de todos os documentos por tradutor pA?blico oficial, se redigidos em lAi??ngua estrangeira.
O aluno serA? matriculado na sAi??rie a que corresponder os estudos realizados, procedendo-se Ai??s adaptaAi??Ai??es ou reclassificaAi??A?o necessA?rias, merecendo especial atenAi??A?o e orientaAi??A?o a comunicaAi??A?o em lAi??ngua portuguesa.
Nos registros escolares, a Unidade registrarA? a equivalA?ncia e aproveitamento dos estudos feitos, bem como a sAi??rie a que correspondem.

25.9. EquivalA?ncia
HaverA? equivalA?ncia de estudos de componentes curriculares oferecidos na Unidade Escolar de origem que se apresentem idA?nticos ou conteA?dos equivalentes ou valores formativos, em relaAi??A?o aos diferentes componentes curriculares constantes do currAi??culo do Estabelecimento.
NA?o reconhecida a equivalA?ncia, serA? o aluno submetido Ai?? adaptaAi??A?o.
SerA?o adotadas as seguintes medidas para os alunos transferidos para a Unidade durante o perAi??odo letivo:
– adaptaAi??A?o dos resultados de avaliaAi??A?o do aproveitamento, aplicando-se, sempre que possAi??vel, o critAi??rio comparativo de proporcionalidade;
– computaAi??A?o de notas, graus, crAi??ditos, conceitos, pontos ou menAi??Ai??es, bem como carga horA?ria e nA?mero de faltas do aluno, obtidos na escola de origem, quando os conteA?dos forem idA?nticos;
– submissA?o Ai?? adaptaAi??A?o quando nA?o reconhecida a equivalA?ncia;
– submissA?o obrigatA?ria Ai?? recuperaAi??A?o, para alcanAi??ar os mAi??nimos de aproveitamento, carga horA?ria e freqA?A?ncia exigidos para aprovaAi??A?o, se necessA?rio.

26. Medidas PedagA?gicas
Conforme a gravidade ou a reiteraAi??A?o das faltas ou infraAi??Ai??es dos alunos sA?o aplicadas as seguintes medidas pedagA?gicas:
– advertA?ncia verbal;
– advertA?ncia escrita;
– solicitaAi??A?o de entrevista com os pais;
– interdiAi??A?o da participaAi??A?o em eventos escolares;
– suspensA?o das aulas em classe, com atividades compensatA?rias sob orientaAi??A?o;
– reparaAi??A?o do dano causado involuntariamente ao patrimA?nio pA?blico ou particular;
– retrataAi??A?o verbal ou escrita;
– mudanAi??a de turma e/ou de turno;
– cancelamento da matrAi??cula.
As medidas pedagA?gicas encontram-se pautadas pelo Regimento Interno da InstituiAi??A?o. Este Ai?? o documento que fundamenta todas as atividades de cada segmento que compAi??e o EducandA?rio, estabelecendo os direitos e deveres de cada.

 

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